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Cartas do rei Afonso VI ao vice-rei da Índia, D. João Nunes da Cunha, sobre o aperto em que está a cidade de Macau; sobre o socorro e sobre o capitão-geral que se mandou; sobre a embaixada ao Tártaro; sobre um navio enviado a Tonquim para abrir aquele comércio e procurar daquele rei que continue guerra ao Tártaro; sobre o envio de outro navio a Sião para continuar, também, aquele rei com socorros a Macau; vão as quatro cartas que acusam da cidade de Macau e a que Sua Exª escreveu ao imperador da China.
Carta do príncipe para o vice-rei sobre o estado miserável em que se encontra a cidade de Macau e necessidade de lhe enviar socorros.
Carta do vice-rei da Índia para o príncipe regente sobre a proibição do governador de Manila de não deixar partir barcos de Macau para aquele porto.
Consulta (minuta) do Conselho Ultramarino a [D. João IV], rei de Portugal sobre a Carta do Senado da Câmara de Macau em que pede o rendimento de três viagens ao Japão para o restabelecimento do comércio com aquele país
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre a execução do decreto de 1647-01-19 que manda reforçar de socorros o Estado da Índia, particularmente Ceilão, Macau e Moçambique
Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, para o vice-rei da Índia, sobre uma notícia recebida da Cochinchina a avisar da estadia de muitos holandeses naquelas paragens e de todas as instâncias que têm feito junto do rei para lhes dar aquele posto, etc.
Consulta do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre o descontentamento provocado pela nomeação feita pelo vice-rei do Estado da Índia de um estudante sem qualificação para o cargo de feitor e administrador da Fazenda de Macau. O Conselho propõe várias pessoas para aquele cargo
Carta do vice-rei da Índia ao rei, sobre a dificuldade de encontrar pessoa competente para governar Macau e para agradar, também, aos naturais; opressões feitas à cidade pelos Tártaros; provocações feitas por Manila.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre as dificuldades relativas à fundição de artilharia de ferro coado em Goa, não se podendo, por isso, cumprir as ordens de Sua Majestade. Tendo em conta a artilharia que se fabrica, em Macau e o seu preço, o rei ordena que se mande fundir a maior quantidade possível para abastecer as fortalezas do Estado da Índia. O rei manifesta a sua satisfação pelo envio de socorro ao rei da China. É muito útil que se mantenham boas relações com os chineses.
Carta do capitão-mor de Macau, Jerónimo Pereira, para o vice-rei da Nova Espanha, avisando-o da chegada àquele porto do capitão Pedro de Unamuno, com uma nau e uma fragata.
Consulta do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre a situação da cidade de Macau. Envio de socorros. Relações dos holandeses com a cidade de Cantão. Resolução régia para que o Conselho dê o seu parecer sobre o assunto. No mesmo documento, uma consulta, de 1656-12-07, e outra consulta inclusa da data da anterior com o parecer do Conselho
Rezão que moveo aos Tartaros a entrar na China.
Tratasse de la monarchia de Japon y como estava en aquele tiempo. Cap. 5.º
Requerimento do Bispo de Macau, [D. Frei Eugénio Trigueiros], a [D. João V], rei de Portugal, em que pede o pagamento das côngruas, ajudas de custo e mais despesas ou permissão de renúncia àquele Bispado e recolha num dos conventos da sua religião
Carta do rei para o vice-rei da Índia em que tomou conhecimento das dificuldades encontradas para se fazer, na Índia, a fundição de artilharia de ferro coado, assim como as negociações com o fundidor de Macau. Refere-se à ida a Macau de Sebastião Soares Pais, com alçada para "devassar os portugueses" e inquirir dos intuitos dos ingleses e holandeses acerca de Macau. Faz considerações sobre o socorro de Macau que se enviou ao rei da China e sobre a melhor maneira de estreitar relações com os seus súbditos.
Relatório da Associação Macaense de Socorro Mútuo em Xangai
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro], príncipe regente de Portugal, em que faz referência aos direitos sobre o rendimento das viagens impostas pelo vice-rei, à impossibilidade de a cidade pagar esses direitos, à grande concorrência comercial por parte dos holandeses e ao pedido de socorros para defesa e conservação do presídio.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro II], rei de Portugal, sobre o prejuízo comercial consequente da liberdade comercial dada a todas as nações pelo imperador da China e os novos tributos lançados sobre os navios portugueses; o vice-rei do Estado da Índia sobrecarrega os moradores de Macau com novas imposições, ordenando o pagamento de socorros pedidos; os navios enviados a Manila para cobrarem dívida, foram mal acolhidos pelos espanhóis que tentaram dá-los como perdidos
Carta do governador das Filipinas, D. Alonso Faxardo, dando conta do socorro de gente que havia enviado a Macau para a sua defesa.
Papel sobre Johannat Larègnère, oficial da corveta «Constantine» que, por prestar socorro quando do incêndio de 1200 casas em Macau em 1855 ou 1856, recebeu como recompensa a Cruz de Cristo.
Sobre a utilidade em se mandar todos os anos uma fragata de guerra a Macau, pois daria mais segurança aos comerciantes para comerciarem as suas mercadorias por aqueles mares infestados de corsários.
Embaixada com presente de peças de Artelharia, que a Cidade de Macao mandou ao Emperador da China com socorro de Portuguezes. Capitulo. 2.°
Carta [cópia] de Luís Carvalho [e Sousa] [governador de Macau], com o relato do estado em que se encontra o Império da China na sequência da morte do rei e guerra do Tártaros.
Carta de Tomé de Sousa Coutinho, sobre o estado das fortalezas do Sul, aconselhando o envio de uma armada bem provida de socorros, principalmente, para Molucas e Amboino.
Relação do capitão Joaquim dos Santos Andrade sobre a viagem do navio "Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Socorro e São Francisco de Paula", de Lisboa - Macau - Lisboa.