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Carta do vice-rei ao rei em que diz que a Fazenda Real se encontra exausta e que as necessidades na Índia são enormes e tendo que se remediar imediatamente este mal, procura por todas as formas que as cidades e os vassalos do rei lhe dêem o seu auxílio por sua livre vontade. Nesta ordem de ideias e como a cidade de Macau estava livre dos impostos obrigatórios para as outras cidades, enviou-lhe uma carta pedindo que Francisco Mascarenhas, a Companhia de Jesus, Lopo Sarmento de Carvalho e seus parentes armassem embarcações à sua custa para as vigilâncias da navegação comercial daquela cidade para a Índia e Manila ao que todos acederam.
De huma subita afronta em que se vio a Çidade de Mallaca, a qual por industria do Beato Padre Francisco foi livre dos inimigos. Cap: 12.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
Carta régia para o vice-rei da Índia em que lhe recomenda a fortificação da cidade de Macau e que não tragam dali escravos chineses.
De algumas Couzas que acontecerão a marta depois de livre dos demonios.
De algumas couzas que acontecerão a Marta depois de livre dos demonios.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que lhe proíbe, terminantemente, a venda das viagens de Manila e lhe ordena que a venda das viagens do Japão seja feita em Goa, podendo ser rematadas à cidade de Macau "tanto pello tanto" se esta cidade se comprometer a sustentar o presídio.
Carta do príncipe para o vice-rei sobre o estado miserável em que se encontra a cidade de Macau e necessidade de lhe enviar socorros.
Carta do capitão-geral de Malaca, António Pinto da Fonseca, para o vice-rei da Índia, em que foca, entre outros, os seguintes assuntos: no fim de Janeiro chegou a Macau um cho que vinha da China e que avistou os inimigos europeus em dois lugares, onde nunca tinham sido vistos; a cidade de Macau continua desobediente e quer ser "senhorio livre" etc.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, a ordenar que as viagens de Solar e Timor fossem livres para os moradores de Macau e a sua distribuição feita em pautas cerradas
Carta do Bispo de Macau, D. Alexandre [da Silva Pedrosa Guimarães], a [D. José], rei de Portugal, em que afixa os papéis contra as pastorais sobre a bula de extinção e os pedreiros livres
Carta régia ao vice-rei da Índia em que o rei lhe agradece as diligências efectuadas com a cidade de Macau para a convencer a armar, à sua custa, alguns navios que corressem os mares do Sul em defesa dos navio mercantes que fossem para a Índia e Manila. Recomenda-lhe que o informe do que tiver conseguido sobre esta matéria.
§. 7. De alguns energumenos, que pellas oraçoens dos christaons forão livres do Demonio.
Sam muitos os que se vem livres do Demonio em que ha couzas extraordinarias. Capitulo. 12.
Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, para que, procedendo às diligências e assento que nele se apontam, possa a Cidade de Macau comprar mais outra viagem de Japão além da que lhe é concedida, para acudir à fortificação e paga do presídio.
Livres do demonio por virtude dagoa benta, orações, e exorcismos. Capitulo.
Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, para a Cidade de Macau fazer pagar a D. Francisco de Mascarenhas, que ora ia por Capitão Geral dela, seu ordenado aos quarteis do ano (eram 4$ xerafins por ano) assim como o for vencendo, descontando-se-lhe 2$ xerafins que, à conta dele, lhe foram dados pelos Procuradores da dita Cidade.
Carta do vice-rei ao rei em que informa que mandou dizer à cidade de Macau que servisse bem para merecer a graça do rei da suspensão do castigo que deveria sofrer pelas culpas que se provaram. E conforme esta cidade atender a este aviso, assim se procederá.
Informação para a cidade de Macau que lhe serão pagas pelos bens do falecido governador, António da Silva de Melo, as quantias que o mesmo lhe ficara a dever.
Carta de António Pais de Sande, governador da Índia, para Aminadin Ussene Raibará, embaixador do rei de Sião, em que o informa que, antecipando até o seu pedido, já ordenara à cidade de Macau que fizesse pagamento a ele da quantia que ainda lhe era devida do empréstimo que fizera à referida cidade, para esta enviar embaixador ao rei da China. Mais uma vez salienta a boa amizade que deseja manter entre Portugal e Sião.
Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, em que dizem os moradores que ao pedirem um capitão-geral e cem soldados para defender a cidade, nunca pensaram que seria a cidade a pagar esta despesa, visto que a cidade é também do rei de Portugal. Os holandeses têm procurado convencer os chineses a permitirem-lhes embarcar e carregar nos seus portos, o que causaria grandes danos a Macau.
Carta do vice-rei da Índia, em resposta à carta do príncipe regente, de 3 de Março de 1672, em que informa que António Barbosa está em Macau como capitão-geral da cidade e que na próxima monção lhe mandará aviso sobre a mercê que o príncipe lhe fez, embora ache que não é pessoa com habilitações para desempenhar o cargo de secretário.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se lhe recomenda grande cuidado na escolha dos capitães de Macau, devendo estes serem de boa posição social, experientes e "de quem se possa fiar hum posto tam arriscado", e nega-se a deferir o requerimento que a mesma cidade lhe apresentou para que o referido cargo fosse abolido.
Sobre se deixar o comércio de Macau, Timor e Solor livre para a Junta da Companhia do Comércio.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que lhe recomenda que combine com o governador de Manila o plano para expulsar os holandeses da ilha Formosa e assim como as medidas a tomar contra os inimigos comuns, e se ponha em contacto com a cidade de Macau.