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A ‘Armação’ e o Comércio da Seda Crua entre Macau e Japão (Séculos XVI-XVII)
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O FIM DO SONHO MISSIONÁRIO NAS ILHAS DO SOL NASCENTE. A APOLOGIA DO JAPÃO E A CONTROVÉRSIA ENTRE JESUÍTAS E MENDICANTES
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1674. Concordata entre as ordens Militares, e os Prelados do Reyno. [Jul. 21]. Jesuítas na Asia
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Carta do Pe. Pero Marejom, reitor do Colégio de Macau, ao Pe. Nicolau da Costa, jesuíta, procurador do Japão e China, em que diz esperar que o Bispo e o Pe. Sebastião Vieira cheguem, em breve. Diz estar em grande risco o comércio entre Macau e Japão, por causa dos inimigos da Europa. Alguns padres do Japão têm provocado escândalos. Espera que o vice-rei mande uma embaixada a Macau para resolver estes e outros assuntos. O comércio de Manila não vai bem por obstáculos postos pelo governador dele e pelos portugueses de Macau.
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Carta sobre o comércio de salitre entre Macau e Sião.
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Relação sobre o Estado da Índia e assuntos eclesiásticos, Faz referência ao número de mosteiros e missionários na China e no Japão, assim como os proventos do comércio entre as mesmas regiões.
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Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre o trabalho missionário dos Jesuítas no Japão e a proposta da construção de um colégio jesuíta em Macau.
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Ajuste entre os mercadores de Chaozhou (Chiuchow) e um indivíduo, sobre o comércio de açúcar e de jagra
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OS JESUÍTAS NO JAPÃO E A ARTE DO CHÁ在日本的耶穌會士與茶藝
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OS JESUÍTAS E A CHEGADA DOS PROTESTANTES AO JAPÃO耶穌會士與新教徒在日本
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Jesuítas - Carta de Macau sobre os sucessos das missões da China, Cochinchina e Japão, do Pe. João Rodrigues Girão.
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Ajuste entre Zhao Sheng e Camilo Sousa, sobre o comércio do açúcar
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MISSIONÁRIOS OU RICOS MERCADORES? O COMÉRCIO DA SEDA ENTRE O JAPÃO E MACAU NOS SÉCULOS XVI E XVII他們是傳教士還是商人?16-17 世紀日本與澳門之間的絲綢貿易
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OS JESUÍTAS E A NOBREZA CRISTÃ DO SUL DO JAPÃO耶穌會士與日本南方的貴族基督徒
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Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a extinta Sociedade de Jesus: desinteligências entre o Bispo e o governador de Macau sobre o procedimento a ter com os padres jesuítas
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ALMÍSCAR, CALAMBAQUE E AZOUGUE NO COMÉRCIO MACAU-JAPÃO E NO COMÉRCIO DA ÁSIA ORIENTAL (CERCA DE 1555-1640)
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Memorial para a Santa Congregação de Propaganda Fide do Geral da Companhia de Jesus, sobre as querelas entre os padres jesuítas e os vigários apostólicos. [fl. 257]
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Jesuítas - Controvérsia em Macau, entre o Pe. Gaspar Luís do Amaral, comissário do Santo Ofício, e o Pe. Fr. Bento de Cristo, governador do bispado de Macau.
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Carta [cópia] do bispo [D. Pedro de Castilho], vice-rei de Portugal e inquisidor-geral, para o rei [Filipe II] sobre serem os Jesuítas a evangelizar o Japão.
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Carta do Pe. Francisco Cabral, jesuíta português, a Filipe II, descrevendo o estado em que se acham aquelas partes e o Japão.
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Carta do governador das Filipinas à Sua Majestade, em que, entre outros assuntos, trata do comércio com Camboja e Cochinchina e o que os japoneses têm com Macau.
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Sobre consultas de Portugal relativas a tratados de comércio entre Filipinas, Macau e China.
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Carta sobre a cidade de Macau de D. Jerónimo de Azevedo. É necessário nomear-se um capitão para Macau para se poder defender esta cidade contra os holandeses, assegurando o comércio com a China, de enorme vantagem. O militar escolhido deveria ser prudente para poder saber lidar com os chineses. Seria justo que Macau pagasse o imposto de 1 % como Malaca para ser empregue em seu benefício. O dito capitão apaziguaria, também, as desavenças entre os moradores e entre certos bandos de desordeiros. Seria também bom que se proibisse toda e qualquer comunicação ou comércio da China e Japão com Manila.
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Inquirição sobre o caso do P. Paulo dos Santos e o comércio do Japão. 1636.