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Contrato que o Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas celebrou com Quinquo e Hiaoxon, "chinas jentios de cabello", para fundirem peças de artilharia de ferro coado. 13 de Outubro de 1623. É o próprio, com assinaturas chinesas.
11.0. Como se celebrou a festa do Natal.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, em que o recomenda a olhar com cuidado pela continuação da fundição de artilharia de ferro coado, que se havia principiado em Macau, pois é muito necessário para as armadas do Estado. Participa depois que não dará mais licenças aos fundidores de Macau, por causa da muita falta que lá fazem e dos prejuizos que podem resultar da sua ausência.
Da Perspectiva da Sociologia da Literatura: Henrique de Senna Fernandes — Um Escritor por Si Próprio
Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, ao vice-rei da Índia, em que refere às 3 vias da carta geral que enviou, para Goa, por João Soares Vivas, Luís Dias e por um padre visitador. Participa a remessa de 6 peças de ferro, alcatifas e pede licença para partir na próxima monção, alegando falta de saúde e cansaço.
Peça nº. 152 - Rascunho de carta de João Ferreira Pinto a Simão José da Luz Sariano, 1870. Peça nº. 119 - Carta enviada a João Ferreira Pinto, de Macau, 21-9-1870. Peça nº. 157 - Carta de João Filipe de Gouveia, de Bom-baim, 3-12-1866.
Triumpho Com que o Collegio de S. Antão da Companhia de JESUS da Cidade de Lixboa celebrou a Beatificação do P. S. Francisco Xavier da mesma Companhia. Celebrouse este triunfo sexta feira quatro de Dezemdro de 1620.
Carta do rei para o vice-rei da Índia em que tomou conhecimento das dificuldades encontradas para se fazer, na Índia, a fundição de artilharia de ferro coado, assim como as negociações com o fundidor de Macau. Refere-se à ida a Macau de Sebastião Soares Pais, com alçada para "devassar os portugueses" e inquirir dos intuitos dos ingleses e holandeses acerca de Macau. Faz considerações sobre o socorro de Macau que se enviou ao rei da China e sobre a melhor maneira de estreitar relações com os seus súbditos.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre as dificuldades relativas à fundição de artilharia de ferro coado em Goa, não se podendo, por isso, cumprir as ordens de Sua Majestade. Tendo em conta a artilharia que se fabrica, em Macau e o seu preço, o rei ordena que se mande fundir a maior quantidade possível para abastecer as fortalezas do Estado da Índia. O rei manifesta a sua satisfação pelo envio de socorro ao rei da China. É muito útil que se mantenham boas relações com os chineses.
Plano do restabelecimento das Missoens da China pertencentes ao Real Padroado. Da autoria de D. Frei Alexandre de Gouveia, Bispo de Pequim (assinatura autógrafa).
Quam proprio seja da Companhia de JESV ensinar a doutrina Christam; e como se perpetuou na Jndia. Cap: 4.0
Dos que dizem que não hão de fazer Christaons se não os que vão se a proprio motu pedir o Baptismo.
Consulta do Conselho Ultramarino sobre a petição de Francisco Xavier Doutel para regressar ao Reino com a sua família em navio próprio
Carta do Núncio Orta, Missionário Apostólico, ao Bispo de Macau dando-lhe conta do estado da Igreja e Missão de Tunkim. Assinatura autógrafa. Em latim. Parece a 1ª. via, datada de 12 de Abril de 1794. Há outra idêntica, mas sem assinatura autógrafa, que parece a 2ª. via, dada em Tunkim, ao 1º. de Setembro de 1794 e tem mais um P. S.
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Li, ao procurador de Macau, sobre Rong Ya-An e outos que descarregaram, ilegalmente, ferro em Macau
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre o português António Silva que transportou ilegalmente panelas de ferro para Macau
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo, conde da Barca], sobre a conveniência de se fundirem dois conventos da Ordem dos Franciscanos reformados num só Instituto Religioso, tendo como comissário organizador e administrador Frei Luís de Nossa Senhora dos Remédios
Ofício do mandarim da alfândega de Macau, Zhong, ao procurador de Macau, sobre o caso dos habitantes de Macau que tratam, ilegalmente, o comércio das panelas de ferro
Súplica de Diogo Barreira de Rozas, ao comissário do Santo Ofício, para poder levar, para a lndia, um menino China, de nome Nicolao, que comprou a seus próprios pais.
Cópia da Representação dos Cidadãos de Macau aos Deputados da Nação Portuguesa, datada desta Cidade, em 22 de Agosto de 1842. 73 assinaturas no fim, encabeçadas pela do Bispo D. Nicolau Rodrigues Pereira de Borja.
Ofício do assistente do magistrado do distrito de Xiangshan, Jia, ao procurador de Macau, sobre um navio francês que deixou que uma sampana transportasse ilegalmente pólvora e ferro para Macau
Ofício (anexo) do [mandarim sub-prefeito de Macau], ao [procurador de Macau], sobre o contencioso relativo a exportação de panelas de ferro verificado entre chineses e um português residente em Macau
Ofício do [governo interino de Macau], ouvidor Lázaro da Silva Ferreira e Manuel da Costa Ferreira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre o envio das peças de artilharia pesada para o Reino, e pede peças de calibre inferior mais úteis nas fortalezas.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], em que remete 50 peças de artilharia no navio "Maria Primeira", 20 peças para Timor e importa 100 espingardas para a mesma colónia
Numero das peças por conta da Companhia tão somente repartidas em 20 cayxões pelos 6 navios sobreditos da viagem.