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Alvará passado pelo vice-rei, Pero da Silva, a favor do presidente da "honorable companhia" dos vassalos do rei de Dinamarca, a autorizar o carregamento duma nau com mantimentos que serão transportados para Macau, com ganhos e fretes quase análogos aos que se tinham contratado com os ingleses, devendo o seu custo ser pago em Macau, etc.
[Carta para o rei da Dinamarca e Noruega]. Macai 1.º Novembris 1731.
Duvidas do Padre Miguel de Amaral Visitador da Provincia de Goa, sobre os Capitaes, que se dão a ganhos: e repostas dos Padres, com quem os consultou.
Carta de Fernão de Albuquerque, governador da Índia, ao governador de Manila em que o adverte de que serão tomadas medidas rigorosas contra o comércio que os mercadores de Manila fazem com a China e o Japão, sendo, de acordo com as determinações régias, expressamente proibido este comércio.
An jejunantes Sinici juxtae excusari possint à solvendo jejunio ob metum quo tenentur ne si illud deserant à daemone, aut idolo quorum in honore hactenus jejunarunt vexentur et exagitentur.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Matias de Albuquerque, em que, entre outros assuntos, recomenda particular cuidado com o governo de Macau, não sendo permitido aos moradores cometerem desacatos e injustiças e devendo proibir-se que lá residam sacerdotes de outras ordens religiosas além dos jesuítas e capuchinhos.
Estimativa de fretes que o governador e capitão-geral de Macau, Diogo Fernandes Salema de Saldanha, se obrigou a carregar na nau "Príncipe da Beira".
Ofício do mandarim da alfândega de Macau, Zhong, ao procurador de Macau, sobre a entrada e atracagem ilegal, em Whampoa, duma sampana de portugueses de Macau
Ofício do mandarim substituto sub-prefeito de Macau, Wu, ao procurador de Macau, sobre a detenção pelos meirinhos dos pedreiros contratados pelo português José Maia Irene, residente em Macau, para a reparação da sua casa
Informação para a cidade de Macau que lhe serão pagas pelos bens do falecido governador, António da Silva de Melo, as quantias que o mesmo lhe ficara a dever.
Provisão dada pelo vice-rei, Pero da Silva, ao presidente da Companhia dos Vassalos do rei da Dinamarca, a ordenar que lhe sejam passados os documentos correspondentes aos mantimentos e munições para a fortaleza de Macau.
Aviso (minuta) do [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], ao superior do Real Hospício de Nossa Senhora das Necessidades a autorizar o embarque de Francisco do Rosário para Macau na companhia do Bispo.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Joaquim Mourão Garcês Palha, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Joaquim José Monteiro Torres, sobre o reconhecimento da bandeira da Dinamarca para indicar a necessidade de piloto junto dos reinos estrangeiros
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre o caso dos mercadores estrangeiros que vão a Cantão para comerciar e que serão escoltados por um navio de guerra
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre autorizar o inglês Thomas Beale a comprar uma casa e poder comerciar conforme tem sido autorizado a outras casas
Ofício do assistente do magistrado do distrito de Xiangshan, Wu, ao procurador de Macau, sobre a entrega de dinheiro pelo cego Xie Jing-Gao a António Rosa, para pagamento duma dívida de aluguer da casa dele
Declaração que se faz de quinhentos taeis de prata pataca que a nobre Cidade tomou a ganhos de sette por cento dos cabedaes dos deffuntos abaixo nomeados. [1691 Dez. 23]
Requerimento de José António de Abreu a [D. Maria I], rainha de Portugal, em que pede autorização para o Senado de Macau lhe emprestar 10.000 taéis a ganhos da terra
Carta de Francisco José de Paiva a José António Soares Cid, informando que as cartas para Manila serão entregues logo que possível. Lamenta as práticas corruptas em tão longínquos países e deseja boa viagem para Rio de Janeiro.
Documentos relativos à questão que, em 1641, se suscitou em Macau a propósito dumas palavras proferidas pelo jesuíta Pe. Francisco Rangel em "desprezo" do Dr. Subtil (Duns Scotto), defendido pelos Franciscanos. A questão foi deferida à Inquisição de Goa.
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], em que envia sementes e plantas de chá e menciona dois chineses contratados para a Bahia para cultivo do chá
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que o juiz dos órfãos de Macau dê "os ganhos" do dinheiro dos órfãos aos mercadores e pessoas abonadas
Ofício do assistente substituto do magistrado do distrito de Xiangshan, Li, ao procurador de Macau sobre os meirinhos que foram vítimas de agressão por parte dos escravos negros duma agência comercial estrangeira que procuravam os dois mercadores chineses de ópio que lá estavam a escondidos
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se lhe recomenda grande cuidado na escolha dos capitães de Macau, devendo estes serem de boa posição social, experientes e "de quem se possa fiar hum posto tam arriscado", e nega-se a deferir o requerimento que a mesma cidade lhe apresentou para que o referido cargo fosse abolido.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo], sobre o comércio do ópio e os direitos, fretes e apólices de seguro relativos ao giro comercial dos navios entre as praças do Brasil, Lisboa, Bengala e Macau
Regimento dado pelo vice-rei, Pero da Silva, ao capitão-geral de Macau, Domingos de Câmara de N aranha, informando-o sobre os grandes inconvenientes que resultaram do ex-vice-rei, conde de Linhares, ter mandado, em 1636, uma nau inglesa para a China. Ordena que as naus mandadas pelo governador de Manila para Macau não possam carregar-se de mercadorias e de munições.
Alvará passado pelo vice-rei, Pero da Silva, a favor do presidente da "honorable companhia" dos vassalos do rei de Dinamarca, a autorizar o carregamento duma nau com mantimentos que serão transportados para Macau, com ganhos e fretes quase análogos aos que se tinham contratado com os ingleses, devendo o seu custo ser pago em Macau, etc.