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Carta do capitão-mor da China para o rei sobre a rebelião chefiada por Domingos Monteiro e António Rebelo Bravo, com apoio do Bispo da cidade que mandou prender e excomungou o ouvidor Estêvão Barreira por este se tentar opôr à mesma rebelião.
Real cédula respondendo a uma carta do governador das Filipinas, advertindo-o das prevenções que havia de tomar por causa da rebelião de Portugal, para que a cidade de Macau ficasse com Castela. (Livro de Registo de Ofícios)
Espécie de manifesto sobre o sucedido em Macau com os chineses sobre o muro e sobre a rebelião da Cidade contra o Capitão Geral, em 10 de Outubro de 1624. Feito por parte do dito Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas.
Carta régia sobre a má situação na região sul. Propõe o envio de uma frota chefiada por um capitão competente.
Traslado da Inquirição de testemunhas tiradas a pedido do Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas para provar o que aconteceu no Forte de S. Paulo no dia da rebelião da Cidade contra ele. Foram tiradas pelo Licenciado António Camelo Serrão. Ouvidor, no 1º de Fevereiro de 1625.
Carta do Bispo de Pequim, D. Joaquim [de Sousa Saraiva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre a rebelião contra o imperador da China; a perseguição aos cristãos no império; o incêndio na Casa de São José de Pequim e o pedido de renúncia ao lugar do Bispo de Pequim.
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a prisão e o envio do governador José Osório de Castro Cabral e Albuquerque para a capital, a fim de responder pela sua criminosa conduta: sua substituição pelo brigadeiro Francisco de Melo da Gama e Araújo. Envolvimento do brigadeiro Francisco de Melo da Gama e Araújo numa rebelião militar, tendo sido enviado compulsivamente para Diu
Sobre o regimento de Alexandre Rebelo para o cargo de ouvidor de Macau.
De huma missão que o Padre Estevão Fabro Superior da Residencia de Xensi fez por espaço de seis mezes. Capitulo. 14.
Requerimento do guarda-mor de Alfândega de Macau, António José Homem Rebelo Freire, a [D. Isabel Maria] (infanta regente de Portugal), a pedir sobrevivência do seu ofício para seu filho Francisco Xavier Homem Rebelo Freire
Súplica de Diogo Barreira de Rozas, ao comissário do Santo Ofício, para poder levar, para a lndia, um menino China, de nome Nicolao, que comprou a seus próprios pais.
Carta de D. João de Cazal Bispo de Macao para o P. Manoel Bravo. Macao 30 de Agosto de 1692.
Rezolve-se que não incorreo em excomunhão o Ouvidor da Cidade de Macao, por mandar prender dous homems que trabalhavão para o Bispo [de Macau] Dom Fr. João de Piedade.
Rezolve-se que não incorreo em excomunhão o Ouvidor da Cidade de Macao, por mandar prender dous homems que trabalhavão para o Bispo [de Macau] Dom Fr. João de Piedade.
Requerimento do guarda-mor da Alfândega de Macau, António José Homem Rebelo Freire, a [D. Isabel Maria] (infanta regente de Portugal), a pedir a sucessão no lugar de guarda-mor da Alfândega de Macau, para seu filho, Francisco Xavier Homem Rebelo Freire
Consulta do Conselho Ultramarino a D. Miguel (rei de Portugal) sobre o requerimento de António José Homem Rebelo Freire, a pedir supervivência do ofício de guarda-mor de Alfândega de Macau para o seu filho, Francisco Xavier Homem Rebelo Freire
Certidão de Manuel Coelho da Silva, ouvidor de Macau, em como Diogo Varella [i. e. Barreira], morador em Macau, comprou um menino de nação China, com 13 anos, a seus pais, ao qual pôs o nome de Nicolau, por tempo de 27 anos, após os quais ficará "forro e livre"
Apontamentos Spirituaes que o Beato Padre deu Vespora de Sam João à noyte ao Jrmão João Bravo noviço em Mallaca no anno de 1549. Cap: 17.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [ministro assistente ao despacho, D. Fernando José de Portugal] (marquês de Aguiar), sobre o insucesso da embaixada britânica chefiada por Lordamheret a Pequim e a pretensão dos mandarins do distrito para o Governo de Macau não receber a embaixada
Obediencia do B. P. M. Francisco para o P. Francisco Perez, se vir de Mallaca, e o Jr' João Bravo. Da China a 12 de Novembro de 1552.
De huma Misam que o P. Estevão Fabro fes a cidade de Hoâ cheu.
De huma Missão que o Padre Estevão Fabro fez a Cidade de Hoa cheu.
Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, ao vice-rei da Índia, em que lamenta a perda sofrida pela frota de D. Francisco Lobo; participa que vai tentar melhorar a cidade, consertando os baluartes; dá relação de navios que partiram para Goa e para Manila; lastima o facto de o rei ter mandado extinguir a viagem para Japão, por conta da cidade; etc.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a conspiração do Senado contra João da Fonseca Campos por, na qualidade de juiz, ter mandado prender António Gonçalves Guerra pelo desvio de 18 barris de tabaco
Carta do Bispo de Macau, [D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães], a D. José, rei de Portugal, sobre as acusações contra o governador por ter mandado sequestrar os bens do Pe. Manuel Soares Araújo e prender o tesoureiro-mor e juiz dos resíduos por ter aberto o testamento do referido padre
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.