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Ofício do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, [D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), em que apresenta queixa contra o governador de Macau; pede esclarecimento acerca do desaparecimento da cópia de uma carta; a razão por que receava enviar correspondência para Pequim sem conhecimento dos chineses, e a situação dos cristãos na China e a proclamação do imperador da China sobre abusos cometidos contra a população
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Carta do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre a rebelião contra o imperador da China; a perseguição aos cristãos no império; o incêndio na Casa de São José de Pequim e o pedido de renúncia ao lugar do Bispo de Pequim.
Commissão dos Jnquizidores de Goa para o P. Vizitador Andre Palmeiro poder castigar aos Christãos Japões dos crimes cometidos contra a Fè. [1626... 28]
Reflexões sobre o padroado portuguez no Oriente applicadas á proclamação pastoral do Rev. Fr. Angelico
Relatório (duplicado) do procurador de Macau, José Joaquim de Barros, às autoridades sínicas, informando sobre o caso do desaparecimento, em Macau, do padre Rodrigo da Madre de Deus (que foi expulso, de Pequim para Macau, de acordo com o decreto imperial)
Costumes, superstições, abusos, e aggravos. Capitulo 16.º
Ofício do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo] (conde da Barca) sobre a perseguição a missionários chineses. Dificuldades do exercício do Bispado de Nanquim.
Economia que se pode fazer sem offender a boa razão e justiça na Cidadede Santo Nome de Deos de Macau na China.
Ofício do Bispo eleito de Pequim, D. Joaquim de Sousa Saraiva, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), em que envia o relatório sobre as missões no Padroado Régio na China
Ofício do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida e Castro] (conde das Galveias), sobre os conflitos religiosos e dúvidas acerca dos lugares de honra destinados aos Bispos e governadores.
Representação dos mercadores chineses de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre as queixas contra o ouvidor, o abuso de autoridade, a descriminação em relação aos comerciantes chineses, o elogio ao governador e o pedido para ser conservado no cargo
Ofício do ouvidor-geral, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], sobre os abusos e violências praticados pelos navios ingleses contra os navios portugueses, estrangeiros e neutros
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), sobre a oposição do Bispo de Pequim, D. Joaquim de Sousa Saraiva, à observância das ordens sobre o missionário da Propaganda, Ferreti
Carta do Bispo de Pequim, D. Joaquim de Sousa Saraiva, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a congratulação pela chegada da família real ao Rio de Janeiro; elogio do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, pelo seu desempenho contra as tropas inglesas na cidade; notícia das missões do Padroado Régio; conveniência de mandar embaixada junto do imperador da China e o envio de ofertas pelo deputado do Cabido da cidade
Ofício do Bispo de Tipassa e eleito de Pequim, Joaquim de Sousa Saraiva, a [D. Diogo José António de Noronha Camões de Albuquerque Sousa Moniz] (conde de Vilaverde), em que pede o pagamento ao Bispo de Nanquim da côngrua e os quatro mil cruzados que são dados aos Bispos Ultramarinos.
Ofício do Bispo de Pequim, Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), em que pede o envio de tabaco em amostrinha, de boa qualidade e em frascos dourados, para o Bispado de Pequim e de Nanquim. Informa sobre as dificuldades no seu regresso a Pequim. Envia três relógios de sol de sua invenção, um para o príncipe regente, outro para o conde das Galveias e o terceiro para a Academia de Londres, para ser analisado e considerado invento. Remete dois papéis sobre os relógios de sol
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Wu, ao procurador de Macau, sobre o desaparecimento dos dois portugueses residentes em Macau que foram ludibriados e que apanharam o navio inglês Thomas, no seu regresso a Macau
Requerimento do coadjutor e sucessor do Bispo de Pequim, Pe. Joaquim de Sousa Saraiva, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], em que pede preparação da viagem para Macau e o pagamento de ajudas de custo para si e seus companheiros
Sentença sobre os protestos dos carregadores do navio "Barreto Júnior", apresado pela fragata "Salamandra" - Proclamação feita por esta ocasião.
Carta do [governador e capitão-geral de Macau], José Plácido de Matos Saraiva, a [D. José], rei de Portugal, sobre a administração de Macau.
"Relação fiel da Perseguição contra o Cristianismo no Jmperio da China acontecida em o anno de 1784", escrita pelo bispo de Pequim, D. Fr. Alexandre de Couveia.
Carta do Bispo de Macau, [D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães], a [D. José], rei de Portugal, sobre os bens dos ex-jesuítas de Pequim, a nomeação do Bispo de Pequim e sobre matemáticos, sacerdotes, cirurgiões, médicos e pintores para Pequim
Ofício do ouvidor-geral de Macau, [desembargador] , Lázaro da Silva Ferreira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre a substituição do Pe. José Espinha pelo Bispo de Pequim como mandarim do Tribunal de Matemática de Pequim; o estabelecimento de um seminário em Pequim; e a necessidade de missionários portugueses em Pequim e Macau para evitar a influência dos propagandistas franceses
Rol das pessoas que visitaram o Embaixador em Macau e em Pequim. Maio a Novembro de 1726. Importante para a detecção das pessoas importantes que havia em Macau e em Pequim.