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Decreto de D. João V, rei de Portugal em que ordena que ao Bispo de Nanquim, D. António Pais Godinho, além da côngrua de duzentos mil réis que lhe foram consignados nas rendas pertencentes à administração do Conselho Ultramarino, se lhe paguem, pelas mesmas rendas, duzentos e oitenta mil réis cada ano, na mesma forma e tempo que a côngrua, com início na data deste decreto
Requerimento de Manuel Homem de Carvalho a [D. João VI] (rei de Portugal), em que pede pagamento de mil e duzentos taéis para poder regressar a Macau com os seus filhos
Alvará de El Rey sobre a mesma viagem suspendida por então com dous mil cruzados de renda que se tinhão concedidos e se concede continuando com o emprego ordinario. [1612 Fev. 6]
Despeza da dita Provincia de Jappão na destribuição das rendas assima refferidas que lhe ficão liquidas cada anno.
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], sobre a entrega de quatrocentos e oitenta mil, duzentos e dez réis a António Joaquim de Oliveira Matos, pertencentes aos bens de João Mateus.
Alvara del Rey sobre a meia viagem suspendida por então, com dous mil cruzados de renda, que se tinhão concedidos, e se concede continuar com o emprego ordinario. [1612 Fev. 6]
Alvara del Rey sobre a meia viagem suspendida por então, com dous mil cruzados de renda, que se tinhão concedidos, e se concede continuar com o emprego ordinario. [1612 Fev. 6]
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, a [João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), sobre a rendição do pirata Afao-chae com duzentos mil homens ao Sunto de Cantão e a tentativa de envio de matemáticos para o Tribunal de Pequim
Provisão pela qual S. M. faz mercê ao Colégio de Macau no Japão que aos 1000 taeis de dote, que lhe foram consignados na alfandega de Malaca,se lhe consignem e paguem daqui em diante nos foros que os Religiosos da Companhia de Jesus pagam no Estado da India a fazenda Real, para que os hajam em si e se lhe descontem neles. Lisboa, 1649 Jan. 27 [Tem inserta uma Carta Régia de D. Sebastião, Lisboa, 1554 Fev. 26].
Consulta do Conselho Ultramarino sobre o pedido do deão e Cabido da Sé de Macau para poderem nomear um executor que, por via executiva, possa cobrar as suas rendas como Fazenda Real para pagamento das côngruas
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a [D. João V], rei de Portugal, sobre a administração das rendas do Cabido. O Senado considera que devem ser os ministros da igreja a responder pela má administração verificada nas rendas.
Requerimento do Bispo de Macau, D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães, a [D. José], rei de Portugal, em que pede provisões expedidas para o seu antecessor: côngrua de 1% pelos direitos dos navios, 200 mil réis para o provisor e vigário-geral e autorização para o seu meirinho usar vara branca
Abatimento que tem esta renda da Provincia de Jappão em cada anno.
Alvarà por que S. Magestade hà por bem conceder licença aos Padres da Companhia de Jesvs, da provincia de Jappam, que possão comprar na Jndia, dous mil cruzados da renda para dote do Collegio de Macao, com as declaraçoens nelle expressada que vay por tres vias. Lisboa 17 de Março de 1690.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Bernardo Aleixo de Lemos e Faria, ao [ministro assistente ao despacho, D. Fernando José de Portugal] (marquês de Aguiar), em que agradece por ter sido silenciada a causa contra João de Saldanha Lobo; pede para ser promovido a chefe de divisão, com dobra nos soldos; propõe a troca do palmar de Dramapor por gratificação anual de mil e duzentos xerafins e por duas vidas
Requerimento de Ana Joaquina de Almeida e Arriaga a [D. Miguel] (rei de Portugal) em que pede pagamento de uma pensão de mil taéis anuais que lhe foi concedida em contemplação dos serviços de seu marido, o conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira
Decreto de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que o Conselho Ultramarino consulte sobre as representações do Bispo de Macau, governador e Câmara da mesma cidade acerca da carta de um mandarim de duas províncias da China
Requerimento das religiosas capuchas do convento de Nossa Senhora dos Anjos, a [D. João V], rei de Portugal, em que pedem certidão do decreto com a ordem para o Senado cobrar mais 1% na Alfândega de Macau para a côngrua das referidas religiosas
Decreto de D. José, rei de Portugal, em que ordena para que no caso da morte do embaixador à China, Francisco Xavier Assis Pacheco e Sampaio, seja substituído pelo secretário da mesma embaixada o bacharel José Inácio de Brito Bocarro e Castanheda.
Decreto de [D. João V], rei de Portugal, ao tesoureiro-mor da Junta dos Três Estados, Manuel Sande de Vasconcelos, a ordenar que tire de uma das caixas militares vinte e cinco mil cruzados, por empréstimo, para apresto da nau que faz viagem para Macau, ficando tudo em segredo.
Breue Noticia das Rendas que tem a Provincia do Japam em Portugal no anno de 1728.
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a [D. João V], rei de Portugal, sobre o pagamento de 200 mil réis de ordenado ao ouvidor António Macedo de Miranda, apesar de não ser letrado e por regimento só ter direito a 100 mil réis. Inexistência de ordem que obrigue o Senado ao pagamento dos ordenados ao ouvidor
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se lhe recomenda grande cuidado na escolha dos capitães de Macau, devendo estes serem de boa posição social, experientes e "de quem se possa fiar hum posto tam arriscado", e nega-se a deferir o requerimento que a mesma cidade lhe apresentou para que o referido cargo fosse abolido.
Carta do ouvidor de Macau, [Miguel Pinheiro Ravasco], a [D. Filipe II], rei de Portugal e de Espanha, sobre os conventos existentes em Macau; religiosos que cada um tem; rendas e bens que possuem.
Quanto as rendas do Collegio, e da Caza fareis o seguinte.