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Protesto do Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas à Câmara contra o consentimento, que a Cidade deu, de se derrubarem os muros em virtude do que se assentou na Junta de S. Francisco, no lº. de Abril.
Sentença sobre os ditos protestos com consentimento das partes. [1632 Jan. 23]
Alvará do Conde Almirante a D. Francisco de Mascarenhas ordenando que não se gaste nenhum dinheiro na fortificação de Macau e nas mais obras que forem necessárias sem parecer e consentimento do Capitão Geral.
Certidão passada por António Camelo Serrão, Ouvidor, na ausência do Licenciado Francisco Cardim Froes, do que se passou na Junta que o Capitão Geral convocou no Convento de S. Domingos a 11 de Abril de 1625, sobre a questão do derrubar dos muros, com os chineses.
Protesto da Cidade ao Capitão Geral sobre a inquietação presente e trabalho grande com El-Rei da China por causa dos muros, que ele manda derrubar. Em Câmara, 26 de Março de 1625.
Alugumas [sic] couzas que a cerca da Christandade de Japão assentou o Senhor Bispo D. Pedro Martins em huma consulta que se fez em Nangazaqui em Março de 1597.
Protesto do Padre procurador de São Domingos e Sam Francisco. [1632 Jan. 16]
Espécie de manifesto sobre o sucedido em Macau com os chineses sobre o muro e sobre a rebelião da Cidade contra o Capitão Geral, em 10 de Outubro de 1624. Feito por parte do dito Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas.
Protesto do Senado ao Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas contra as pretensões do Padre Frei António do Rosário, que pretendia a jurisdição de Governador do Bispado de Macau, e se diz ser favorecido dele, Capitão Geral, e das três Religiões. 24 de Outubro de 1623. Resposta de D. Francisco de Mascarenhas, em que diz não reconhecer outro Governador do Bispado senão o Padre Frei António do Rosário. Macau, 26 de Outubro de 1623.
Cap: 53. Em que se contam algumas das virtudes dos Santos quatro Cazeiros.
Carta do vice-rei ao governador de Macau, D. Francisco Mascarenhas, em que aconselha a cidade de Macau, a ajudar a resolver as dificuldades que há na Índia, pois, só com a unidade se poderão vencer os inimigos da Europa. Sugere que os particulares armem navios, se estes não se decidessem fazê-lo, a cidade poderia tomar esse encargo.
Capitulo 37. Do frutto, e bens que se seguirão da dilação, e detensa, que o P. fez em Muro.
Protesto que queria fazer o Padre Francisco Simões sobre a compra da Igreja de Nanquim Domine admodum Reverende.
Capitulo 38. De como o Padre partio de Muró, e desembarcou em Vozaca e dahi se foi para o Miaco.
Jtem en las espaldas de la misma carta se halla lo que se sigue.
Resposta de D. Francisco de Mascarenhas.
Breve Summa de todo lo que se contiene en estos tratados de Fray Martin e lo que con ellos pretendio, que se reduce a sinco cosas principales. Cap. 2.º.
Vida e virtudes da venerável madre Leonor de S. Francisco, primeira fundadora do Mosteiro das Religiosas de Santa Clara de Macau.
Protesto e Requerimento da Cidade. [1632 Jan. 19]
Virtudes naturaes, e vicios dos Tartaros.
Algumas cousas, que o Bispo de Japão Dom Luis Cerqueira assentou acerca desta Christandade com paracer de huma consulta que sobre isto fez em Nangazaqui em Novembro de 1598.
Cap: 30. De como morreo o P. Francisco filho de João em guerra de Vozaca, e contase alguma cousa de sua virtude.
§. 8.º Sancta morte do Veneravel P. Abraham Royer: toccão-se algumas couzas de suas heroicas obras, ou virtudes, e Apostolicas acções.
Capitulo 11. Em que se prosegue a mesma Carta do P. José, contando virtudes grandes de algumas mulheres daquella Jlha do Goto.
Protesto do Bispo de Macao no Capitão Geral. [1707 Maio 11]