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Carta do Leal Senado da Câmara de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a expulsão e exílio do ouvidor-geral de Macau, conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira. Abertura da devassa contra ele
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a devassa tirada, por ordem do Leal Senado, à conduta do conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a demonstração de júbilo pela chegada do rei a Lisboa e posterior ratificação do juramento à Constituição. - Representação de oitenta e três moradores solicitando eleição de novo governo, a que se procedeu imediatamente. - Deposição do ouvidor, conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira e do governador, brigadeiro José Osório de Castro Cabral de Albuquerque. Conjura falhada, cujo líder tenente-coronel Emílio Manuel Moreira e demais participantes foram presos. - Exílio do conselheiro Arriaga e fecho da devassa contra si levantada
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a descrição pormenorizada de toda a cabala montada contra o ouvidor Miguel de Arriaga Brum da Silveira e que deu origem a uma devassa
Requerimento do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, a [D. Maria], rainha de Portugal, sobre a suspensão da devassa mandada tirar contra ele pelo governador da Índia
Ofício de António Francisco de Miranda e Souza, ao deputado às Cortes, Manuel José de Arriaga, a solicitar a recondução do conselheiro, Miguel de Arriaga Brum da Silveira, no cargo de ouvidor-geral de Macau, como reparação de graves danos contra ele praticados pelo Senado da Câmara, tais como devassas sobre corpo de delito, perseguições e posterior desterro com separação da família.
Requerimento do ex-vereador da Câmara de Macau, José da Cunha e Sá, ao vereador da Câmara de Macau, em que pede o traslado de uma sentença dada contra ele pelos oficiais da Câmara, por recusar a retirar-se com eles para o Seminário de Macau
Ad curiam ab exilio revertimur. Cap. 32.
José Silveira MachadoExílio, Solidão e Orientalismo
APENAS UM DEPOIMENTO E O “EXÍLIO” DE CHAVES
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brurn da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre a abertura da "Aula de Pilotos", situada em casas pertencentes ao Leal Senado
Resíduos de Império: Subalternidade e Exílio das Zanryu-fujin
Carta do conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre as congratulações pelo juramento da Constituição Política da Monarquia; queixas contra a sua prisão e exílio sem culpa formada por ordem de um governo arbitrário; demonstração do seu importante contributo pelas relações com os chineses; variadíssimas considerações sobre aspectos políticos, monárquicos e religiosos do estabelecimento de Macau.
Ofício do [ex-ouvidor de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado dos Negócios da Marinha, Inácio da Costa Quintela], sobre a patente de seu irmão, o tenente-coronel António Ferreira de Arriaga. Perseguição e expulsão de Macau contra si ordenadas pelo Leal Senado
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a apresentação do conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira, no Leal Senado, já no uso de todos os seus direitos e prerrogativas
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), sobre a morte do ouvidor-geral de Macau, conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira
Camilo Pessanha—Insularidade e ExílioO seu desempenho como Jurista
FASCÍNIO ORIENTAL E EXÍLIO TIMORENSE: O ‘DIÁRIO DE UMA VIAGEM A TIMOR (1882-1883)’ DE MARIA ISABEL TAMAGNINI
Representação dos moradores chineses de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), em que pedem a recondução do conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira no cargo de ouvidor-geral de Macau, atendendo aos relevantes serviços por ele prestados durante anos à comunidade chinesa.
Relação do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), dos ofícios dirigidos ao rei pela Secretaria de Estado da Marinha.
Representação do comissário provincial, do vigário confessor, da abadessa e dos religiosos do Mosteiro de Santa Clara de Macau a [D. João VI], rei de Portugal, em que pedem devassa ao Mosteiro para apurar as injustas acusações do Bispo da diocese
A ABERTURA OFICIAL DE MACAU COMO PORTO PARA O EXTERIOR – UM CONTRIBUTO PARA APURAMENTO DOS FACTOS
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau a [D. João VI] (rei de Portugal), em que apresenta congratulações pelo reassumir dos plenos poderes do rei
Carta do Leal Senado da Câmara de Macau, a [D. João VI], rei de Portugal, em que propõe medidas destinadas a reduzir as despesas da Fazenda Real de Macau.
Devassa (cópia) do escrivão da Câmara e Fazenda de Macau, Carlos José Pereira, que anuncia a notificação feita pelo desembargador e procurador da Coroa e Fazenda contra o ex-governador e capitão-geral de Macau, Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, por desrespeito às leis do comércio de Macau.