-
Carta do Senado da Câmara de Macau, a [D. João V], rei de Portugal, a pedir para que se veja o documento junto e se o defira para remédio do miserável estado em que se encontra a cidade por falta de comércio
-
Carta do vice-rei da Índia para o príncipe em que informa que Mateus da Cunha de Sá se encontra em Macau e se achar razões que justifiquem a sua ida ao Reino, conceder-lhe a licença.
-
Carta do príncipe para o vice-rei, sobre o caso do dinheiro que se entregou a Coge Minas; sobre a concessão que se lhe deu para enviar barcos a Mombaça e a Macau. Concorda com a resolução do vice-rei.
-
Carta régia [cópia], para o conde de Vila-Verde, vice-rei da Índia [D. Pedro António de Noronha], a ordenar que examine o "Memorial do miserável estado da cidade do nome de Deus de Maccao", que junto envia.
-
Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, focando vários assuntos: os moradores desta cidade mostram-se desolados por os conselheiros enviados não terem informado bem ao vice-rei sobre o estado miserável de Macau, como, por exemplo, como pagar o presídio e armar navios para combater os rebeldes holandeses, etc.
-
Carta do vice-rei ao rei em que diz que a Fazenda Real se encontra exausta e que as necessidades na Índia são enormes e tendo que se remediar imediatamente este mal, procura por todas as formas que as cidades e os vassalos do rei lhe dêem o seu auxílio por sua livre vontade. Nesta ordem de ideias e como a cidade de Macau estava livre dos impostos obrigatórios para as outras cidades, enviou-lhe uma carta pedindo que Francisco Mascarenhas, a Companhia de Jesus, Lopo Sarmento de Carvalho e seus parentes armassem embarcações à sua custa para as vigilâncias da navegação comercial daquela cidade para a Índia e Manila ao que todos acederam.
-
Carta do vice-rei, Vasco Fernandes César de Meneses, para o general do N arte, Manuel de Sousa de Meneses, em que se refere ao assento que o Conselho da Fazenda foi obrigado a tomar, para pôr cobro ao miserável estado da tropa, em Damão, e lhe sugere remedeie esta situação de qualquer modo. Informa da chegada do barco da China a Mangalor.
-
Cartas do rei Afonso VI ao vice-rei da Índia, D. João Nunes da Cunha, sobre o aperto em que está a cidade de Macau; sobre o socorro e sobre o capitão-geral que se mandou; sobre a embaixada ao Tártaro; sobre um navio enviado a Tonquim para abrir aquele comércio e procurar daquele rei que continue guerra ao Tártaro; sobre o envio de outro navio a Sião para continuar, também, aquele rei com socorros a Macau; vão as quatro cartas que acusam da cidade de Macau e a que Sua Exª escreveu ao imperador da China.
-
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre o estado em que se encontra a Escola Real de Pilotos e a necessidade da sua preservação. Pedido de nomeação de um lente para o segundo ano perito em observações astronómicas
-
Agradecimento de Sua Majestade a Francisco Loureiro de Carvalho por se ter oferecido para transportar salitre de Bengala, devido aos inconvenientes que aquela viagem lhe trouxe. Ele encontra-se em Macau.
-
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro], príncipe regente de Portugal, em que faz referência aos direitos sobre o rendimento das viagens impostas pelo vice-rei, à impossibilidade de a cidade pagar esses direitos, à grande concorrência comercial por parte dos holandeses e ao pedido de socorros para defesa e conservação do presídio.
-
Requerimento de Margarida Huet a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede passaporte para se recolher com toda a sua família em Macau, onde já se encontra o seu marido estabelecido
-
Carta do príncipe regente para o vice-rei sobre a necessidade de acudir os seus vassalos que se encontram em Macau, em circunstâncias precárias, causadas pelo mau governo de D . Álvaro da Silva, o qual deve ser castigado.
-
Relatório da Associação Macaense de Socorro Mútuo em Xangai
-
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], João Cabral de Estifique, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, José António de Oliveira Leite de Barros] (conde de Basto), sobre a exposição enviada ao vice-rei da Índia acerca da miserável representação do governador de Macau
-
Carta do vice-rei da Índia, em resposta à carta do príncipe regente, de 3 de Março de 1672, em que informa que António Barbosa está em Macau como capitão-geral da cidade e que na próxima monção lhe mandará aviso sobre a mercê que o príncipe lhe fez, embora ache que não é pessoa com habilitações para desempenhar o cargo de secretário.
-
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que lhe proíbe, terminantemente, a venda das viagens de Manila e lhe ordena que a venda das viagens do Japão seja feita em Goa, podendo ser rematadas à cidade de Macau "tanto pello tanto" se esta cidade se comprometer a sustentar o presídio.
-
Carta de Francisco Vieira de Figueiredo para o governador da Índia, sobre o estado lamentável em que Macau se encontra.
-
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
-
Embaixada com presente de peças de Artelharia, que a Cidade de Macao mandou ao Emperador da China com socorro de Portuguezes. Capitulo. 2.°
-
Informação sobre serviços prestados por António de Sequeira que, de momento, se encontra em Macau.
-
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João IV], rei de Portugal, em que se refere à embaixada ao reino do Japão, às causas por que não deve seguir a embaixada que se encontra em Macau, às modificações necessárias ao seu regimento, sobretudo no aspecto religioso e à necessidade de mais força e aparato
-
Carta régia para o vice-rei da Índia em que lhe recomenda a fortificação da cidade de Macau e que não tragam dali escravos chineses.
-
Carta [cópia] de Luís Carvalho [e Sousa] [governador de Macau], com o relato do estado em que se encontra o Império da China na sequência da morte do rei e guerra do Tártaros.