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Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], António de Araújo de Azevedo, sobre o apresamento do navio inglês "Anabela" pelo corsário americano "Rambler" que perseguido pela fragata inglesa "Dorys" se refugiou em Macau
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre o procedimento do governo português relativamente à fragata inglesa "Dorys" acusada pelos chineses de violar o seu território quando tentava tomar o navio "Anabela" apresado por um corsário americano
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre o apresamento na Taipa do navio inglês "Drury" pelo comandante da fragata "Dorys"; o conserto da fragata "Dorys" na Taipa e a oposição chinesa à entrada de navios ingleses em Macau
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau] Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar] António de Araújo de Azevedo, sobre o assalto perpetrado por embarcações pequenas provenientes da fragata "Dorys" contra a escuna "S. José e Almas". Entrada no porto do navio "Anabela" tomado pelos americanos
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], António de Araújo de Azevedo, sobre o apresamento da escuna "São José e Almas" pela fragata inglesa "Dorys"
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Maria I], rainha de Portugal, sobre o apresamento de navios portugueses por um corsário inglês
Ofício do governador e capitão-geral de Macau, Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), em que envia cópia da correspondência com os comandantes das fragatas inglesas "Dorys" e "Clorindo", referente ao apresamento da fragata inglesa, "Admiral Drury", autorizada pelo governo português a entrar na Taipa
Ofício do Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre o apresamento de navios portugueses por um corsário inglês.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre o apresamento da escuna "São José e Almas" pela fragata inglesa "Dorys" e a suspeita de negócios clandestinos das escunas "São José e Almas" e "Caçador"
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Luo, ao ouvidor de Macau, sobre a deliberação da fragata Doris da marinha britânica que entrou ilegalmente nas águas de Macau, em perseguição a um navio americano
Constancia de alguns christaons perseguidos pella fe.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre um navio mercantil inglês detido pela fragata Doris da marinha britânica nas águas de Chuenpi, durante a sua viagem para Cantão
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Ma, ao ouvidor de Macau, Miguel de Arriaga Brum da Silveira, sobre a deliberação da entrada ilegal da fragata Doris da marinha britânica nas águas de Macau, em perseguição a um navio americano
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), sobre a tentativa de apresamento do navio americano refugiado no porto de Macau pelo comandante do navio inglês "Discovery"; reacções do governo e medidas tomadas
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino sobre a conveniência de se enviar, anualmente, a Macau uma fragata de guerra para se franquear o comércio e evitar os assaltos dos corsários
Ofício (minuta) do [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], ao [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, em que aprova as medidas tomadas em relação ao apresamento da escuna "S. José e Almas", mas desaprovando a resolução do governador relativamente ao navio "Anabela"
Sobre a utilidade em se mandar todos os anos uma fragata de guerra a Macau, pois daria mais segurança aos comerciantes para comerciarem as suas mercadorias por aqueles mares infestados de corsários.
Consulta do Conselho Ultramarino sobre o apresamento feito pelo comandante de duas fragatas francesas, Henrique Bono, da embarcação de Francisco Leite, defronte de Polulaor, vinda com carga de Batávia para Macau
Carta de Simão de Araújo Rosa ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar] Martinho de Melo e Castro, sobre o apresamento de dois navios de que é proprietário. O navio "São Vicente", no porto de Manila, e o navio "Santo Antónjo e Almas", no estreito de Banda, por dois corsários ingleses.
Ofício do mandarim substituto sub-prefeito de Macau, Li, ao ouvidor, governador e procurador de Macau, sobre a ordem de expulsão imperiosa da fragata Doris, da marinha britânica, atracada nas águas da Barra, e que queria entrar em Macau para efectuar reparações
Carta [cópia] do vice-rei da Índia, António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho para o rei [D. Pedro II], sobre se mandar uma fragata de guerra a Macau para proteger as embarcações da carreira da China dos ataques dos corsários.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre uma fragata inglesa que esta ancorada nas águas de Chuenpi
Ofício do assistente do magistrado do distrito de Xiangshan, Zhu, ao procurador de Macau, sobre a situação das fragatas inglesas que estão a atracar nas águas de Macau e que escoltam os navios da embaixada inglesa
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau sobre a proibição de a fragata inglesa atracar nas águas de Macau
Carta régia [2. a via] para o vice-rei da Índia, António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho, sobre a conveniência de se mandar todos os anos uma fragata de guerra a Macau, para se franquear o comércio e evitar os roubos feitos pelos corsários; e dos direitos de comboy que devem pagar os comerciantes que usufruírem do acompanhamento da fragata.