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Ofício do Bispo de Macau, Frei Francisco [de Nossa Senhora da Luz Chacim], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, João Rodrigues de Sá e Melo, visconde de Anadia], sobre o enviado do Cabido, cónego Alexandre António Pereira, a apresentar cumprimentos ao príncipe regente; sobre o prejuízo irreparável se se permitir a entrada de estrangeiros em Macau; a necessidade de uma embaixada de grande aparato à China; o destino a dar à prata dos ex-jesuítas franceses; o perdão para os pequenos furtos na alfândega; a escassez de religiosos nas missões; a prestação de contas dos religiosos da cidade; a entrada e saída dos religiosos do Bispado apenas com autorização do Bispo, e o pedido de exoneração do cargo.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que proibe a entrada em Macau de religiosos estrangeiros, sob pena de expulsão
Consulta (cópia) do Conselho Ultramarino sobre a expulsão de Macau dos religiosos da Propaganda pelo capitão-geral, Diogo de Pinho Teixeira. O Conselho concorda com esta atitude, mas aconselha também a expulsão dos religiosos castelhanos
Cartas a um Religioso, seu amigo.
[Carta sobre o procedimento dos religiosos residentes em Macau, e sobre a acção dos Padres da Companhia a favor da cidade e seu povo].
"Noticia de Macáo" Notícias sobre a perseguição, do imperador tártaro, contra o cristianismo e o domínio que tenta exercer sobre Macau; é referida também, a entrada por Macau, em barcos portugueses, sob o disfarce de marinheiros, de religiosos mouros que tentam converter os chineses ao Islão.
Risposta di vn Religioso della Compagnia di Gesú alla Lettera scritta da vn Religioso dell'Ordine de Predicatori, A PP. Gesuiti del Collegio de Pechino nella Cina, anno 1701.
Carta de André Coutinho, sacerdote português, a um religioso, sobre as missões da China.
Carta régia [cópia], a conceder aos religiosos da Companhia de Jesus o privilégio da evangelização do Japão por 15 anos.
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
Carta do Bispo de Macau, Frei Francisco [de Nossa Senhora da Luz Chacim], a [D. João VI], rei de Portugal, sobre as providências para melhorar o comportamento dos religiosos regulares
Requerimento do Bispo de Macau, Frei Francisco de Nossa Senhora da Luz Chacim, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre o pedido de paramentos e artigos religiosos; a instituição de uma casa de correcção para mulheres; a censura na entrada de livros em Macau; o pagamento da côngrua desde a sua nomeação; o envio de tabaco de amostrinha e o pedido da sua substituição no cargo.
Carta do Bispo de Nanquim, D. Alexandre Cícero, a [D. Pedro II], rei de Portugal, sobre os religiosos da China e sobre a questão dos ritos sínicos.
Memorial do frei Diego Aduarte, procurador dos dominicanos das Filipinas, pedindo que o governador daquelas ilhas não permita que vão religiosos a Espanha, aproveitando o trato estabelecido entre Manila, Macau e Malaca.
Representação do Pe. guardião e mais religiosos do Convento de Nossa Senhora dos Anjos dos Reformados de São Francisco, a [D. Maria I], rainha de Portugal, em que pedem a reedificação da sua igreja
Do que os Religiosos da Companhia fizeram na Missão de Etiopia.
Carta dos religiosos do Convento de São Domingos de Macau, a [D. João VI] (rei de Portugal), a apresentar felicitações ao rei pela regeneração da monarquia e participação da adesão à causa da pátria.
Rol dos mininos que ha no collegio a entrada de Novembro de 1556.
Os religiosos ocidentais na China na época moderna : ensaio de análise textual comparada
Artigo vinte Em que se contem os Religiosos da Ordem de Santo Agostinho.
Sobre a recomendação que se faz ao governo de Macau dos religiosos espanhóis que vão para a China, pondo-se em relevo o desejo de que os portugueses e os espanhóis mantenham boas relações e cordial entendimento nos assuntos comerciais.
Primeira Parte. Da Historia dos Religiosos da Companhia de Jesus. E do que fizeram com a divina graça no convento dos infieis á nossa Santa Fee Catholica nos Reynos E Provincias da Jndia Oriental, composta pello P. Sebastião Gonsalves Religioso [lacuna] da mesma Companhia Portugues, natural de Ponte de Lima. Sogeita o Autor essas obras ao juizo da Sacro Santa Jgreja Romana. anno do Senhor 1614. [Título extraído do códice 915P da Bib. Nacional de Lisboa]
Ofício do [deputado representante do Leal Senado de Macau], António Joaquim de Oliveira Matos, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), sobre o agravamento do conflito religioso; a expulsão de missionários estrangeiros e permissão de permanência dos missionários portugueses, membros do Tribunal de Matemática, sem exercerem serviços religiosos; a preocupação quanto ao estabelecimento da casa de negócio de José Barreto que poderá aniquilar o comércio mercantil.
Carta do [governador e capitão-geral de Macau], Caetano de Sousa Pereira, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre as respostas dos responsáveis pelas missões estabelecidas em Macau; a sua fundação, número de religiosos e bens dos seus estabelecimentos