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Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, a D. Francisco de Mascarenhas, "que ora vai por Capitão Geral de Macau", para fazer na viagem o ofício de Capitão-Mor de todas as embarcações que nessa monção iam para a dita Cidade e assim para a de Malaca e mais partes do Sul. Goa, 17 de Maio de 1623.
Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, para a Cidade de Macau fazer pagar a D. Francisco de Mascarenhas, que ora ia por Capitão Geral dela, seu ordenado aos quarteis do ano (eram 4$ xerafins por ano) assim como o for vencendo, descontando-se-lhe 2$ xerafins que, à conta dele, lhe foram dados pelos Procuradores da dita Cidade.
Carta de guia, em nome d´El-Rei, firmada pelo Conde Almirante, Vice-Rei, mandando a D. Francisco de Mascarenhas, Capitão Geral da Cidade de Macau, que entregue a dita Cidade a D. Filipe Lobo, que vai provido na dita Capitania Geral.
Traslado do memorial que se deu em Corte contra as embarcações e "somas" dos Chincheos que iam carregar arroz a Cantão e contra a Cidade de Macau e seus moradores.
Mapa do comandante do navio "Santa Cruz", capitão-tenente Manuel João Pereira, sobre a carga que transporta de Macau para Lisboa, na monção de 1812 a 1813.
Primeira Chapa sobre a petição que remeterão o Angelita, e o cozinheiro do Cardeal para alcancarem licenca para voltarem para a sua terra. A petição he metida ao Mandarim da Villa de Ancão, que ora hum substituto de alcunha Chin, este avizou ao Mand. de Cantão, os quaes responderão como se diz abayxo que começa assim.
Bilhete que concede facilidades para a escala e declarações do capitão e senhorio António Manuel Calvete, cujo navio vai para o porto de Macau.
Razões da Cidade de Macau para não aceitar as Provisões com que o Conde Almirante, Vice-Rei, mandou a D. Francisco de Mascarenhas por Capitão Geral dela.
Alvará do Vice-Rei em que declara que, porquanto vá ora Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não há-de o Capitão da Viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer sua viagem.
Carta do vice-rei, conde de Aveiras, escrita em nome do rei D. João IV, em que ordena ao capitão-geral de Macau, D. Sebastião Lobo da Silv eira, a entrega do governo da dita cidade às pessoas constantes da via de sucessão, que vai junto a esta carta, no caso de falecimento, ausência ou falta do capitão-geral nomeado, Luís de Carvalho e Sousa.
Nota sobre a patente e vencimento do lente que vai criar a Escola de Pilotos em Macau; o primo do ouvidor de Macau, Miguel de Arriaga Brum da Silveira, destinado ao estado eclesiástico, vai estudar em Coimbra; o pedido da sua admissão a freire de Avis para entrar no colégio dos militares; o prosseguimento do sistema de desarmamento das embarcações sem comissão e a expedição do navio "Maria Primeira".
Carta do vice-rei da Índia para o capitão de Malaca, D. Álvaro de Castro, em que diz estar satisfeito com a derrota dos holandeses e assim ficam enfraquecidos e não poderão atacar Macau.
Carta em nome d'El-Rei, firmada pelo Conde Almirante, Vice-Rei, mandando fazer uma viagem de Macau a Manila por conta da Real Fazenda e em proveito dela, declarando que o rendimento da dita viagem se enviará a Goa empregado em cobre para fundição de artilharia e em ouro para ajudar os gastos da Armada de Alto Bordo.
Regimento dado pelo vice-rei, conde de Linhares, ao capitão da nau inglesa, Matheus Vuiles, que vai na jornada de Goa para Macau, ordenando-lhe que desembarque em Malaca a carga destinada àquela fortaleza, etc.
Derotta da viagem de estreiro de Sunda para o cabo de boa Esperança na monção de Janeiro por fora da Jlha de Sam Lourenço.
Relação do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [ministro assistente ao despacho, D. Fernando José de Portugal] (marquês de Aguiar), dos ofícios remetidos na monção de 1816 (nºs. 1-11)
Trelado de outra Carta do dito Senhor V Rey feita ao dito Capitão Geral que foy na monção de mil sete centos e quatro que se entregou ao Senhor Capitão Geral Diogo de Pinho Teixera por Copia autentica por ordem do dito Senhor V Rey. [1704 Maio 11]
Consulta do Conselho Ultramarino a D. João IV, rei de Portugal sobre o envio de dois navios à China com brevidade para aproveitar a monção
Carta do vice-rei da Índia ao ouvidor de Macau, em que informa o envio de uma provisão que ordena que se pague 2% das fazendas e prata que for de Manila para Macau e desta cidade para a Índia, para a ajuda da despesa dos três galeões que pediu ao governador de Manila, para guardar todas as embarcações que saiam desta cidade até Macau. As fazendas que saírem de Macau para Goa pagarão 4%. Vai, também, anexa, a esta carta, uma outra que escreveu à cidade de Macau para que, em caso de pôr em dúvida a obrigação de sustentar o capitão-geral, capitão e soldados do presídio, o ouvidor execute o que nela se manda, sob pena de suspensão do seu cargo e multa em dinheiro
Alvará do dito, em que declara que, porquanto vai Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não ha-de o Capitão da viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer a sua viagem.
Apontamento seguinte por Letra do P. Francisco Roiz', que diz assim: Aponto para Lembrança.
Treslado da proposta que faz o Senhor Capitão Geral desta Cidade Diogo de Pinho Teixera ao Reverendissimo Senhor Bispo e a Sennado da Camera e cabos da Guerra e mais Prellados desta dita Cidade, Mestres, Theologos e Povo junto della convocados todos por ordem do dito Senhor para a resolução da materia na dita proposta tratada. [1707 Out. 10]
Lista de carga da nau "Rainha de Nantes" que se espera de Macau na monção de 1775.
Cartas de missionários de várias ordens religiosas, nas quais se recomendam a certos frades dominicanos da Congregação nas Indias Orientais, que iam a Roma, para pedirem a sua separação da província lusitana; repetem o que já noutras cartas diziam acerca da necessidade de um núncio nas Índias, etc. e falam, ainda, de um cisma em Macau devido aos jesuítas.
Despachos que puzemos A algumas petiçoens, que se nos fizerão para as ditas dispensações.