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Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre o assassínio do capitão da fortaleza da Barra, Francisco António Miguéis, pelos chineses. Negligência do Senado e do juiz na averiguação do crime e condenação dos culpados. Sujeição de Macau às autoridades chinesas
Anno de 1666 [Nov. 24]. Parecer do P. Manoel Pereyra sobre se larear pellos mercadores a condenação do fisco dos Tartaros.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Xu, ao procurador de Macau, sobre a deliberação da condenação de malfeitores Yu Ya-Jiu e outro que induziram os criados para roubar
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Vasco Luís Carneiro de Sousa e Faro, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro sobre a correspondência com o governador e capitão-general do Estado da Índia; as fortificações de Macau; a administração da Fazenda Real; o auxílio pedido pelo mandarim de Ansan contra a pirataria e o assassínio de três chineses
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro], sobre a pena de morte por enforcamento ao piloto inglês, Francisco Scott, pelas autoridades chinesas, por suspeita de assassínio de um chinês
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, em que envia o édito do imperador da China, publicado em Macau, em 1785-05-15, com as sentenças do Tribunal dos Crimes contra os missionários e cristãos
[Edital determinando o cumprimento da bula do papa Gregório XIII acerca da fidelidade religiosa, da censura, e da excomunhão dos culpados de várias violações da doutrina cristã].
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Joaquim Mourão Garcês Palha, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre a ampliação da jurisdição da Junta da Justiça de Macau para punir crimes com a pena capital
Carta testemunhavel de Luis da Silva, Ouvidor do Civel e Crime da Cidade de Macao. 28 de Novembro de 1704.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Lucas José de Alvarenga, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), sobre a negligência do Senado e do seu procurador na defesa dos direitos de soberania portuguesa em Macau; o não cumprimento das ordens dos mandarins para caiar de branco o forte de São Pedro; a harmonia com o Conselho da Companhia Britânica na China, e a necessidade de fiscalização dos cofres da Fazenda
Ofício do [governador e capitão-geral] José Osório de Castro Cabral de Albuquerque, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. Marcos de Noronha e Brito] (conde dos Arcos), em que propõe a nomeação do capitão graduado em major de Artilharia, José Feliz dos Remédios, no governo da Fortaleza da Barra, por morte do major graduado Francisco Marques da Fonseca
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a averiguação relacionada com a razão pela qual os dois padres franceses que tinham sido mandados regressar à sua pátria, por ordem imperial, ter só regressado um
Ofício do [ouvidor interino de Macau] Pedro Feliciano de Oliveira Figueiredo, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre o assassinato de um chinês provocado por um escravo timorense: resolução do caso e prisão do culpado
§2.º Refere-se verdadeira, e sinceramente todo o facto do crime, que se impoem a Jozê Vaz antes de ser Nayque do Santo Officio.
Carta do vice-rei da Índia ao rei sobre uma relação de autos mandada fazer ao ouvidor-geral do crime e, ainda, sobre umas queixas de crimes praticadas pelo homem a quem se refere el-rei, na China e em Malaca. Sobre a incerteza em que está Jorge da Silva por falta de informações sobre factos passados em Macau e Malaca.
Ofício do mandarim substituto sub-prefeito de Macau, Ji, ao procurador de Macau, sobre a averiguação da data da saída e nome do navio de Portugal que substitui nos registos o navio n.º 20 da praça de Macau e ordena também a dois padres franceses para apanharem este navio para regressarem a seu país de origem
Sahe o enterro da Emperatriz daselhe sepultura. Premea o Emperador os que acompanharam. Da perdam geral aos culpados. sem parte. Capitulo 13.
Representação dos chineses residentes em Macau, a [D. João V], rei de Portugal, sobre o assassínio de um chinês: queixas contra a actuação do procurador da cidade, Manuel Vicente Rosa, na resolução do caso
Ordem do Conselho Ultramarino ao corregedor do Crime do Bairro do Rossio, Francisco de Faria e Barros, para que veja os capítulos [da queixa que fizeram os moradores de Macau contra o governador e capitão-geral António Moniz Barreto, o ouvidor doutor António Moreira de Sousa, Manuel Vicente Rosa e outros], e tire o testemunho das pessoas que estiveram naquela cidade e informe com o seu parecer
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador José Filipe Pires da Costa, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, António Manuel de Noronha, sobre o tráfico do ópio em Lintin; prisão do capitão e sobrecarga do navio "Ange (...)", António Fernandes da Silva, pelos prejuízos causados devido a bancarrota; assalto à alfândega e prisão dos culpados; chegada a Macau do Bispo de Pequim, D. Veríssimo Monteiro Serra; introdução de missionários em Pequim
Sentenças (cópias) proferidas contra o padre António Guigué, presbítero francês residente em Cantão, acusado e excomungado por crime de heresia jansenista.
Alvará de confirmação (cópia) que proíbe os capitães-gerais de excederem a sua competência e de se intrometerem nos casos crimes
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino sobre a carta do governador e capitão-geral de Macau, António da Silva Telo de Meneses, acerca de os moradores da cidade poderem trazer dos portos do Reino prata em moedas ou ouro em barra, visto não haver nos do Reino e Brasil bens de troca na China
Parte o Beato Padre Francisco de Mocambique e passando por Melinde E Socotarâ, chega á barra de Goa. Cap: 11.
Carta do Bispo de Macau, D. Frei Eugénio Trigueiros, a [D. João V], rei de Portugal, sobre dar autorização ao visitador apostólico francês, Bispo Alicarnense para, de Macau, se dirigir para o reino da Cochinchina e condenação à prisão de um missionário franciscano espanhol; o receio de novas perseguições.