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Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Os Jesuítas e o comércio entre Macau e o Japão
A ‘Armação’ e o Comércio da Seda Crua entre Macau e Japão (Séculos XVI-XVII)
Carta do procurador-geral da província do Japão, Pe. António Francisco Cardim, a [D. João IV], rei de Portugal, sobre enviar uma embarcação à China para o restabelecimento do comércio e conservação de Macau
ALMÍSCAR, CALAMBAQUE E AZOUGUE NO COMÉRCIO MACAU-JAPÃO E NO COMÉRCIO DA ÁSIA ORIENTAL (CERCA DE 1555-1640)
Gusmão, Pe. - História das missões da Índia, China e Japão.
Inquirição sobre o caso do P. Paulo dos Santos e o comércio do Japão. 1636.
Anno de 1670. Petiçam feita ao Gouvernador do Bispado da China, e Macao pello P. Provincial de Japão sobre a prizão de huns Missionarios Apostolicos e o mais que diz nella.
Parecer (castelhano) sobre o comércio da Índia para a China, Japão e Manila. Madrid.
Carta que o pe. mestre francisco screue de Japão a goa perque manda chamar o pe. Mestre gaspar e outros dous padres para o la ajudarem a 5 de Nouenbro de 1549.
Referência à embaixada ao Japão, à fundação do colégio pelo Pe. Valignano, em Macau, a Malaca, à embaixada, a Cochim e Goa, etc. e à morte, em Macau, do Pe. Valignano, etc.
Jesuítas - Carta de Macau sobre os sucessos das missões da China, Cochinchina e Japão, do Pe. João Rodrigues Girão.
Carta do Pe. Francisco Cabral, jesuíta português, a Filipe II, descrevendo o estado em que se acham aquelas partes e o Japão.
O Bispo Coadjutor de Macau diz dos seus documentos, indispensáveis para a confirmação
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre a autorização do comércio de Macau com Manila, enquanto estiver fechado o comércio com o Japão
Copia de huma do Japão do Jrmão Luis dalmeida pera o pe.P. Mestre Belchior de 1560.
Reposta à Replica sobre o que ella diz acerca do 3.º Texto, e Apontamento.
Copia de huma de Japão do pe. Gaspar vilela pera o pe Antonio de quoadros prouincial da Companhia de Jesu na Jndia a 17 dagosto de 1561.
Copia de huma de P. Balthesar diz de Malaqua pera o pe. prouincial da Jndia sobre sertas informacões de terras Reinos muito dispostos pera receber a fee, a 3 de dezembro de 1559.
Copia de huma de P. Balthesar diz de Malaqua pera o pe. prouincial da Jndia sobre sertas informacões de terras Reinos muito dispostos pera receber a fee, a 3 de dezembro de 1559
Carta régia para o vice-rei da Índia, D. Duarte Meneses, em que, entre muitos assuntos, diz concordar com as razões apontadas pelo vice-rei sobre não haver capitão, em Macau, e ordena que esta cidade continue a governar-se pelos capitães das viagens da China e Japão.
Declaração de Diogo de Nofraga (?) em que diz ter recebido do P. Procurador de Japão certa quantia de esmola de 20 missas que deixou o Irmão Fellipe Dinis. Macao 10 de Dezembro de 1647.
Giram, Pe. João Rodrigues, S. J. - Carta escrita de Macau, ao padre Bartolomeu de Sequeira, procurador-geral das províncias da China e Japão, em Goa.
Diz o Padre Francisco missa nova: adoece e na doença he visitado do Glorioso Sam Jeronimo. Cap. 5.º
MISSIONÁRIOS OU RICOS MERCADORES? O COMÉRCIO DA SEDA ENTRE O JAPÃO E MACAU NOS SÉCULOS XVI E XVII他們是傳教士還是商人?16-17 世紀日本與澳門之間的絲綢貿易
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.