-
Carta do governador das Filipinas sobre, entre outras coisas, a expedição de D. Juan Cláudio de Berastegui a Macau.
-
Carta do governador das Filipinas, Goméz Pérez Dasmarifiñas, sobre o tratado entre espanhóis e portugueses em Macau.
-
Memorial de D. Juan Grau, procurador-geral das Filipinas, suplicando se mande que, pelos governadores de Macau e Malaca, se dêem as quantidades de calain e outras coisas que se pediram, pagando-as pelo seu justo valor.
-
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
-
Real cédula encarregando o governador das ilhas Filipinas de que, quando tiver necessidade de munições e de outras coisas necessárias para a defesa da terra, as peça a Macau a cujo governador era prevenido com este fim. (Livro de Registo de Ofícios).
-
Provisão d'El-Rei, dada em Madrid a 23 de Janeiro de 1608, em que dispensa, nas proibições postas sobre comércio, o Capitão da Cidade de Macau, quando para isso fôr requerido pelo Governador das Filipinas, para que o proveja de munições e outras coisas necessárias à defensão das ditas Ilhas.
-
Carta do governador das Filipinas, Dom Juan da Silva, dando conta do mau estado em que se encontravam as coisas de Ternate, Maquién, e outras ilhas do Maluco e da falta de amizade e de correspondência por parte dos japoneses que haviam queimado um navio em Macau.
-
Foi nomeado Bispo de Macau D. Manuel de S. Galdino. O seu antecessor era D. Marcelino José, e resignou
-
Foi nomeado Bispo de Macau D. Manuel de S. Galdino. O seu antecessor era D. Marcelino José, e resignou.
-
Lembranças das coisas que o Embaixador trouxe da China.
-
San Pedro, Francisco Gonzalez de, treslado da relação que enviaram os religiosos dominicanos, em Macau, ao seu prelado o Mui Reverendo Padre Provincial da Província do Santíssimo Rosário de Filipinas, e é como se segue: breve narração das coisas novamente sucedidas na missão do reino da China.
-
Carta do Bispo de Macau, D. Frei Hilário [de Santa Rosa], a [D. João V], rei de Portugal, em que pede o pontifical e compra de uma casa para sua residência. Propõe ficar com o pontifical que o seu antecessor levou para Goa e voltar a adquirir a casa que o mesmo seu antecessor mandara vender
-
Cartas trocadas entre o Bispo de Malaca e o governador das Filipinas sobre a navegação da China, Malaca, Macau e Índia com a Nova Espanha.
-
RELAÇÃO DAS COISAS DO SUL, 1664南方風物志 1664
-
Carta do Bispo de Macau, D. Frei Hilário [de Santa Rosa], a [D. João V], rei de Portugal, sobre a posse das casas do seu antecessor; a cobrança do espólio do seu antecessor; a execução de um rapaz por ter morto um chinês, imposta pelas autoridades chinesas e sobre a chegada de um mandarim para governar os chineses de Macau.
-
Trata da nau que o governador das Filipinas havia enviado a resgatar Macau.
-
Carta do governador das Filipinas à Sua Majestade, em que, entre outros assuntos, trata do comércio com Camboja e Cochinchina e o que os japoneses têm com Macau.
-
Consulta do Conselho Ultramarino sobre a entrega ao Bispo de Nanquim, D. Godofredo Lambeckwen do espólio do seu antecessor, D. Frei Francisco de Santa Rosa Viterbo
-
Memorial do frei Diego Aduarte, procurador dos dominicanos das Filipinas, pedindo que o governador daquelas ilhas não permita que vão religiosos a Espanha, aproveitando o trato estabelecido entre Manila, Macau e Malaca.
-
Carta do governador das Filipinas para o rei sobre as boas provas dadas pelos jesuítas em Macau.
-
Autentico treslado da Carta, que aos 2 de Mayo, o Senhor Leblanc enviou ao Padre J. Paulo Gozani e sua reposta.
-
Carta do frei Diego Bermeo ao governador das Filipinas sobre assuntos do Japão.
-
Carta régia para o governador da Índia, D. Brás de Castro, sobre o estado de coisas de Macau e sobre os seus moradores. Pede ao governador que auxilie Macau o melhor possível.
-
Carta do governador da Índia, Fernão de Albuquerque, para os oficiais da Câmara da cidade de Macau em que os adverte pelo facto de seus antecessores, contrariamente às provisões régias, terem permitido a partida dos navios de D. Diogo de Miranda e não o terem feito prender, quando do seu regresso, não obstante estar provado que ele acompanhara os castelhanos ao Japão, culpa esta gravíssima por ser muito prejudicial ao comércio da Índia.