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Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena o ouvidor e juízes ordinários de Macau que apenas conheçam as causas que lhes dizem respeito na forma dos seus regimentos e que se permitam às partes apresentarem recursos para os superiores
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que os escrivães dêem às partes os traslados de todos os documentos dos seus cartórios que lhes forem requeridos e dos que se lhes apresentarem para instruir os processos
Provisão (cópia) de D. João V, rei de Portugal, aos oficiais da Câmara de Macau, a repreendê-los pelo seu comportamento para com o ouvidor, Dr. António Moreira de Sousa, impedindo-o que prendesse o juiz ordinário Manuel Lopes. Ordena que o reconheçam como seu superior, dando-lhe a conhecer as causas com recurso por agravo.
Requerimento dos directores da Companhia de Comércio de Macau a [D. João V], rei de Portugal, em que pedem para o Senado lhes cobrar apenas a 5ª parte dos direitos das mercadorias
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, a ordenar que nas eleições gerais se admitam apenas para vereadores e procuradores pessoas com 40 anos de idade e para juízes ordinários com 30 anos
Dos que dizem que se não hão de baptizar estes Christaons porque retrocedem.
Cap. 13. das Confissoens dos doentes, e Missas que se dizem onde não ha Jgrejas.
Cap. 11. das Confissoens dos doentes, e Missas que se dizem onde não ha Jgrejas.
Da terra, e agoa, sua figura, e graos de elevação em que dizem estar. Cap. 14.
Dos que dizem que se não fasão Baptismos solemnes de muita Gente, por que não vem dispostos com contrição de peccados.
Dos que dizem que não hão de fazer Christaons se não os que vão se a proprio motu pedir o Baptismo.
APENAS UM DEPOIMENTO E O “EXÍLIO” DE CHAVES
Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, em que dizem os moradores que ao pedirem um capitão-geral e cem soldados para defender a cidade, nunca pensaram que seria a cidade a pagar esta despesa, visto que a cidade é também do rei de Portugal. Os holandeses têm procurado convencer os chineses a permitirem-lhes embarcar e carregar nos seus portos, o que causaria grandes danos a Macau.
Carta de 2 Padres Francesses, que dizem serem nossos da Companhia de JESVS pera o P. Visitador Francisco Nogueyra. [1692 Jul. 17]
Requerimento do Pe. José Manuel de Bastos, ao [ouvidor-geral de Macau], conselheiro [Miguel de Arriaga Brum da Silveira], em que pede certidão dos autos de recurso sobre a côngrua requerida no Juízo da Coroa
De hum dos mais ordinarios Cazos que athe gora acontecerão nesta missão.
Alvará do vice-rei da Índia, conde de Linhares, em que ordena que se tomem medidas repressivas e se imponham penalidades aos mercadores que trazem da China ouro e fazendas manuais com intenção de fazerem contrabando com os inimigos da Europa que encontram no mar, que causa a perda das fazendas dos mercadores que lhes fizeram encomendas.
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, em que pedem para que o cargo de ouvidor seja ocupado apenas por indivíduos moradores em Macau.
Carta Apologetica em defensa da nossa appellação accusaçoens, e ameaças dos Provigarios Apostolicos. No fim se manifesta qual hè a Reverencia, e Amor que dizem tem a Companhia. 1678.
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para Sua Majestade, sobre o prejuízo para a cidade de Macau motivado pelo impedimento do comércio com o Japão por causa dos holandeses. Os moradores pedem que se lhes conceda um meio para negociarem as sedas da China que têm em grande abundância.
Deferem-se as súplicas do Bispo de Macau a respeito da abstinência.
Carta para o rei, escrita de Manila, sobre o comércio que os mercadores portugueses fazem com a China e Manila e o intento que têm de o fechar, por causa da má correspondência que os moradores destas partes lhes fazem. Refere-se também à venda das viagens de Macau e Japão que o conde de Linhares tinha feito em Ceilão.
Termo de registo a respeito do relatório sobre o trabalho das autoridades sínicas
Manoscritto em que se prova que a forma de Bauptismo pronunciada em Lingua Annamica he verdadeyra.
Novo ordinário da missa : livro dos fiéis