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Carta [cópia] do príncipe regente [D. Pedro] para o vice-rei da Índia (João Nunes da Cunha, conde de S. Vicente], a ordenar boa correspondência e recíproca amizade com os ingleses, que tocarem os portos do Estado da Índia, excepto em relação a Macau.
Consulta da Junta de Guerra das Índias em que Sua Majestade manda que, pela parte competente, se ordena que os portugueses de Macau guardem boa correspondência com os castelhanos que ali forem.
Carta régia [cópia], a ordenar que não entrem no Japão Missionários que não pertençam à companhia de Jesus e que sobre as questões que surgirem no Japão e tocarem de direito ao arcebispo de Goa sejam submetidas ao bispo de Macau, por estar mais perto do Japão.
Carta do rei, D. Filipe III, para o vice-rei da Índia, sobre as notícias recebidas acerca do rei de Macassar e da embaixada que se lhe enviou; correspondência com ele, etc. e também da licença pedida para fundir algumas peças de artilharia em Macau. Entende o monarca que a amizade com este rei é de grande importância e como o seu procedimento tem sido bom, pede ao vice-rei que lhe envie uma espada e uma espingarda e que mantenha toda a boa amizade com ele e lhe assista em tudo o que este rei pedir.
Cartas a Joaquim Heliodoro da Cunha Rivara, Secretário do Governo na Índia (1844-1873).
Capitulo 32. De como se ha de fazer as amizades.
Real decreto a agradecer ao governador das Filipinas a boa correspondência que havia tido com a cidade de Macau.
Portaria (cópia) do [governador e capitão-general do Estado da Índia, D. Manuel da Câmara], ao ouvidor-geral do Estado da Índia, desembargador João Carlos Leal, a ordenar para fazer reverter à secretaria do governo os processos sobre movimentos sediciosos em Macau
Nascido para vencer : D. José da Costa Nunes, Bispo de Macau, Patriarca das Índias, Cardeal (1880-1976)
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Vasco Luís Carneiro de Sousa e Faro ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre a correspondência para o governador e capitão-general do Estado da Índia, respeitante às boas relações com os chineses e sobre a embaixada inglesa a Pequim; o excesso de autoridade do Bispo de Macau
Carta de António Pais de Sande, governador da Índia, para Aminadin Ussene Raibará, embaixador do rei de Sião, em que o informa que, antecipando até o seu pedido, já ordenara à cidade de Macau que fizesse pagamento a ele da quantia que ainda lhe era devida do empréstimo que fizera à referida cidade, para esta enviar embaixador ao rei da China. Mais uma vez salienta a boa amizade que deseja manter entre Portugal e Sião.
"Sumário dos lugares, portos e partes mais notáveis da Índia Oriental, comessando do Cabo de Boa Esperança até o porto de Macau na China".
Alvará do vice-Rei a D. Francisco Mascarenhas para poder prover todos os cargos que na cidade de Macau vagarem em pessoas aptas e suficientes, excepto os da Justiça, cujo provimento pertence ao Ouvidor; e os da guerra proverá com a comunicação da dita Cidade, visto que have-los ela de pagar; e as pessoas providas servirão os ditos cargos até ao Vice-Rei os confirmar, ou prover.
Deshizose la residencia de Yamanguchi y el Padre Melchior Nunes vino a Japon con algunos companeros y se torno para India. Capitolo 11.
Carta (cópia) do [vice-rei do Estado da Índia, D. João Nunes da Cunha], a [D. Pedro], príncipe regente de Portugal, sobre as providencias para acudir Macau; sobre o envio de soldados, munições e mantimentos; sobre a nomeação do capitão-geral de grande experiência, D. Álvaro da Silva, e do embaixador à corte de Pequim, Manuel de Saldanha
Continuão os Tartaros A guerra contra os Chinas com a mesma Boa fortuna. Capitulo. 7.º
Memorial de Hernando de los Rios Coronel, procurador das ilhas Filipinas, a suplicar que se mande remediar os danos e insolências que os vizinhos de Macau faziam contra os castelhanos ( com consulta do Conselho de Índias, sobre pouca correspondência que tinham os vizinhos de Macau com os das Filipinas).
Alvará régio a ordenar que os capitães da viagem do Japão prestem ao Bispo desta região todo o auxílio e ajuda que este lhes requerer, para pôr termo às desordens cometidas dentro do seu bispado por alguns portugueses desobedientes e levar os culpados para a Índia, sob prisão
Carta do governador das Filipinas, Dom Juan da Silva, dando conta do mau estado em que se encontravam as coisas de Ternate, Maquién, e outras ilhas do Maluco e da falta de amizade e de correspondência por parte dos japoneses que haviam queimado um navio em Macau.
Carta de Jerónimo Nunes da Costa para o vice-rei da Índia sobre o assunto da troca de Macau e sobre o estado do comércio dos súbditos portugueses.
Carta régia para o governador da Índia, Nuno da Cunha, sobre as Molucas, o conflito entre a coroa de portugal e o imperador Carlos V e o acordo estabelecido.
Carta régia para o governador da Índia, Nuno da Cunha, sobre a presença portuguesa nas Molucas, sobre o problema da vizinhança castelhana e sobre o acordo com Carlos V.
Carta do rei ao vice-rei da Índia sobre a esquadra de navios ingleses que chegaram a Goa com cartas de seu rei, para serem recebidas em conformidade com as pazes assentadas com o conde de Linhares e que nesta cidade não deram entrada por não levarem licença do vice-rei. Trata, ainda, de desavenças que os ingleses tinham tido com os chins; da responsabilidade que a cidade de Macau tomou por eles e do prejuízo que Portugal teria no trato com a China se os ingleses entrassem nela.
Sobre os Delegados Apostólicos da Índia e da China
Carta de amizade e seguro escrita por D. Diego de Portugal, governador de Macau, a Dom Luis Pérez Dasmarifiñas, quando arribou aquelas costas.