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Dos que dizem que se não hão de baptizar estes Christaons porque retrocedem.
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Dos que dizem que se não fasão Baptismos solemnes de muita Gente, por que não vem dispostos com contrição de peccados.
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Cap. 13. das Confissoens dos doentes, e Missas que se dizem onde não ha Jgrejas.
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Cap. 11. das Confissoens dos doentes, e Missas que se dizem onde não ha Jgrejas.
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Alguas Couzas que se hão de guardar na Jgreja, Missas, baptismos, e enterramentos, para em todas as cazas aver conformidade.
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Das ordens que se deram para Jgreja; na missa, enterramentos, Baptismos, &.a. que vão à Missoens breves. [fl. 382]
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Suffragios que se hão de fazer por ordem do Nosso P. Geral pellos fundadores das rezidencias que se fazem as Christandades de Jappão e China.
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Capitulo 14. Das couzas que a Meza não poderà fazer sem junta.
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$4.0 Mostra-se com evidencia, que Jozê Vaz no cazo referido no § 2.0 não cometeo crime algum, mas fez o que era obrigado a fazer.
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Capitulo 22. Do modo com que se hão de aceitar, e executar os testamentos.
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3.a. Que se não recebão depozitos.
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Memorial de D. Juan Grau, procurador geral da cidade de Manila,suplicando se mande pôr cobro ao procedimento dos portugueses de Macau que fazem todas as diligências possíveis para que os "sangleyes" não vão vender as suas mercadorias nas Filipinas.
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Que Reliquias se hão de por nos dias de Jubileos na Capella mor para se venerar.
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Capitulo 30. De como se hão de acompanhar os padecentes.
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Noticias da China Que se não descobre o anno.
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2.a. Que se não empreste prata a Japoens.
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Quam proprio seja da Companhia de JESV ensinar a doutrina Christam; e como se perpetuou na Jndia. Cap: 4.0
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Se pode os Gancares dar... todos se façam Christaons...
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Manifesto da cidade de Manila a pedir que não fique nela nenhum dos portugueses, habitantes de Macau.
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8.a. Que se não traga prata morta a responder.
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Forma do papel em que se hão de mandar a N. P. os Votos dos Professos, e Coadjutores.
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Capitulo 27. Do modo com que se hão de receber, e despachar as petiçoens dos cativos.
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Artes mecanicas; não o são abrir sinetes; pintar; e fazer tinta. Capitulo 12.0
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Carta Apologetica em defensa da nossa appellação accusaçoens, e ameaças dos Provigarios Apostolicos. No fim se manifesta qual hè a Reverencia, e Amor que dizem tem a Companhia. 1678.