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Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.
Memorial do embaixador Alexandre Metelo a El-Rei de Portugal em nome dos Cristãos da China na grande aflição em que se acham. Feito por ordem vocal de S. M. a Rainha, a 27 de Abril de 1750. Borrão original. Tem algumas notas marginais da letra do Pe. Bento da Fonseca, Jesuíta.
FLOATING BROTHELS AND THE CANTON FLOWER BOATS (1750 ─ 1930)水上妓院和廣東 “花船” (1750 ─ 1930)
WEAVER SUCKIN AND THE CANTON SILK TRADE 1750-1781Weaver Suckin 與 1750-1781 年間的廣州絲綢貿易
Carta de Frei Rainaldo Maria de S. Giose, Carmelita Descalço, Miss. Apost., ao Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, sobre negócios da Missão. Pequim, Hai Tien, 25 de Junho de 1727. Toda autógrafa, em mescla extravagante de italiano e português.
Bilhete do Padre Carlos de Resende ao Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, agradecendo o seu "mimo" e recambiando parte dele, em que alude a cos tumes chineses.
Carta de Frei Rainaldo Maria de S. Giose, Carmelita Descalço, Miss. Apost., ao Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, sobre negócios da Missão. Pequim, Hai Tien, 25 de Junho de 1727. Toda autógrafa, em mescla extravagante de italiano e português. 1 fólio, bom estado.
Treslado do original que mandou o P. V. Prouincial Jntorcetta ao P. João Valat de 20 de Novembro de 1688.
Inquirição de testemunhas sobre a embaixada de Alexandre Metelo de Souza e Menezes. 1727 [Jun. 30]
Resposta do Governador do Rio de Janeiro Luís Vahia Monteiro à Carta de Alexandre Metelo de Sousa e Meneses de 28 de Maio de 1728. 28 de Maio de 1728.
The Missionary as Medium: China and the Origins of Enlightenment Tolerance
Borrão da Annua da Vice Provincia do anno de 1697 mandada na monção do mesmo año ao Padre Sebastião de Magalhaens confessor do Serenissimo Rey de Portugal.
Scritture Originallis sopra gl'affari della China
The Roman Archives of the Society of Jesus: Origins, Resources and Operation
Chá Gordo — Historical Origin of a Macanese Custom
Treslado de huma certidão em favor dos Padres de Tumkim. Esta certidão veio justificada pelo Juizo Eccleziastico de Macao. 3 de Novembro de 1685.
Passaporte emitido pelo secretário dos Negócios da Marinha, Estrangeiros e da Guerra, D. Miguel Pereira Forjaz Coutinho, sobre a viagem do navio "Triunfo Americano" para os portos da Ásia e regresso a Lisboa, o qual tem por mestre, José Moreira, e, por senhorio João António de Almeida.
O embaixador de Portugal ao Imperador da China Alexandre Metelo de Sousa e Meneses coloca aos Missionários a seguinte questão: "Se será conveniente que o Embaixador de Portugal na conjuntura presente fale ao Imperador da China na matéria da Missão e por que forma se pode falar, e o que pode ou não pode seguir-se de falar ou não falar e os fundamentos do valor que cada um der". Seguem-se as respostas de dezoito padres, da forma que se indica (todas as cartas se encontram no Cód. CXVI/2-6, peça 4):
Addicion Al tratado original, que compuso A R. P. Fr. Antonio de Sancta Maria. Advertencia.
Envelope do original das chapas do [...] em que concede por ordem superiores, a Macau [...] da tutanaga
Enformação que mandou Antonio Marques Moreira sobre as cartas do governo Ecclesiastico de Macao, em Abril de 1626. Relação do que ha passado sobre o negocio do Senhor Bispo de Japão.
FAMILY NETWORKS, DIASPORAS, AND THE ORIGINS OF THE MACANESE IN ASIA家庭網絡,散居地與亞洲士生葡人的起源
Et intentione De origine cultus Confusij aliorum que sapientum in Sinis [et de prima erectione Aulae in eorum honorem dicatae].
Original do Decreto do Senhor Maigrot prohibitivo de nossas opiniões acerca d... Kim Tien xiti, cu Çù, .[1693 Mar. 26]
Certidão do que sucedeu em Macau quando veio o Mandarim Anchasu Aitão, em 15 de Maio de 1625.
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.