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Notícias das missões na China. Necessidade de levantar os edifícios destruídos durante a perseguição. Atitude desfavorável do Bispo de Macau para com os religiosos espanhóis.
Tumultos antimissionários. Traduções dos pasquins antirreligiosos durante as tentativas de perseguição às missões em Quangtung.
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino sobre a expulsão de Macau dos religiosos da Propaganda pelo capitão-geral, Diogo de Pinho Teixeira. O Conselho concorda com esta atitude, mas aconselha também a expulsão dos religiosos castelhanos
Sobre a recomendação que se faz ao governo de Macau dos religiosos espanhóis que vão para a China, pondo-se em relevo o desejo de que os portugueses e os espanhóis mantenham boas relações e cordial entendimento nos assuntos comerciais.
Rezolvem os Mandarins de Cantam levantar hum novo Rey por nome Yum Lye. Cap. 9
Rezolvem os Mandarins de Cantam levantar hum novo Rey por nome Tum Lie. Capitulo 9.0
Atitude do Bispo de Macau, perante o pedido de autorização para os Revdos. Padres Júlio Augusto Massa e Aureo da Costa Nunes serem nomeados professores do Liceu Nacional Infante D.Henrique
Capitulo 40. Dos paços, e fabricas de Quambacu, e do em que excedem, ou sam inferiores os edificios de Japão aos nossos de Europa.
PORTUGUESES E ESPANHÓIS EM MACAU E MANILA COM OS OLHOS NA CHINA
Capitulo 45. De como se começou logo a levantar a perseguiçam contra a Conversam de Ximabara.
Relação da Missão de Nghêan no Reino de Tukim do año de 1675. § 1.º. Trato de levantar nova Jgreja em Ki Lan, e tratão os Clerigos de ma impedir.
Relatório sobre os acontecimentos, em Macau, durante a presença britânica.
A Diocese de Macau durante os anos de 1967 a 1997
Carta de André Coutinho, sacerdote português, a um religioso, sobre as missões da China.
Capitulo 48. De como Dom Bartholomeo foi destruido, e a Povoacam de Yocoxiura queimada, e assolada: e da profição que fez o Padre Cosme de Torres antes disto.
Carta do príncipe regente para os governadores da Índia sobre o pedido do rei de Espanha para que os religiosos dominicanos e franciscanos pudessem entrar em Macau para as missões da China.
Ofício do assistente do magistrado do distrito de Xiangshan, Wu, ao procurador de Macau sobre a notificação ao português, Francisco Pereira, para levantar os seus haveres que tinham sido roubados por Ye Ya-Man
De como os Christaons desta Corte se houverão nesta perseguição.
Do que se passarão os PP. neste tempo da perseguição.
Levantose muy grande persecucion contra la Christiandad y Don Bertolame fue hechado de su estado y destruido el puerto de Yocoxeura y los Padres puestos en grande aperto. Cap. 19.
Ofício do Bispo de Macau, D. Marcelino [José da Silva], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre fortificações; habitantes; edifícios; comércio; dependência dos chineses; necessidade de embaixada a Pequim; estrangeiros em Macau; tumultos na cidade provocados pelo assassínio de três chineses
Cálculo demonstrativo dos danos provocados à Fazenda Real e aos comerciantes de Macau, na exportação que de Macau fazem os espanhóis de Manila.
Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, em que informa que dois religiosos espanhóis causaram grande perturbação, em Macau, por quererem entrar na China, e censura o procedimento do governador eclesiástico a quem ordenou que recolhesse a Goa.
Como se houverão os Padres na perseguição de 634. E como se hão com os Cathequistas. [1634 Abr. 21]
Capitulo 45. Da nova perseguição, que Yquinocamidono com outros levantarão contra os Pes e Christandade.
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.