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Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Criação de um Vicariato na Região de Cantão
Carta régia sobre a má situação na região sul. Propõe o envio de uma frota chefiada por um capitão competente.
Satisfacesse al argumento con que se pretende probar que los PP. de la Companhia fiseron desobedientes por aver tratado 18 años en sugetarse los Vicarios Apostolicos.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Conde Almirante, D. Francisco da Gama, em que, entre vários assuntos, ordena-lhe faça cumprir as provisões que proíbem os castelhanos de comerciar na China e ponha fim às desordens cometidas pelos moradores de Macau.
Capitulo 56. De como Deos N. Senhor não dilatou por muito tempo o castigo destas desordens sobreditas.
Se satisfaz ao Argumento com que se pertendem provar, que os P.es da Companhia forão desobedientes por aver tratado 18 annos a sogeitarse aos Vigarios Apostolicos.
§1.º O primeiro que se requere no Procurador he talento natural para o officio.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a chegada das tropas britânicas enviadas a Macau pelo governador e general de Bengala, Lord Minto, sob a direcção do almirante Drury, para auxílio na defesa da cidade face à ameaça de invasão por tropas francesas
Pede o Doutor Paulo Para Embaixador a Corte, para levar do Evangelho àquelle Reyno. Capitulo. 9.º
Estado da Companhia na China dentro ao presente.
Estado da Companhia na China dentro ao prezente.
Relatório sobre a crueldade cometida pelos portugueses, em Macau, contra cinquenta holandeses libertados pelo rei da China.
Conversam de algumas Senhoras dentro do Paço. Capitulo. 6.º
Sahe o enterro da Emperatriz daselhe sepultura. Premea o Emperador os que acompanharam. Da perdam geral aos culpados. sem parte. Capitulo 13.
Ofício do [ouvidor interino de Macau] Pedro Feliciano de Oliveira Figueiredo, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre o assassinato de um chinês provocado por um escravo timorense: resolução do caso e prisão do culpado
Do que toca ao dentro da Caza, e seus repartimentos. § 5
Do proveito em geral que dà entrada dos Portuguezes por vezes dentro da China se conçeguio ate agora na Cidade do nome de Deos e da Christandade da China.
Ofício do Conselho do Governo de Macau ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, António Manuel de Noronha, em que acusa a recepção dos avisos a remeter dois decretos sobre a amnistia aos portugueses culpados por opiniões políticas ou factos sediciosos
"Fragmentos da escuna naufragada achados dentro de 2 chapatões retidos na Alfândega"
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Súplica de Diogo Barreira de Rozas, ao comissário do Santo Ofício, para poder levar, para a lndia, um menino China, de nome Nicolao, que comprou a seus próprios pais.
Relatório (cópia parcial) do [tesoureiro] ao [vice-rei], sobre a petição do ouvidor de Macau, Miguel de Arriaga, que requer o aumento de volume do comércio de tutanaga para os portugueses residentes em Macau
Requerimento de Isidoro de Almeida e Filhos, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede para levar tropa para Pernambuco no seu navio "Jaquiá", em vez do navio "Camões"
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.