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Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos Faria, e do [ouvidor] desembargador Lázaro da Silva Ferreira ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro], sobre a comissão de que foram encarregados, pelo governador e capitão-general do Estado da Índia, para a execução das providências para Macau: exame e extracto das contas do cofre do Senado, de 1764-1783; relações dos devedores, fiadores e dívidas ao mesmo cofre; regulamentação e aquartelamento da nova guarnição de Macau; memória dos privilégios e liberdades de Macau; estabelecimento da Alfândega de Macau e direitos aplicados para a sustentação das religiosas de Santa Clara e da Misericórdia; escolha do Colégio de São José de Macau para estabelecimento de seminário
Alvará passado pelo vice-rei, conde de Aveiras, em que ordena que se guarde no cofre de S. Francisco, em Macau, o maço das vias de sucessão do cargo de capitão-geral da referida cidade e que se devolvam para a Secretaria de Estado, todas as outras existentes no mesmo cofre, ainda não usadas.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), sobre a situação dos cofres da administração de Macau
Parecer sobre o projecto do ouvidor de Macau, Miguel de Arriaga Brum da Silveira, de acumular fundos para o cofre do Senado e dúvidas acerca da sua concretização.
Memorando das [autoridades sínicas] ao [ouvidor de Macau], sobre os estabelecimentos e os barcos de Macau
Documentos trocados entre o Capitão Geral e os Oficiais da Câmara para, na forma das Provisões de sua Magestade, fazerem um cofre para se meter a prata procedente da viagem do Japão, para somente se gastar na fortificação e presídio.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre as irregularidades na administração dos cofres do Senado
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], em que propõe a aplicação dos rendimentos do capital do Cofre dos Órfãos de Macau numa oficina de serralharia para rapazes e, no Colégio de São José, em dotes para raparigas
Escriptura que faz Luiz de Araujo De Barros Procurador da nobre Cidade da quantia de mil e quinhentos taeis de prata pataca pertencentes ao cofre grande, e cabedais de varios deffuntos do cofre pequeno, que tomou a ganhos de sette por cento. [1692 Jan. 4]
Introdução do ensino da língua portuguesa nos estabelecimentos das irmãs da Caridade e dos padres missionários de Xangai
Representação da Santa Casa da Misericórdia de Macau sobre o estabelecimento de um recolhimento para órfãos e viúvas
Requerimento do Bispo de Macau, Frei Francisco de Nossa Senhora da Luz Chacim, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede para que se lhe entregue um resto de dinheiro do Cofre dos Órfãos para o sustento do Recolhimento das Órfãs e outras obras pias
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador José Filipe Pires da Costa, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre o estado económico e financeiro de Macau; a transferência do tráfico de ópio de Macau para Lintin, e a falência dos principais comerciantes. Exaustão dos cofres das ouvidorias da Misericórdia e do Senado, e sobre os financiadores do comércio em geral por meio do risco marítimo
Requerimento do superior do Real Seminário de Macau, padre Manuel Correia Valente, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a necessidade de missionários e Bispo para Nanquim; a administração das rendas da Casa de São José de Pequim; a nomeação de um Bispo coadjutor para Pequim e a reposição de 4.000 taéis no cofre do Seminário de Macau para educação de clérigos
Ofício do Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro], em que envia o extracto da receita e despesa do cofre da Fazenda Real referente ao ano de 1787
Um esboço histórico dos estabelecimentos dos portugueses e da igreja católica romana e das missões na China : e descrição da cidade de Cantão
Carta do Cabido de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), a apresentar felicitações pelo estabelecimento da nova ordem política e participação do juramento das bases da constituição.
Notícia sobre o estabelecimento e o comércio de Macau
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre o estabelecimento de António Barreto e família em Macau
Ofício do Senado da Câmara de Macau sobre o comércio de Macau; a remessa constante de dinheiro para Goa prejudica a vida; a conservação num cofre de 200.000 taéis; a necessidade de ministro letrado para administrar justiça; os missionários matemáticos para a China e a chegada de missionários estrangeiros e da Propaganda
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Joaquim Mourão Garcês Palha, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre a estabilidade governativa no estabelecimento das ilhas de Timor e Solor
Projecto (minuta) de João Martiniano de Oliveira e Sousa, para estabelecimento de uma escola náutica em Macau.
Ofício do Senado da Câmara de Macau sobre o comércio de Macau e o estabelecimento de uma nova pauta de direitos
Minuta do aviso do procurador de Macau aos estabelecimentos da zona do Bazar (hoje provavelmente situado na zona da Rua das Estalagens e da Rua dos Ervanários), sobre a demolição de casas, ilegalmente edificadas
Alvará passado pelo vice-rei, D. Filipe Mascarenhas, ordenando que será guardada no cofre de S. Francisco, em Macau, a via de sucessão para o cargo de capitão-geral daquela cidade que será aberta na presença dos claviculários do mesmo cofre, oficiais da Câmara e povo, no caso do falecimento do capitão-geral actual, D. Diogo Coutinho Docem, recomendando também a devolução para a Secretaria de Estado de todas as outras vias anteriores não usadas.