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Alvará do Vice-Rei em que, porquanto vai Capitão Geral e gente do presídio para assistir na Cidade de Macau por respeito do cometimento que os inimigos da Europa fizeram o ano anterior contra ela e perigo em que esteve posta, ordena que as coisas tocantes ao bem e conservação daquela Cidade se tratem em Conselho, e que no dito Conselho se achem com o Capitão Geral o Bispo do Japão, o Pe Governador do Bispado da China, o Sargento-Mor e o Vereador mais velho que servir na Câmara.
Alvará do dito, em que declara que, porquanto vai Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não ha-de o Capitão da viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer a sua viagem.
Alvará do Vice-Rei em que declara que, porquanto vá ora Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não há-de o Capitão da Viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer sua viagem.
Aviso do [secretário de estado], Diogo de Mendonça Corte-Real, ao [conselheiro do Conselho Ultramarino], José Carvalho de Abreu, para se dar parecer sobre o pedido de [Luís XV, rei de França], para que se consinta que os missionários expulsos da China, seus vassalos e de outras nações, possam assistir n a cidade de Macau
Ordem dada pelo vice-rei, D. Filipe Mascarenhas, a Diogo Coutinho Docem, capitão-geral de Macau, mandando incluir Manuel de Magalhães no número das pessoas que, segundo o regimento, deverão assistir-lhe no conselho.
Consulta do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre a situação da cidade de Macau. Envio de socorros. Relações dos holandeses com a cidade de Cantão. Resolução régia para que o Conselho dê o seu parecer sobre o assunto. No mesmo documento, uma consulta, de 1656-12-07, e outra consulta inclusa da data da anterior com o parecer do Conselho
Consulta do Conselho de Portugal sobre o que propõem os oficiais da Câmara de Macau para que o Bispo desta cidade se mude para as Filipinas.
Consulta do Conselho Ultramarino a D. Pedro II, rei de Portugal, sobre o estado deplorável da cidade de Macau. É parecer do Conselho que o vice-rei do Estado da Índia deve tomar medidas para enfrentar a situação
Carta [cópia] do bispo D. Pedro de Castilho para o rei [Filipe II], com a qual envia três Consultas do Conselho da Índia, uma das quais sobre não se deferir a pretensão de D. Jerónimo de Almeida no que toca à comenda e viagem da China, que refere, "pois o tempo que esteve en Angolla foj com escandalo e contra o serviço de V. M. de . . . "
Provisão d'El-Rei, dada em Madrid a 23 de Janeiro de 1608, em que dispensa, nas proibições postas sobre comércio, o Capitão da Cidade de Macau, quando para isso fôr requerido pelo Governador das Filipinas, para que o proveja de munições e outras coisas necessárias à defensão das ditas Ilhas.
Carta do Senado de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que propõe mais um médico nacional, porque o que existe é insuficiente para assistir à tropa, hospitais e indigentes
Principião as noticias do Anno de 1606. Controversia que houve entre o P. Governador de Bispado Fr. Miguel dos Santos, E o P. Valentim de Carvalho da Companhia de JESUS Comissario de Santo Officio. Pela qual esteve em perigo de perder a Cidade de Macao.
Principião as noticias do Anno de 1606. Controversia que houve entre o P. Governador de Bispado Fr. Miguel dos Santos, E o P. Valentim de Carvalho da Companhia de JESUS Comissario de Santo Officio. Pela qual esteve em perigo de perder a Cidade de Macao.
Anno de 1720. Lista dos Bautismos, que fez o P. Caetano Lopez no tempo que esteve nesta residencia de Quéy lin atè 724. [1720-1724]
Despacho do Conselho Ultramarino para o procurador da Coroa para dar parecer sobre as desordens que tiveram lugar em Macau entre os moradores da cidade e o governador Diogo de Pinho Teixeira
Consulta do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre os ordenados e liberdades dos capitães, oficiais e marinheiros dos navios que vão para a China. O Conselho propõe o que se deve conceder
Maravilhas que fez Sam Francisco Xavier em algumas terras onde forão postas suas jmagens. 4941 Copia de huma carta que hum Cidadam da Cidade de Aquila escreveo a hum Padre da Companhia de Jesu da Provincia de Napoles. [1657 Out. 10]
Declaração em Portuguez do despacho del Rey de hum memorial, que o Pim pù Prezidente do conselho da guerra tornou a dar a El Rey para mais, e mais confirmar as Liberdades, que pede a Cidade de Macao.
Aviso (cópia) do [secretário de estado], Diogo de Mendonça Corte-Real, ao [conselheiro do Conselho Ultramarino], António Rodrigues da Costa, em que ordena que o tesoureiro do Conselho Ultramarino entregue ao tesoureiro da Casa da Moeda de Lisboa todo o ouro e prata que trouxe a nau vinda de Macau, e que um deles informe se alguma das parcelas pertence ao Conselho Ultramarino.
Decreto de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que o Conselho Ultramarino consulte sobre as representações do Bispo de Macau, governador e Câmara da mesma cidade acerca da carta de um mandarim de duas províncias da China
Ordem do Conselho Ultramarino ao corregedor do Crime do Bairro do Rossio, Francisco de Faria e Barros, para que veja os capítulos [da queixa que fizeram os moradores de Macau contra o governador e capitão-geral António Moniz Barreto, o ouvidor doutor António Moreira de Sousa, Manuel Vicente Rosa e outros], e tire o testemunho das pessoas que estiveram naquela cidade e informe com o seu parecer
Consulta do Conselho Ultramarino sobre a representação da Câmara de Macau, para que o cargo de ouvidor seja preenchido pelo vereador mais antigo e não designado pelo vice-rei da Índia. O parecer do Conselho é de que se deve extinguir o cargo, sendo suficiente haver o juiz ordinário e o juiz dos órfãos
"Relação da fortaleza, poder e trato com os Chinas que os olandeses tem na ilha Fermosa dada por Salvador Diaz natural de Macau que lá esteve cativo e fugio em hua soma".
Alvará passado pelo vice-rei da Índia, conde de Aveiras, em que ordena, nos termos da resolução do Conselho da Fazenda, que traga para a cidade de Goa, pelo pataxo inglês "Hide", todo o cobre do Estado que se acha em Macau e desnecessário para as despesas desta cidade e assim como em outro pataxo inglês que irá de Surrate para Bantão, ou em outra qualquer nau inglesa, o cobre do Estado que se achar em Macassar.
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino a D. José, rei de Portugal, sobre a aplicação do alvará de 1609 que determina que as residências dos governadores devem ser da competência do desembargador. O parecer do Conselho é de que o alvará se deve aplicar apenas ao Estado da Índia e que este assunto respeitante a Macau e Timor ficasse ao arbítrio do vice-rei
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.