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Carta do capitão-geral de Macau, Diogo de Pinho Teixeira, a [D. João V], rei de Portugal, a informar que os barcos que apartassem a Macau não deveriam pagar os direitos aduaneiros aos chineses se não fossem de comércio. A conveniência para a Fazenda Real em serem as naus do Reino a fazer o comércio de Macau e as medidas a adoptar para esse comércio.
Sobre se deixar o comércio de Macau, Timor e Solor livre para a Junta da Companhia do Comércio.
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para o rei, em que informa que é impossível mandar barcos, visto as dificuldades serem muitas, os moradores não terem dinheiro para os armar e os moradores de Macau estarem com o comércio do Japão suspenso. Sobre a conveniência que há em se não deixar proibir o comércio de Macau para Manila, pois que o contrato das sedas de Sevilha, origem desta proibição, não é tão importante como o comércio da China; donde poderá vir a prata que Macau necessita será só de Manila, visto não haver esperanças que ela continue a ser dada pelo Japão.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a advertência dos comerciantes estrangeiros que vão a Cantão, para tratarem do seu comércio e que devem informar sobre a data da partida o mandarim sub-prefeito de Macau
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a advertência aos comerciantes estrangeiros que vão a Cantão, para tratarem do seu comércio e que devem informar o mandarim sub-prefeito de Macau sobre a data da sua partida
Carta do vice-rei da Índia ao rei sobre vários assuntos, destacando o que se refere à quebra do comércio da China e à diminuição das rendas reais com o emiquecimento do inimigo. Ficou decidido que fossem à China 4 galeotas para transportar mercadores e suas fazendas.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro II], rei de Portugal, sobre as medidas prejudiciais ao comércio de Macau que são a liberdade de comércio na China que acolhe muitos estrangeiros concorrentes e a instituição de tribunais chineses para a cobrança de impostos sobre todo o comércio
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre a autorização do comércio de Macau com Manila, enquanto estiver fechado o comércio com o Japão
§. 3.º Do modo com que se esconderão os PP. Missionarios para que não fossem prezos, e desterrados.
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, sobre a comunicação referente a concessão de uma licença de comércio a um comerciante para ir a Cantão tratar do seu comércio
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, sobre a concessão de uma licença de comércio a um mercador inglês, (Manuel Sousa), para ir a Cantão tratar de comércio
ALMÍSCAR, CALAMBAQUE E AZOUGUE NO COMÉRCIO MACAU-JAPÃO E NO COMÉRCIO DA ÁSIA ORIENTAL (CERCA DE 1555-1640)
Do Comércio à PilhagemOs Contextos dos Assaltos Portugueses nos Mares da Ásia
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, informando sobre a entrega de uma licença de comércio ao mercador inglês Manuel Sousa, para ir a Cantão tratar do seu comércio
Redes de Comércio em Malaca
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador José Filipe Pires da Costa, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, [D. Nuno Caetano Álvares Pereira de Melo] (duque de Cadaval), sobre a intimação do comité da Companhia Inglesa ao governo chinês da suspensão do comércio, em consequência do conflito originado na não observância, por parte dos ingleses, do regulamento sobre a comunicação e comércio com estrangeiros
Carta de Wen Jin-Quan a Tang Zong-Yu, sobre o comércio de ópio
Parecer (castelhano) sobre o comércio da Índia para a China, Japão e Manila. Madrid.
Sobre consultas de Portugal relativas a tratados de comércio entre Filipinas, Macau e China.
Carta sobre o comércio da China.
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, sobre a comunicação referente a concessão de uma licença de comércio para o comerciante inglês Brown, para ir com os outros comerciantes a Cantão para tratarem do seu comércio
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João], príncipe regente de Portugal, sobre as providencias para a prosperidade do comércio de Macau; a residência de estrangeiros na cidade; o comércio do ópio e a distinção entre a Fazenda Real e património do Senado
A ‘Armação’ e o Comércio da Seda Crua entre Macau e Japão (Séculos XVI-XVII)
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, sobre a informação da concessão de uma licença de comércio ao comerciante Mattos, de Sumatra, residente em Macau, para ir a Cantão para tratar do seu comércio
Informação das vantagens do comércio do chá.