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Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo Lemos e Faria, sobre as instâncias dos mandarins de Cantão para a entrega dos chineses, novos cristãos, Sai Pedro e Salomão, e a recusa das formalidades à recepção dos mandarins em Macau por serem indecorosas à soberania portuguesa sobre a cidade
Ofício do governador e capitão-geral de Macau, Bernardo Aleixo de Lemos Faria, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, em que exige que os mandarins da Casa Branca e de Ansão entreguem o padre Soi Pedro e o novo cristão Salomão. Réplica dos mandarins pela escusa do governo e Senado de Macau de proceder à entrega dos padres
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Lázaro da Silva Ferreira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre a chegada a Macau de seis missionários italianos, sua introdução na China e consequente prisão; a réplica dos mandarins à escusa do governo e do Senado da cidade de proceder à entrega do padre Soi Pedro e do novo cristão Salomão e as observações sobre o estado das missões e dos clérigos, após a extinção dos jesuítas
Chapas dos Mandarins e resposta da Cidade.
Lista dos Saguates para o Emperador, e os mais Mandarins.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao ouvidor e os capitães dos navios, sobre a capitulação do pirata Cang Pao Sai
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Lucas José de Alvarenga, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), sobre a negligência do Senado e do seu procurador na defesa dos direitos de soberania portuguesa em Macau; o não cumprimento das ordens dos mandarins para caiar de branco o forte de São Pedro; a harmonia com o Conselho da Companhia Britânica na China, e a necessidade de fiscalização dos cofres da Fazenda
De cantam forão lançados dos Mandarins para Macao em Feuereiro e Março de 1707.
Insignias dos Mandarins: Castigo por culpas: tempo no governo: rigor contral estranhos. Capitulo 10.
Prohibição do Lipu aos Mandarins conforme a ordem que teve do Emperador.
7. Como sahi de Dinh cáo, e pratica que tive com o Mandarins Christãos.
THE SON OF MACAO AND THE MANDARIN’S HOUSE澳門之子與鄭家大屋
Minuta da tradução da chapa enviada aos mandarins superiores para que concedam aos portugueses a graça da compra da tutanaga concedida a Macau sem sem por meio dos anistas
Descreue-se o paço dos Mandarins: os costumes que nelle se guardão. Como o Padre fes vinho de Vuas. Capitulo. 14.
Ofício do assistente substituto do magistrado do distrito de Xiangshan, Li, ao procurador de Macau, informando que os mandarins dos distritos de Gaozhou (Kouchow) e de Xiangshan, vem a Macau para indagar sobre a pirataria e inspeccionar a cidade
Resposta aos éditos dos mandarins de Cantão e apologia sobre os missionários expulsos e sua obra. Inclui um édito favorável do tempo do imperador Kang-Hy. Doc. em latim.
Carta do Bispo de Macau, D. Frei Hilário [de Santa Rosa], a [D. João V], rei de Portugal, sobre a morte de um chinês praticada por um marinheiro cristão e sobre a chegada dos mandarins para devassar o caso. Pedido de orientações sobre os limites da autoridade do governador e do Bispo em casos semelhantes. Pedido de um ouvidor para Macau para juntamente com o governador e o Bispo poderem funcionar como Tribunal Superior.
Apresentam-se os Padres na Corte de Paê Kim em publico. Visitam ao Emperador, e Mandarins. Capitulo. 8.°
Levantão os mandarins Do Sul no Chincheo hum Rey por nome Lungu. Cap. 8.
Jndulgencias Da Santidade do Papa Gregorio 15.° Ás Coroas Rozarios, Jmagens, cruzes, medalhas, bentas, à instancias dos Procuradores da Canonização dos Santos Jzidoro Jgnacio, Francisco Xavier, Thereza, e Felippe, em Março de 1622.
Jndulgencias Da Santidade do Papa Gregorio 15.° Ás Coroas Rozarios, Jmagens, cruzes, medalhas, bentas, à instancias dos Procuradores da Canonização dos Santos Jzidoro Jgnacio, Francisco Xavier, Thereza, e Felippe, em Março de 1622.
Cópia da participação dos mandarins Bo Lin, Ying Hui e Song A, sobre o litígio ligado ao caso de Ye Heng-Shu, mandarim do distrito de Xiangshan, preso por falsa acusação de implicação no tráfico de ópio
Com o favor de Mandarins amigos melhoraramse as cousas de Nan Chám. Capitulo 14.0
Levantão os Mandarins do Sul no Chincheo hum Rey por nome Lungu. Capitulo 8.º
Certidão authenticada de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade com os Mandarins, e Miguel Pinto aserca dos muros que se desfizerão que impunhão aos Padres da Companhia falçamente. [1626 Set. Nov]