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Carta do vice-rei ao príncipe sobre a falsidade das queixas apresentadas ao príncipe de três ricos moradores de Macau; o caso dos crimes de D. Álvaro da Silva ficou sem efeito por este ter falecido.
Queixa apresentada por um china sobre um roubo que sofreu
Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. Marcos de Noronha e Brito, conde dos Arcos], sobre a pensão concedida a Rodrigo Vicente Rosa Pereira ficar sem efeito por ter falecido
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. Marcos de Noronha e Brito, conde dos Arcos], sobre a pensão concedida a Rodrigo Vicente Rosa Pereira ficar sem efeito por ter falecido
4. Não escuza ter hum homem fiel, mercador de credito, e rico.
Carta de três moradores de Macau ao príncipe sobre a situação em que se encontra Macau por falta de comércio e pelas imposições a que estão sujeitos; referência à actuação de D. Álvaro da Silva.
Requerimento do Bispo de Macau, Frei Francisco de Nossa Senhora da Luz Chacim, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede para que fique sem efeito a provisão régia de 1800-03-17 sobre a intromissão do Bispo na jurisdição do ouvidor-geral de Macau
§1. Das falsidades circa factum, que se contem na proposta do Senhor capitão Geral.
Carta do príncipe [D. Pedro] para o vice-rei sobre uma queixa feita por D. Ana da Silva, viúva de Manuel de Saldanha. Na queixa diz que indo seu marido como embaixador ao Japão (foi à China e não ao Japão, por ordem do vice-rei D . João Nunes da Cunha, faleceu em Macau (faleceu na China durante a viagem de regresso a Macau) e que a sua morte foi originada por D. Álvaro da Silva e Fernão Martins. Pede para se fazer a justiça porque ficou muito desamparada com a morte do marido. O Príncipe recomenda ao vice-rei que faça toda as diligências para averiguar a verdade e castigar os culpados como merecem. Nota: D. Manuel de Saldanha não foi morto, morreu.
Carta do frei Gaspar de Lisboa, custódio e comissário geral da Índia, para o rei sobre o mau procedimento do frei Martinho, na China, e queixas apresentadas pelos moradores de Macau contra este.
Capitulo 110. Da morte de Dom Andre: e do infelice estado em que ficou a Christandade do Tacacu étão do fim que teve a Jgreja de Arima: e do cazo que aconteceo a dous homens que cortarão a principal Cruz de Arima.
Na Corte do Sul crece o conceito da Ley de Deos, a vista das falsidades, e patranhas dos pagodes. Capitulo 13.
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Ma, ao procurador de Macau, sobre a deliberação relativa a queixa apresentada pelo padre José, do Convento de Santa Clara, de dívida de aluguer de uma casa propriedade deste Convento, a Wu Ya-Jie.
Carta do vice-rei da Índia ao rei sobre uma relação de autos mandada fazer ao ouvidor-geral do crime e, ainda, sobre umas queixas de crimes praticadas pelo homem a quem se refere el-rei, na China e em Malaca. Sobre a incerteza em que está Jorge da Silva por falta de informações sobre factos passados em Macau e Malaca.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Xu, ao procurador de Macau, sobre a deliberação da queixa apresentada pelo português Manuel Vicente, residente em Macau, relativa a ocupação ilegal de sua Casa, situada no Pátio da Pedra por Wang Yu-Cheng e outros
Requerimento de Diogo José de Mendonça a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede para que em atenção aos serviços de seu falecido pai se lhe continue a pagar o seu vencimento para sustento das suas quatro irmãs
Requerimento do procurador-geral da Congregação da Missão e Casas de Macau e Pequim, na Ásia, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede portaria que autorize remeterem-se para Macau, livre de direitos, vários efeitos para uso dos missionários e serviço da igreja
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre o comércio directo com Moçambique sem escala em Goa
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a isenção de pagamento de direitos na Alfândega de Goa aos navios de Macau; autorização para se fazerem viagens a Moçambique e a permissão de viagem a Timor apenas ao navio pautado para esse efeito
Carta do príncipe regente para o vice-rei sobre a necessidade de acudir os seus vassalos que se encontram em Macau, em circunstâncias precárias, causadas pelo mau governo de D . Álvaro da Silva, o qual deve ser castigado.
MISSIONÁRIOS OU RICOS MERCADORES? O COMÉRCIO DA SEDA ENTRE O JAPÃO E MACAU NOS SÉCULOS XVI E XVII他們是傳教士還是商人?16-17 世紀日本與澳門之間的絲綢貿易
Jnstrumento De testemunhas que mostra a falsidade de quatro couzas, que o P. Fr. Antonio do Rozario Governador do Bispado alevantou á Companhia em Monitorios com que sahio por vezes, ate este anno de 622.
Jnstrumento De testemunhas que mostra a falsidade de quatro couzas, que o P. Fr. Antonio do Rozario Governador do Bispado alevantou á Companhia em Monitorios com que sahio por vezes, ate este anno de 622.
Carta do rei ao vice-rei, em que diz ter tomado conhecimento das queixas apresentadas por D. Filipe Lobo contra a cidade de Macau e dos motivos por que D. Lourenço da Cunha e D. Luís de Meneses não quiseram servir na mesma cidade como capitães-gerais. À margem a nota "não se respondeo".
Decreto de D. João (príncipe regente de Portugal), em que nomeia o coronel José Osório Cabral de Albuquerque para governador e capitão-geral de Macau por três anos.