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Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta de guia, em nome d´El-Rei, firmada pelo Conde Almirante, Vice-Rei, mandando a D. Francisco de Mascarenhas, Capitão Geral da Cidade de Macau, que entregue a dita Cidade a D. Filipe Lobo, que vai provido na dita Capitania Geral.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Filipe III], rei de Portugal e de Espanha, sobre a impossibilidade de se pagarem as ordinárias ao Bispo e ao ouvidor, as boas relações do governador-geral, D. Filipe Lobo, com os mandarins e o provimento do Bispo do Japão, D. Diogo Valente.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
Carta do rei ao vice-rei, em que diz ter tomado conhecimento das queixas apresentadas por D. Filipe Lobo contra a cidade de Macau e dos motivos por que D. Lourenço da Cunha e D. Luís de Meneses não quiseram servir na mesma cidade como capitães-gerais. À margem a nota "não se respondeo".
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
De huma missam que fez o Padre Jgnacio Lobo.
De huma missão que fez o P. Jgnacio Lobo.
Itinerário abreviado do P. Jerónimo Lobo : navegante, descobridor e missionário
Carta patente de [D. João] (príncipe regente de Portugal), a D. António d'Eça da Gama Lobo, sobre a sua graduação em capitão de mar-e-guerra da Armada Real.
Juramento dos fidalgos da cidade de Macau prestado ao rei D. Filipe II de Espanha, como rei de Portugal.
Exposição do [provedor da Casa da Índia, D. José Joaquim Lobo da Silveira], sobre a conveniência de exportar tabaco do Brasil para a China, via Macau
Anno de 1645 [Nov. 20]. Certidão de D. Sebastião Lobo de Sylveira Capitão Geral de Macao dos serviços que nestas partes faz a Deos a Companhia de JESVS.
Anno de 1643 [Ago.1]. Certidão de D. Sebastião Lobo de Sylveira Capitam Geral de Macao de que consta a felicidade dos Pes. da companhia na ditta Cidade aclamandose nella o Serenissimo Senhor Rey de Portugal Dom João o 4.0.
Consulta do Conselho Ultramarino a [D. João IV], rei de Portugal sobre a prisão do administrador da Fazenda Real em Macau, Diogo Vaz Freire, por ordem do capitão-geral, D. Sebastião Lobo da Silveira
Anno de 1644 [Out. 26]. Certidão passada pello Capitam Geral de Macao D. Sebastão Lobo de Sylveira de que consta a lealdade dos Padres da companhia e o que fizerão pella paz e quietação desta Cidade na aclamação do Senhor Rey de Portugal D. João o 4.0.
Relação do [provedor da Casa da Índia], D. José Joaquim Lobo da Silveira, sobre os navios oriundos da Ásia, 1778 a 1784, cujas negociações não foram satisfeitas aos credores europeus.
Carta régia [cópia] com as resoluções de nove consultas do conselho de Estado sobre matérias da Índia, em que uma delas é sobre o que escreve, de Macau, D. Filipe Lobo [governador], acerca de um João Cavaly, estrangeiro "compreendido em ter trato e correspondencia com os holandeses". O rei ordena que se escreva ao vice-rei, e que caso se confirmarem as culpas de João Cavaly, o "prenda e proceda como for de justiça"
Ofício de D. António de Eça Lobo de Almada e Castro ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), em que agradece a sua nomeação para governador da praça de Damão.
Certidão authenticada de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade com os Mandarins, e Miguel Pinto aserca dos muros que se desfizerão que impunhão aos Padres da Companhia falçamente. [1626 Set. Nov]
Certidão autentica de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade, e de Miguel Pinto, Acerca dos muros que se desfizerão, que impunhão falsamente aos Pes da Companhia de Jesvs. [1626 Set. 20]
Ofício do capitão de mar-e-guerra, D. António d'Eça Lobo de Almada e Castro, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), em que renova o pedido de nomeação para o Governo de Damão.
Visita regular às casas da China pelo provincial Fr. José Lobo. Decretos e disposições deste para a casa - missão de Macau.
Carta passada pelo vice-rei, D. Filipe Mascarenhas, em nome do rei D. João IV, a favor de Amaral de Meneses, na qual o nomeia capitão-mor da cidade de São Tomé de Meliapor, com jurisdição em Negapatão.
Ofício de D. José Joaquim Lobo da Silveira ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre a chegada da nau "Nossa Senhora da Vida, Santo António e Madalena", vinda de Macau
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.