-
Capitulo 4.° Do amor para com Deos.
-
Capitulo 4.0. Do amor para com Deos.
-
Mostras de amor dos Christaons para com o Padre na doença.
-
Capitulo 6.º Do amor, que mostrou Deos nosso Senhor ao P. Marcos.
-
Caput 5.° Qui Paeis [ou pacis?] amor ac [?] Studium Apostolicis in sit Missionariis.
-
Capitulo 6.0. Do amor que mostrou Deos Nosso Senhor ao Padre Marcos.
-
Capitulo 3.0. Do amor, e charidade, que teve para com Deos, e para com proximo.
-
Cazos que podem servir para carta annua.
-
Capitulo 46. De como por cauza desta perseguição se mudou o Collegio, Seminario e Caza de Aprovação: e o amor, que estes Senhores nesta trabalhoza mudança mostrarão.
-
Parte de huma carta do mesmo P. Francisco Roiz' escrita no dito año de 1723 não sei a quem.
-
Reparo Catorce. De los descuydos en todo genero de noticias, que al Autor pudieran servir de desengaño, y al Lector deben servir de cautela.
-
Carta Apologetica em defensa da nossa appellação accusaçoens, e ameaças dos Provigarios Apostolicos. No fim se manifesta qual hè a Reverencia, e Amor que dizem tem a Companhia. 1678.
-
Patente por que o Santo Padre Jgnacio nosso Fundador faz ao Beato Padre Francisco Provincial da Jndia; E lhe concede varias graças e privilegios. Cap: 20.
-
Anno 1629. Couzas que podem servir para os Procuradores.
-
Carta do S. Magestade de 20 de Março para o P. Filippuchi a quem louva por suas virtudes, e zello de accudir pello direito de Portugal.
-
Petição que se aprezentou no concelho ao 26 de Novembro de 1615 sobre servir de fazer Bispo para China.
-
Capitulo 33. De como se ha de inquirir as pessoas da Caza a quem se dà estipendio.
-
Capitulo 5. Do modo com que se hade começar a eleição dos Officiais, que hão de servir nesta Jrmandade.
-
Vesse aefficacia da divina graça nas conversoens de alguns gentios.
-
Mons. Morgado da diocese de Macau pretende as graças de Protonotário Apostólico.
-
Portaria passada por Francisco de Lucena em que declara que El-Rei fez mercê a D. Francisco de Mascarenhas, filho de D. Nuno de Mascarenhas, pelo bom modo com que se dispôs a o servir na Índia no ano de 1622, de 600 cruzados de entretenimento cada ano, pagos naquelas partes; e que vença soldo em dia enquanto lá servir.
-
Das cerimonias, e agazalhado que se fazem aos hospedes com quem no año novo se ver o dono da Caza. Cap. 18.
-
Carta do rei ao vice-rei, em que diz ter tomado conhecimento das queixas apresentadas por D. Filipe Lobo contra a cidade de Macau e dos motivos por que D. Lourenço da Cunha e D. Luís de Meneses não quiseram servir na mesma cidade como capitães-gerais. À margem a nota "não se respondeo".
-
Capitulo 7. Do modo com que hão de começar a servir os Jrmãos novamente eleitos.