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Certidão dos Escrivães dos Juízes Ordinários em como a Cidade, Povo e Autoridades, aos 31 de Março do ano de 1625, foram ao muro e o começaram a derrubar e mandaram desmanchar.
Certidão passada por António Camelo Serrão, Ouvidor, na ausência do Licenciado Francisco Cardim Froes, do que se passou na Junta que o Capitão Geral convocou no Convento de S. Domingos a 11 de Abril de 1625, sobre a questão do derrubar dos muros, com os chineses.
Protesto da Cidade ao Capitão Geral sobre a inquietação presente e trabalho grande com El-Rei da China por causa dos muros, que ele manda derrubar. Em Câmara, 26 de Março de 1625.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que autoriza a Câmara de Macau a prover os cargos de oficiais da referida Câmara e os de escrivães de Juízos Ordinários e dos Órfãos
Treslado de huma certidão do Povo. [1623 Jul. 7]
Treslado de huma certidão do Povo. [1623 Jul. 7]
Certidão dos moradores de Macao acerca de Fr. Antonio [do Rosário]. [1625 Mar. 5]
Certidão dos moradores de Macao sobre o Governador do Bispado da mesma Cidade. [1625 Mar 5]
Certidão do que sucedeu em Macau quando veio o Mandarim Anchasu Aitão, em 15 de Maio de 1625.
Auto que o Juiz ordinario Martinho Ferreira de Aragão mandou fazer sobre o Contheudo nelle. [1710 Nov. 8]
Depoimento do Juiz Ordinario Jozè Pereyra da Sylva deposto no Juizo Ecclesiastico, em que conta o conteudo nelle. [1710 Out. 10 e 11]
Carta do juiz ordinário, António Ferreira da Silveira, a [D. João V], rei de Portugal, em que se queixa de ter sido preterido no cargo de juiz mais antigo de Macau a favor de Francisco André
Certidão authenticada de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade com os Mandarins, e Miguel Pinto aserca dos muros que se desfizerão que impunhão aos Padres da Companhia falçamente. [1626 Set. Nov]
Certidão autentica de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade, e de Miguel Pinto, Acerca dos muros que se desfizerão, que impunhão falsamente aos Pes da Companhia de Jesvs. [1626 Set. 20]
Treslado da Certidão que os Frades de S. Domingos passarão contra a nossa appellação. [1679 Dez. 31]
Ofício dos juízes ordinários de Macau, Miguel de Araújo Rosa e Vicente de Paula Barros, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre os conflitos de jurisdição com o juiz da alfândega
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a devassa levantada ao ex-juiz ordinário de Macau, João Fernandes da Silva
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a má administração da justiça em Macau e sobre as acusações contra o juiz ordinário
THE EARLY YEARS OF THE MISERICORDIA OF MANILA (1594-1625)馬尼拉的早期慈善機構 (1594 - 1625)
Carta do [governador e capitão-geral de Macau], João Vicente da Silveira e Meneses, a [D. Maria I], rainha de Portugal, sobre as ilegalidades cometidas pelo juiz ordinário António Botelho Homem Bernardes Pessoa e sobre a sua substituição por um juiz letrado e prudente
Certidão por onde consta que os Padres da Companhia não apresentaram a Escritura, que alegaram, de posse do Forte e Monte de S. Paulo. Passada em 24 de Julho de 1625.
Carta do juiz ordinário de Macau, António Gonçalves Guerra, a [D. José], rei de Portugal, sobre a extinção de todas as irmandades e confrarias estabelecidas pelos regulares da Companhia de Jesus.
Do povo de Xiteu.
Do povo de Curocuchi.
Do povo de Coye.