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Carta do vice-rei ao rei sobre o pedido feito ao capitão-geral da cidade de Macau, respeitante aos oficiais que foram da Índia para aquela cidade.
Carta do vice-rei da Índia, conde de Aveiras, ao padre guardião de S. Francisco, na cidade de Macau, em que manda que sejam entregues aos respectivos destinatários as cartas que lhes são dirigidas ao cuidado do dito padre, recomendando-lhe ainda que, no caso do capitão-geral nomeado, Luís de Carvalho de Sousa, não ter chegado àquela cidade, se abra a via da sucessão.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que acha que o pedido que a cidade de Macau fez ao rei não deveria ser deferido, porque convém muito ao serviço real que haja naquela cidade capitão-geral, para, pouco a pouco, ir reduzindo à obediência os seus vassalos, cujo procedimento tem sido bem contrário a isso.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que informa que as queixas dos oficiais da Câmara de Macau não têm fundamento.
Carta do rei de Portugal ao vice-rei da Índia, sobre se favorecerem os oficiais da Câmara de Macau, pois estão muito sobrecarregados de impostos e imposições.
Carta de D. Fernando Álvares de Castro para o vice-rei da Índia, D. Francisco da Gama, sobre vários assuntos respeitantes ao Estado da Índia, entre os quais a derrota holandesa na China.
Carta do vice-rei da Índia, sobre os alvarás passados a favor da cidade de Macau.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro II], rei de Portugal, respeitante à concorrência comercial dos ingleses e holandeses muito prejudicial à cidade, aos excessos cometidos pelo capitão-geral Luís de Melo Sampaio e ao pedido de alvará para os moradores de Macau poderem testar em seus filhos as mercês que tiverem.
Carta do rei ao vice-rei em que o adverte, por não ter feito um regimento para a cidade de Macau e remetido para o Reino a cópia do mesmo. À margem, a resposta do vice-rei, de 28 de Novembro de 1634, em que este diz junto enviar os regimentos que fez para Macau e também o que desembargador Sebastião Soares Pais deixara feito e destinado à Câmara da mesma cidade.
Regimento dado pelo vice-rei, conde de Linhares, ao capitão da nau inglesa, Matheus Vuiles, que vai na jornada de Goa para Macau, ordenando-lhe que desembarque em Malaca a carga destinada àquela fortaleza, etc.
Carta do capitão-geral de Macau, Luís de Abreu Bustamante, a [D. João V], rei de Portugal, em que pede despacho favorável aos pedidos feitos pelo seu solicitador.
Carta do rei de Camboja ao vice-rei da Índia, D. Francisco da Gama, sobre o pedido de mercê para Diogo Veloso e sobre vários assuntos referentes a Malaca.
Carta que os moradores de Macau escreveram ao vice-rei da Índia em que agradecem a boa vontade em lhes fazer mercês; referem ao caso de D. Francisco Mascarenhas; afirmam que foram caluniados e esperam clemência; pedem protecção para a cidade empenhada e cheia de dívidas; sem comércio a cidade de Macau não passará de uma aldeia de pescadores; agradecem a nomeação de D. Jerónimo da Silveira para capitão-geral.
Ofício (cópia parcial) do vice-rei das províncias de Guangdong e Guangxi, respeitante captura dos mercadores que negociam ópio
Carta do vice-rei da Índia ao rei, sobre a dificuldade de encontrar pessoa competente para governar Macau e para agradar, também, aos naturais; opressões feitas à cidade pelos Tártaros; provocações feitas por Manila.
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, sobre o registo de todas as ordens dos vice-reis do Estado da Índia no cartório da Ouvidoria
Carta do vice-rei da Índia, ao rei, em que participa sobre as embarcações que partiram de Macau com o cabedal dos homens do Estado e de como quatro delas caíram nas mãos dos holandeses, tendo-se somente salvo aquela em que ia D. Jerónimo da Silveira, mas não se sabendo do seu paradeiro.
Alvará do Conde Almirante, Vice-Rei, para a Cidade de Macau fazer pagar a D. Francisco de Mascarenhas, que ora ia por Capitão Geral dela, seu ordenado aos quarteis do ano (eram 4$ xerafins por ano) assim como o for vencendo, descontando-se-lhe 2$ xerafins que, à conta dele, lhe foram dados pelos Procuradores da dita Cidade.
Carta do rei de Portugal ao vice-rei da Índia, em que ordena que a cidade de Macau não permita a ida para a China de missionários estrangeiros sem o beneplácito de Sua Majestade.
"Jnstrução que se deu a Diogo de Mello de Sampayo, capitão Geral da Cidade do nome de Deos de Maccao", por António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho [ vice-rei da Índia].
Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, em que dizem os moradores que ao pedirem um capitão-geral e cem soldados para defender a cidade, nunca pensaram que seria a cidade a pagar esta despesa, visto que a cidade é também do rei de Portugal. Os holandeses têm procurado convencer os chineses a permitirem-lhes embarcar e carregar nos seus portos, o que causaria grandes danos a Macau.
Carta régia para o vice-rei da Índia, D. Duarte Meneses, em que, entre muitos assuntos, diz concordar com as razões apontadas pelo vice-rei sobre não haver capitão, em Macau, e ordena que esta cidade continue a governar-se pelos capitães das viagens da China e Japão.
Ofício do Bispo de Macau, Frei Francisco [de Nossa Senhora da Luz Chacim], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre o pedido feito ao rei.
Carta régia para o vice-rei da Índia em que lhe recomenda a fortificação da cidade de Macau e que não tragam dali escravos chineses.
Carta do [governador e capitão-geral de Macau], Cosme Damião Pereira Pinto, a [D. João V], rei de Portugal, em que informa estar Macau em paz e as fortificações guarnecidas de tudo o que lhes faltava. Em Agosto próximo, acaba o seu tempo, pelo que escreveu ao vice-rei do Estado da Índia, [D. Pedro de Mascarenhas] (conde de Sandomil), para lhe mandar sucessor a fim de regressar àquela corte.