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Carta do vice-rei da Índia, conde de Aveiras, para Sua Majestade, em que informa não poder cumprir as ordens recebidas em virtude da proibição que o rei do Japão fez ao comércio que se tinha naquele Reino. E que não concedeu licença aos padres da companhia, assim como aos de qualquer ordem, para passarem à China, segundo o parecer do Conselho.
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Carta do vice-rei da Índia, conde de Redondo, para o ouvidor de Macau, em que o adverte por não lhe ter escrito, como era da sua obrigação; e aconselha-o a continuar a proceder bem no seu ofício.
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Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, focando vários assuntos: os moradores desta cidade mostram-se desolados por os conselheiros enviados não terem informado bem ao vice-rei sobre o estado miserável de Macau, como, por exemplo, como pagar o presídio e armar navios para combater os rebeldes holandeses, etc.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei em que informa que procedeu como o rei mandara sobre as viagens de Macau para Manila se fazerem por conta da Fazenda Real. Depois, como o rei ordenara na outra carta, mandou fechar o comércio.
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Carta do rei ao vice-rei da Índia, em que proíbe, novamente, o comércio de Manila para Macau, tornando o vice-rei responsável pela rigorosa execução desta ordem. À margem, a resposta do vice-rei de 28 de Novembro de 1634, em que diz junto remeter a cópia da ordem régia que estabelecia que as viagens de Macau para Manila fossem por conta da Fazenda Real e afirma ter cumprido tudo o que sobre esta matéria fora determinado.
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Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se pede ao vice-rei que informe sobre a resposta que a cidade de Macau dera à proposta que fora feita sobre a forma de obter a suspensão do castigo que sobre o mesmo recaíra pelo procedimento que tivera com D. Francisco Mascarenhas.
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Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre o comércio do cravo, a viagem da China e a administração de Macau.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, sobre a não ida de raparigas chinesas para Goa.
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Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, para o vice-rei da Índia, sobre uma notícia recebida da Cochinchina a avisar da estadia de muitos holandeses naquelas paragens e de todas as instâncias que têm feito junto do rei para lhes dar aquele posto, etc.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que acha que o pedido que a cidade de Macau fez ao rei não deveria ser deferido, porque convém muito ao serviço real que haja naquela cidade capitão-geral, para, pouco a pouco, ir reduzindo à obediência os seus vassalos, cujo procedimento tem sido bem contrário a isso.
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Carta do vice-rei da Índia para o rei, em que envia com esta carta a cópia da petição que lhe fez o desembargador Sebastião Soares Pais, quando voltou da China, onde fora com alçada. Esta petição foi submetida ao parecer do Conselho que decidiu deferi-la e pede que o rei a confirme, visto que é muito justa.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, sobre a transmissão da ordem régia ao Pe. jesuíta Luís Coelho.
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Carta do rei, D. Filipe III, para o vice-rei da Índia, sobre as notícias recebidas acerca do rei de Macassar e da embaixada que se lhe enviou; correspondência com ele, etc. e também da licença pedida para fundir algumas peças de artilharia em Macau. Entende o monarca que a amizade com este rei é de grande importância e como o seu procedimento tem sido bom, pede ao vice-rei que lhe envie uma espada e uma espingarda e que mantenha toda a boa amizade com ele e lhe assista em tudo o que este rei pedir.
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Carta do rei ao vice-rei da Índia sobre a esquadra de navios ingleses que chegaram a Goa com cartas de seu rei, para serem recebidas em conformidade com as pazes assentadas com o conde de Linhares e que nesta cidade não deram entrada por não levarem licença do vice-rei. Trata, ainda, de desavenças que os ingleses tinham tido com os chins; da responsabilidade que a cidade de Macau tomou por eles e do prejuízo que Portugal teria no trato com a China se os ingleses entrassem nela.
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Carta do rei de Portugal ao vice-rei da Índia sobre perturbações causadas por dois missionários espanhóis em Macau.
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Carta do vice-rei ao rei de Portugal, em que afirma que tudo se fará como Sua Majestade ordena.
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Carta do rei ao vice-rei da Índia em que pede a relação dos factos ocorridos com o desembargador Sebastião Soares Pais que fora enviado a Macau com a incumbência de perdoar a esta cidade as ofensas que fizera a D. Francisco de Mascarenhas, se se comprometesse a ser de futuro, leal e boa servidora do Estado. À margem, a resposta do vice-rei, de 28 de Novembro de 1634, dizendo junto enviar a relação pedida.
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Carta do Pe. Manuel do Amaral, da Companhia de Jesus, ao D. Pedro II, rei de Portugal, sobre a sobrecarga de encargos de Macau ordenados pelo vice-rei do Estado da Índia. Proposta de soluções
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Carta do vice-rei ao rei em que informa que mandou dizer à cidade de Macau que servisse bem para merecer a graça do rei da suspensão do castigo que deveria sofrer pelas culpas que se provaram. E conforme esta cidade atender a este aviso, assim se procederá.
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Lista de 43 cartas enviadas por Sua Majestade ao vice-rei da Índia, em que a décima primeira fala sobre o levantamento do comércio de Manila com Macau.
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Carta do Senado da Câmara de Macau ao vice-rei do Estado da Índia, [D. Pedro António de Noronha] (conde de Vila Verde), sobre o prejuízo que representa para a economia de Macau ser a cidade incluída na Companhia-Geral de Comércio fundada no Estado da Índia
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Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal em que informa sobre as razões que o levou a comprar uma charrua ida de Macau.
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Carta do príncipe regente para o vice-rei da Índia, em que louva o procedimento do vice-rei, no envio das embarcações a Macau. Noutra carta diz como deve proceder contra Fernão Mateus de Pontes, mandando-o prender, imediatamente.
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Carta do juiz da alfândega do Rio de Janeiro, Manuel Cordeiro Vargas, a [D. João V], rei de Portugal, sobre o cumprimento da ordem recebida para fazer a cobrança dos direitos aos interessados da Companhia da nau "São Pedro e São João Baptista"