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Plano do restabelecimento das Missoens da China pertencentes ao Real Padroado. Da autoria de D. Frei Alexandre de Gouveia, Bispo de Pequim (assinatura autógrafa).
Estado actual das Missoens da China pertencentes ao Real Padroado e plano para o seu restabelecimento. Da autoria de D. Frei Alexandre de Gouveia, Bispo de Pequim.
Instrucção sobre o restabelecimento das Missoens da = China. Da autoria de D. Frei Alexandre de Gouveia, Bispo de Pequim.
Carta do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre o estado das missões do Padroado Régio na China, e o plano para o seu restabelecimento
Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre o cisma entre as Missões do Real Padroado e as da Congregação da Propaganda Fide e sobre o envio do plano para o restabelecimento das missões na China.
Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, a [D. Maria I], rainha de Portugal, sobre o estado deplorável das missões da China, por falta de missionários e por obstinadas disputas entre si e envia o plano para o restabelecimento das Missões do Real Padroado na China.
Carta do Núncio Orta, Missionário Apostólico, ao Bispo de Macau dando-lhe conta do estado da Igreja e Missão de Tunkim. Assinatura autógrafa. Em latim. Parece a 1ª. via, datada de 12 de Abril de 1794. Há outra idêntica, mas sem assinatura autógrafa, que parece a 2ª. via, dada em Tunkim, ao 1º. de Setembro de 1794 e tem mais um P. S.
Carta do Bispo de Pequim, Frei Alexandre [de Gouveia], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. Rodrigo de Sousa Coutinho, (conde de Linhares), sobre a necessidade de missionários; o plano para o restabelecimento das missões; o pagamento das suas côngruas pela Fazenda de Macau, e a remessa de tabaco de amostrinha para presentear o imperador
Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, em que envia um plano para o restabelecimento das missões do Real Padroado na China; lembra as vexações praticadas pelos mandarins aos cristãos e a necessidade de diploma régio declarando ser o Bispo de Pequim o administrador dos bens que os ex-jesuítas possuíam na China, e nomear-se sucessor e coadjutor do Bispo de Nanquim
Dos Sojeitos da Prouincia de Jappão e Missoens a ella pertencentes.
Doc. 61 – Sobre a Divisão dos bispados portugueses pertencentes ao Padroado.
Papéis de D. frei Marcelino José da Silva, Bispo de Macau, do Padre Frei António da Purificação, governador do bispado de Nankim e de D. frei Alexandre Gouveia, Bispo de Pequim
Cartas de Frei Manuel do Cenáculo Vilas Boas ao Bispo de Pequim D. Frei Alexandre de Gouveia.
Carta de Frei Rainaldo Maria de S. Giose, Carmelita Descalço, Miss. Apost., ao Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, sobre negócios da Missão. Pequim, Hai Tien, 25 de Junho de 1727. Toda autógrafa, em mescla extravagante de italiano e português.
Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. Rodrigo de Sousa Coutinho, (conde de Linhares), sobre a entrega aos padres da Congregação da Missão, Domingos Joaquim Ferreira e José Nunes Ribeiro, da igreja e casa portuguesa de São José de Pequim com todos os seus bens. Apresentação dos ditos padres e oferta de presentes ao imperador da China. Necessidade de missionários portugueses, matemáticos, relojoeiros, cirurgiões e pintores. Agradecimento pelo pagamento da côngrua e recepção do tabaco de amostrinha. Execução das exéquias papais com assistência das igrejas portuguesa, francesa e italiana de Pequim. Plano para o restabelecimento das missões do Padroado Régio na China. Legado da rainha D. Mariana Vitória a favor das missões da China
Carta de Frei Rainaldo Maria de S. Giose, Carmelita Descalço, Miss. Apost., ao Embaixador Alexandre Metelo de Sousa e Meneses, sobre negócios da Missão. Pequim, Hai Tien, 25 de Junho de 1727. Toda autógrafa, em mescla extravagante de italiano e português. 1 fólio, bom estado.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre a elaboração do plano para o restabelecimento do "Giro" em Macau
Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], em que envia um plano dos canais que cercam a cidade, da autoria do capitão-tenente Francisco José da Vitória Rodrigues Viana, para se ter uma ideia clara da posição de dois navios estrangeiros arrastados pelos ingleses
Carta do Bispo de Macau D. Frei Marcelino José da Silva ao de Pequim, D. Frei Alexandre de Gouveia, sobre a sua actuação na Corte chinesa. Lisboa, 4 de Março de 1789.
Plano da cidade Macau.
Ofício do Bispo de Pequim, D. Alexandre [de Gouveia], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, [João Rodrigues de Sá e Melo] (visconde de Anadia), sobre a entrega aos padres da Congregação da Missão de São Vicente de Paula, Domingos Joaquim Ferreira e José Nunes Ribeiro, da casa e igreja de São José de Pequim com seus rendimentos e direitos; a necessidade de religiosos portugueses com especialidade em matemática, pintura, relojoaria ou medicina para provimento das magistraturas do Tribunal de Matemáticas na corte de Pequim, o estado actual das missões da China pertencentes ao Padroado Régio e o plano para o seu estabelecimento
Plano da cidade de Macau
Carta do Bispo de Pequim, Frei Alexandre [de Gouveia], ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre as exéquias por morte do rei D. Pedro III; o interesse das cortes de Roma e Paris em desmembrarem o Bispado de Pequim; a falta de missionários; a necessidade de assegurar os bens dos ex-jesuítas pertencentes a Portugal.
Informação de Jorge de Gouveia, pedida por [Filipe II], com a relação das cidades, fortalezas e lugares em que existem Misericórdias.
Plano Hidrográfico da costa da China e Macau.
Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
Sobre se dar ajudas de custo ao Bispo de Macau quando for visitar as cristandades da China.
Queixas do Bispo de Macau e da câmara da cidade contra o mestre de Escola da Sé de Goa, José da Silva. Tem apenas 2 documentos sobre o mesmo assunto.
Informa que pelas cópias das cartas que Sua Majestade mandou escrever ao Bispo de Macau e ao comissário dos padres reformados de S. Francisco, fica entendendo como eles se devem comportar, e que quando chegou à Índia já o vice-rei, conde de Vila Verde, havia provido as dignidades da Sé de Macau, como, a de deão, em Dr. João Fialho de Campos, a de chantre, no padre Pedro Pinto, e a do tesoureiro-mor, no licenciado Francisco Ferreira de Aragão. Logo que chegou a fragata da China se informará sobre os clérigos que há em Macau que queiram servir de cónegos sem a côngrua que lhes compete; todos os requisitos serão ponderados, segundo o breve.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia para Mendo de Faias Pereira, sobre a morte do Pe. Francisco Maris Espínola, quando ia para Macau e não podendo, por isso, ocupar o lugar de coadjutor e de futuro sucessor do Bispo de Nanquim.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, sobre novos direitos cobrados ao Bispo de Macau e que os seus sucessores não devem pagar.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa não ter recebido qualquer requerimento do Bispo de Macau. Nos assentos do Conselho da Fazenda está escrito que foi mandado dar ao então Bispo de Macau, em 2-5-692, dois mil xerafins de ajudas de custo para a sua viagem à China e noutro documento consta que foi dado mais mil xerafins para paramentos.
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
Carta do rei para o vice-rei da Índia, sobre a quantidade de cobre que se levava para Goa da China e Japão e também sobre desinteligências entre estas partes e os moradores de Macau. Pede ao vice-rei que resolva estes assuntos, depois de consultar o Arcebispo de Goa e os conselheiros da maneira que forem mais úteis ao serviço de Deus e quer ser avisado das disposições tomadas assim como do nome e ordens dos religiosos que foram martirizados no Japão.
Carta do rei de Portugal para o vice-rei da Índia, em que ordena que os ordenados do Bispo de Macau sejam pagos da mesma forma que os do Bispo de Cochim.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre se darem ao Bispo de Macau os paramentos necessários para os seus pontificais e lhe mande dar as ajudas de custo que precisar para a sua ida de Goa para Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que envia a cópia do assento sobre a nomeação de D. Filipe Lobo para o cargo de capitão-mor na China. O rei poderá ver o exame minucioso que se fez na secretaria de Estado, onde se não encontrou nenhuma ordem régia para que se prendesse D. ·Filipe Lobo. Todo este assunto decorreu quando governava o Bispo D. Frei Luís de Brito. Informa que se ponderaram todos os inconvenientes que haveria em enviar D. Filipe nesta jornada, pois, para o que o rei pretendia da cidade de Macau, ele era ali benquisto demais para obter os fins em vista. Mas, não se achando nada contra o dito D. Filipe, o vice-rei não podia ir contra a opinião do Conselho, composto por homens sisudos e que concordaram que el-rei ficaria bem servido enviando aquele homem.
Carta régia para o vice-rei da Índia, Aires de Saldanha, em que Sua Majestade lhe participa que enviou, por três vias, as bulas papais, sagrando Bispo da Serra de Angamale o jesuíta Francisco Roiz e a respectiva provisão régia.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Informação sobre a acção pastoral de D. Manuel de S. Galdino, Bispo de Macau, proposto para a arquidiocese de Goa.
Sobre D. Joaquim de Sousa Saraiva, Bispo eleito de Pequim.
Visitas "Ad Sacra Limina" dos Bispos de Macau, Malaca, Nanquim, Funai, Damão e Cranganor.
Proposta do frei Marcelino José da Silva, da Ordem Militar de S. Bento de Avis, para o Bispo de Macau, pela renúncia de D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães. Informação sobre o estado da diocese.
Carta do Bispo da China para o governador das Filipinas, D. Gonzalo Ronquillo, escrita em português, sobre o estado das coisas e dos católicos naquela cidade.
Os Bispos de Macau (1576-1782)
Carta do Embaixador Alexandre Metelo ao Padre José Moreira sobre os negócios da Missão da China, a que veio o Bispo de Macau. Lisboa, 20 de Novembro de 1750. Borrão original.