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Carta do rei, D. Filipe III, para o vice-rei da Índia, sobre as notícias recebidas acerca do rei de Macassar e da embaixada que se lhe enviou; correspondência com ele, etc. e também da licença pedida para fundir algumas peças de artilharia em Macau. Entende o monarca que a amizade com este rei é de grande importância e como o seu procedimento tem sido bom, pede ao vice-rei que lhe envie uma espada e uma espingarda e que mantenha toda a boa amizade com ele e lhe assista em tudo o que este rei pedir.
Carta de António Pais de Sande, governador da Índia, para Aminadin Ussene Raibará, embaixador do rei de Sião, em que o informa que, antecipando até o seu pedido, já ordenara à cidade de Macau que fizesse pagamento a ele da quantia que ainda lhe era devida do empréstimo que fizera à referida cidade, para esta enviar embaixador ao rei da China. Mais uma vez salienta a boa amizade que deseja manter entre Portugal e Sião.
Carta [original], do imperador do Japão Mutsu-hito, para o rei D. Luís I; faz oferta da Suprema Ordem do Crisântemo, de que lhe envia as insígnias do Grão Colar, as quais pede que aceite como prova de amizade [em japonês]
Capitulo 62. Do Collegio de Amacusa, e suas Rezidencias: e do que este anno lhe socedeo com esta perseguição.
Carta [cópia] do príncipe regente [D. Pedro] para o vice-rei da Índia (João Nunes da Cunha, conde de S. Vicente], a ordenar boa correspondência e recíproca amizade com os ingleses, que tocarem os portos do Estado da Índia, excepto em relação a Macau.
Carta do vice-rei da Índia para o rei, em que envia com esta carta a cópia da petição que lhe fez o desembargador Sebastião Soares Pais, quando voltou da China, onde fora com alçada. Esta petição foi submetida ao parecer do Conselho que decidiu deferi-la e pede que o rei a confirme, visto que é muito justa.
Decreto de D. João V, rei de Portugal em que ordena que ao Bispo de Nanquim, D. António Pais Godinho, além da côngrua de duzentos mil réis que lhe foram consignados nas rendas pertencentes à administração do Conselho Ultramarino, se lhe paguem, pelas mesmas rendas, duzentos e oitenta mil réis cada ano, na mesma forma e tempo que a côngrua, com início na data deste decreto
Carta do rei ao vice-rei da Índia sobre a esquadra de navios ingleses que chegaram a Goa com cartas de seu rei, para serem recebidas em conformidade com as pazes assentadas com o conde de Linhares e que nesta cidade não deram entrada por não levarem licença do vice-rei. Trata, ainda, de desavenças que os ingleses tinham tido com os chins; da responsabilidade que a cidade de Macau tomou por eles e do prejuízo que Portugal teria no trato com a China se os ingleses entrassem nela.
"Couzas de Captivos: A um devedor dos captivos se fes execussão e pinhora em huma viagem da China de que El-Rei lhe havia feito pinhora digo feiro mercê, e pedindo-se a El-Rei as Provisoens para o Arrematante lhe não differio el-rei"
Alvará do Vice-Rei sobre petição do Licenciado Francisco Cardim Froes, Ouvidor de Macau, para que, no caso de o Ouvidor que lhe vai suceder não chegar lá, se possa ele vir, deixando em seu lugar uma pessoa que o Capitão Geral nomear.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
Carta do vice-rei e capitão-geral da Índia, Francisco de Távora, à Sua Alteza, a informar que, sobre os assuntos de Macau, enviou sucessor do governador Luís de Melo de Sampaio e que logo que este chegar à Índia, mandará proceder contra ele.
Protesto da Cidade ao Capitão Geral sobre a inquietação presente e trabalho grande com El-Rei da China por causa dos muros, que ele manda derrubar. Em Câmara, 26 de Março de 1625.
Carta do príncipe para o vice-rei, sobre o caso do dinheiro que se entregou a Coge Minas; sobre a concessão que se lhe deu para enviar barcos a Mombaça e a Macau. Concorda com a resolução do vice-rei.
Carta (cópia da) do padre Francisco Passio ao reitor de Macau, dando-lhe conta da visita que lhe fez o tutão ou vice-rei, como ia vestido, os presentes e as festas que lhe fizeram, seus usos e costumes, cerimónias, etc.
Documento em que D. Francisco de Mascarenhas pede ao Conde Vice-Rei o escuse do lugar que a Provisão atrás indicava, e se oferece a servir como soldado (e outros com ele relacionados). Goa, 26 de Janeiro de 1623.
Carta régia ao vice-rei da Índia em que o rei lhe agradece as diligências efectuadas com a cidade de Macau para a convencer a armar, à sua custa, alguns navios que corressem os mares do Sul em defesa dos navio mercantes que fossem para a Índia e Manila. Recomenda-lhe que o informe do que tiver conseguido sobre esta matéria.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se lhe recomenda grande cuidado na escolha dos capitães de Macau, devendo estes serem de boa posição social, experientes e "de quem se possa fiar hum posto tam arriscado", e nega-se a deferir o requerimento que a mesma cidade lhe apresentou para que o referido cargo fosse abolido.
Carta para o vice-rei da Índia em que el-rei lhe recomenda que não permita ao governador de Macau desrespeitar os privilégios da Câmara.
Requerimento do Bispo de Macau, D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães, a [D. Maria I], rainha de Portugal, em que pede que se lhe continue a pagar 100.000 réis, mensalmente, conforme lhe foi destinado pelo rei D. José.
Capitulo 32. De como se ha de fazer as amizades.
Carta do vice-rei ao rei em que diz que a Fazenda Real se encontra exausta e que as necessidades na Índia são enormes e tendo que se remediar imediatamente este mal, procura por todas as formas que as cidades e os vassalos do rei lhe dêem o seu auxílio por sua livre vontade. Nesta ordem de ideias e como a cidade de Macau estava livre dos impostos obrigatórios para as outras cidades, enviou-lhe uma carta pedindo que Francisco Mascarenhas, a Companhia de Jesus, Lopo Sarmento de Carvalho e seus parentes armassem embarcações à sua custa para as vigilâncias da navegação comercial daquela cidade para a Índia e Manila ao que todos acederam.
Carta régia, para o vice-rei da Índia [António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho], Obre o que escreveram os padres José Cardoni e o vice-provincial da China acerca do zelo e cuidado com que procede no serviço de Deus e do rei, Clemente da Cruz. morador da Cochinchina, e ordena lhe se lhe conceda em seu nome, o hábito de Cristo como reconhecimento e gratidão pelo seu empenho nos benefícios da missão da Cochinchina.
Requerimento de Manuel Vicente Rosa a [D. João V], rei de Portugal, em que pede mais uma via da provisão que lhe concedeu autorização para regressar ao Reino com a família
Carta régia para o vice-rei da Índia em que lhe recomenda a fortificação da cidade de Macau e que não tragam dali escravos chineses.