Primeiro Parecer De Dom Gonsalo da Sylva Bispo de Malaca bom Canonista sobre a nova eleição do governo do Bispado de Macao no Bispo de Japão D. Diogo Valente, dado pela primeira informação do P. Fr. Antonio do Rozario que tinha o governo. [1623 Abr. 30]
Culpas, e crimes notorios, qua tem cometido o P. Fr. Antonio do Rozario em quanto foi Governador deste Bispado, pelos quaes não pode, nem deve ser provido no dito Governo, e caso negado, e fora Governador tem de prezente legitimo impedimento para não poder governar.
Treslado de hum requerimento do P. Fr. Antonio do Rozario ao Senhor Bispo de Japão Governador do Bispado. [1623 Ago. 1]
Apuntamentos hecho por el Clero de Macan de las cosas que en esta relacion del Fray Antonio del Rozario se contiene que no son verdaderas.
Treslado De una rellacion que el P. Fr. Antonio del Rozario embio a Manila para se procurar por ella pareceres de los letrados en su favor.
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Carta declaratoria do P. Fr. Antonio do Rozario Governador do Bispado da China. [1622 Maio 1]
Carta monitoria do Padre Fr. Antonio do Rozario Governador deste Bispado da China. [1622 Abr. 30]
Parecer De todas as Religioes que ha na Manilla, e de outros letrados da mesma Cidade sobre a excomunhão que poz Fr. Antonio do Rozario sendo Governador deste Bispado da China que os freguezes da Sè fossem ouvir pregação a sua Paroquia quando nella a houver. [1622 Out.]
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
Primeiro Parecer De Dom Gonsalo da Sylva Bispo de Malaca bom Canonista sobre a nova eleição do governo do Bispado de Macao no Bispo de Japão D. Diogo Valente, dado pela primeira informação do P. Fr. Antonio do Rozario que tinha o governo. [1623 Abr. 30]
Culpas, e crimes notorios, qua tem cometido o P. Fr. Antonio do Rozario em quanto foi Governador deste Bispado, pelos quaes não pode, nem deve ser provido no dito Governo, e caso negado, e fora Governador tem de prezente legitimo impedimento para não poder governar.
Treslado de hum requerimento do P. Fr. Antonio do Rozario ao Senhor Bispo de Japão Governador do Bispado. [1623 Ago. 1]
Apuntamentos hecho por el Clero de Macan de las cosas que en esta relacion del Fray Antonio del Rozario se contiene que no son verdaderas.
Treslado De una rellacion que el P. Fr. Antonio del Rozario embio a Manila para se procurar por ella pareceres de los letrados en su favor.
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Carta declaratoria do P. Fr. Antonio do Rozario Governador do Bispado da China. [1622 Maio 1]
Carta monitoria do Padre Fr. Antonio do Rozario Governador deste Bispado da China. [1622 Abr. 30]
Parecer De todas as Religioes que ha na Manilla, e de outros letrados da mesma Cidade sobre a excomunhão que poz Fr. Antonio do Rozario sendo Governador deste Bispado da China que os freguezes da Sè fossem ouvir pregação a sua Paroquia quando nella a houver. [1622 Out.]
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
Recibo de Fr. António do Rosário, Bispo eleito de Malaca. Macau, 1635 Out. 10.
Rol, e memorial que Os Procuradores desta causa dos Martyres do Japão apresentarão ante o R. P. Governador Fr. Antonio do Rozario Juiz Apostolico Remissorial da dita cauza, e ante os Senhores Juizes seos Coadjuntos, estando em audiencia; No qual se contem as pessoas, que hão de ser testemunhas na sobredita cauza. [1630 Abr.-Maio]
Carta pela qual o Provincial e Definidores da Província de S. Gregório das Ilhas Filipinas, da Ordem de S. Francisco, dão poder aos Padres Fr. Pedro Baptista, Fr. José de Valancia, Fr. Martim de Santiago e Fr. Juan de Torrilhas, prégadores, e a todos os religiosos da mesma Província e aos residentes das ditas ilhas, para prestarem declaraço és, apresentarem escritos ou quaisquer outras provas no processo de canonização dos mártires do Japão, da dita Ordem. Manila 1629 Out. 8.
Resposta do R. P. Gaspar de Amaral V Reitor do Collegio da Madre de Deos em Macao á hum Tratado de R. P. Fr. Antonio do Rozario sobre não expirar o seo governo do Bispado da China por nova nomeação do Cabbido de Goa sede vacante. 1630 [Ago. 20]
Primeiro Parecer De Dom Gonsalo da Sylva Bispo de Malaca bom Canonista sobre a nova eleição do governo do Bispado de Macao no Bispo de Japão D. Diogo Valente, dado pela primeira informação do P. Fr. Antonio do Rozario que tinha o governo. [1623 Abr. 30]
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Parecer De todas as Religioes que ha na Manilla, e de outros letrados da mesma Cidade sobre a excomunhão que poz Fr. Antonio do Rozario sendo Governador deste Bispado da China que os freguezes da Sè fossem ouvir pregação a sua Paroquia quando nella a houver. [1622 Out.]
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
Primeiro Parecer De Dom Gonsalo da Sylva Bispo de Malaca bom Canonista sobre a nova eleição do governo do Bispado de Macao no Bispo de Japão D. Diogo Valente, dado pela primeira informação do P. Fr. Antonio do Rozario que tinha o governo. [1623 Abr. 30]
Certidão Que passou a Cidade ao P. Vizitador Gabriel de Mattos sobre desordens do P. Frey Antonio do Rozario. [1622 Maio 28]
Parecer De todas as Religioes que ha na Manilla, e de outros letrados da mesma Cidade sobre a excomunhão que poz Fr. Antonio do Rozario sendo Governador deste Bispado da China que os freguezes da Sè fossem ouvir pregação a sua Paroquia quando nella a houver. [1622 Out.]
[Queixas dos Religiosos de Colégio da Madre de Deus de Macau do P. Fr. António do Rosário, Governador do Bispado, por causa do libelo que mandou publicar contra os mesmos religiosos]. 1622 Abr. 5.
Recibo de Fr. António do Rosário, Bispo eleito de Malaca. Macau, 1635 Out. 10.
Resposta do R. P. Gaspar de Amaral V Reitor do Collegio da Madre de Deos em Macao á hum Tratado de R. P. Fr. Antonio do Rozario sobre não expirar o seo governo do Bispado da China por nova nomeação do Cabbido de Goa sede vacante. 1630 [Ago. 20]
Parecer de Manila sobre as excomunhões de Simão Vaz de Paiva, e outros, Em que se mostra serem nullas as ditas censuras, que contra elle publicou, e fulminou Fr. Antonio do Rozario Dominico, e Governador que foi do Eccleziastico em a Cidade de Macao. [1625 Abr. 24]
Resposta do R. P. Gaspar de Amaral V. Reitor Do collegio da Madre de Deos Em Macao a hum tratado do R. P. Frey Antonio do Rozario sobre não expirar o seu governo do Bispado da China por nova nomeação do cabido de Goa Sede vacante. [1630 Ago. 20]
Primeiro Parecer De Dom Gonsalo da Sylva Bispo de Malaca bom Canonista sobre a nova eleição do governo do Bispado de Macao no Bispo de Japão D. Diogo Valente, dado pela primeira informação do P. Fr. Antonio do Rozario que tinha o governo. [1623 Abr. 30]
Vida, e morte do Bispo Dom Diogo Valente.
Rol dos Livros, que se acharão por morte do Senhor D. Diogo Valente Bispo do Japão na sua Livraria.
Breve em que se trata do Bispo de Japão Dom Diogo Valente. [1626 Set. 10]
Commissam dos Jnquizidores de Goa para o Bispo Dom Diogo Valente. [1619 Maio 11]
Commissam dos Jnquizidores de Goa para o Bispo Dom Diogo Valente. [1619 Maio 11]
Copia da Carta que el Rey escreveveo [sic] ao Bispo de Japão D. Diogo Valente. [1628 Abr. 13]
Parecer mandado a El Rey Fellipe Quarto sobre o Bispo de Jappão Dom Diogo Valente. [1629 Mar. 3]
Copia da Carta que El Rey escreveo ao V. Rey Dom Francisco Mascarenhas sobre o Bispo de Japão Dom Diogo Valente. [1628 Abr. 15]
[Documentos sobre D. Diogo Valente, Bispo do Japão]; tresladados por Alberto Golfim, Notário Apostólico. Lisboa, 1627 Jan. 23.
Nós o Clero desta Jgreja de Maco da China elegemos por nosso Governador ao Senhor Bispo de Japão Dom Diogo Valente e os fundamentos que tivemos para o fazer, alem de outros, que aqui não apontão, são os seguintes. [continua em 49-V-6, fl. 1-2.]
Nós o Clero desta Jgreja de Maco da China elegemos por nosso Governador ao Senhor Bispo de Japão Dom Diogo Valente e os fundamentos que tivemos para o fazer, alem de outros, que aqui não apontão, são os seguintes. [continua em 49-V-6, fl. 1-2.] [continuação do cód. 49-V-5. Ano de 1623]
Principião as noticias do Anno de 1628. Breve De Urbano Oitavo sobre o Bispo de Jappão D. Diogo Valente. [1628 Ago. 22 [11 calendas de Set.]]
Carta Do Senhor Bispo de Cochim D. Fr. Sebastião [de S. Pedro], que mandou ao Jllustrissimo, e Re. Senhor Dom Diogo Valente Bispo de Japão. [1623 Jan. 8]
Nós el Clero desta Jglesia de Macan eligimos al Señor Obispo de Japon D. Diego Valentr por nuestro Governador; y los fundamentos que tubimos para hazerlo son los seguientes, fuera de otros que aqui no se appontan.
Nós el Clero desta Jglesia de Macan eligimos al Señor Obispo de Japon D. Diego Valentr por nuestro Governador; y los fundamentos que tubimos para hazerlo son los seguientes, fuera de otros que aqui no se appontan.
Lembrança para o Reverendo Padre Procurador Do Collegio da China mandada pelo Padre Pedro de Médanha Fabriqueiro da Sè de Malaca por ordem que para isso tem do Senhor Bispo Dom Gonsalo da Sylva do dito Bispado sobre os mil [cruzados?] que nesse collegio estão entregues ao Procurador delle conforme a carta do Padre que no cartorio desta Jgreja fica. [1626 Jun. 12]
Vrbanus PP VIII. Venerabili fratri Didaco Episcopo Japponensis. [1627 Fev. 27]
Jnventario que se fez das couzas que se acharão por morte do Senhor D. Diogo Valente Bispo do Japão, em 11 de Novembro de 633, estando presentes o P. João Marques Moreira, o P. João Baptista Bonelli Procurador da Provincia do Japão da Companhia de JESUS, o Jr' Belchior Ribeiro da mesma Companhia, assim mais Valentim Nogueira, Manuel da Costa, e Manoel de Lima, que actualmente estavão em casa do Senhor Bispo quando morreo.
Certidões de D. Diogo Valente, Bispo de Japão; do P. António Mendes, Vigário da Igreja de S. Lourenço de Macau; do Licenciado Francisco Cardim Froís, Ouvidor de Macau; do P. Adriano da Cunha, Cura de Sé de Macau; do P. Angelo da Serra, Vigário da Igreja de Santo António de Macau; e da Camara de Macau sobre a acção dos Padres da Companhia de Jesus do Colégio da Madre de Deus de Macau. 1624 Nov. 6-9.
Ofício do Conselho do Governo de Macau ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, António Manuel de Noronha, sobre a participação da morte do Bispo de Macau, Frei Francisco de Nossa Senhora da Luz Chacim, e eleição do reverendo mestre-escola, Inácio da Silva para membro do Governo de Macau
19. Rompe o Patriarca duas vezes a guarda, ou custodia: torna a implorar o auxilio dos Chinas Contra os Portuguezes: declara por excomungado ao Capitão Geral, ao capitão Gayo, e ao Ouvidor: apertaselhe mais a custodia: Fulmina o Bispo censuras contra o mesmo Patriarca, o qual declara ao Bispo por excomungado. Obedece o Jesuita Sylva ao Primas, e renuncia o officio que o Patriarca The tinha dado.
Prodigiozo Milagre de S. Francisco Xavier Saude restituida a Alexandre Philipuccio da Companhia de JESV em 12 de Março de 1658 Com huma devota Novena ao mesmo Santo, muy poderoza para alcançar por sua intercesam grandes favores do Ceo. Sae a luz por ordem da Congregação deste grande Apostolo de Oriente. Lisboa. Na officina de Henrique Valente de Oliveyra. 1659.
Licença do P. Procurador da China Mandada pelo P. Paulo de Mendanha fabricador da Sè de Malaca, por ordem que para isso tem do Senhor Bispo D. Gonsalo da Silva do ditto Bispado sobre os mil cruzados que nesse Collegio estão entregues ao Procurador delle conforme a carta do P. que no Cartorio desta Jgreja fica. [1626 Jun. 12]
Culpas, e crimes notorios, qua tem cometido o P. Fr. Antonio do Rozario em quanto foi Governador deste Bispado, pelos quaes não pode, nem deve ser provido no dito Governo, e caso negado, e fora Governador tem de prezente legitimo impedimento para não poder governar.
§. 6. [não tem título].
§. 3. [não tem título].
§. 5. [não tem título].
Nesta Cidade de Lixboa se tem notado hum cazo que rezulta em veneracão do Sanctissimo Sacramento o qual tem posto em admiração todos os homens doutos, e pios que delle sabem e he notorio em toda ella o qual he o seguinte.
Commissão dos Jnquizidores de Goa para o P. Vizitador Andre Palmeiro poder castigar aos Christãos Japões dos crimes cometidos contra a Fè. [1626... 28]
Rol, e outros papeis da Missão de Tunkim, que não tem era.
1625. Apontamentos das terras, e fortalezas, que os Portugueses tem perdido na Jndia, e a cauza porque, e quem teve culpas destas perdas por mayor.
Provisão de D. Frei Sebastião de S. Pedro, Bispo de Cochim, Governador do Arcebispado de Goa, ao Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas, na qual, historiando as controvérsias que tem havido em Macau sobre o governo do Bispado, reconhece por legítimo Governador o Padre Frei António do Rosário.
Carta de Frei Jerónimo da Paixão, Vigário Geral de S. Domingos em Goa, ao Capitão Geral D. Francisco de Mascarenhas, agradecendo-lhe o que tem feito em defesa do Padre Frei António do Rosário, seu Religioso da Casa de Macau e legítimo Governador do Bispado da mesma Cidade. Goa.
Carta régia [cópia], sobre três consultas do Conselho de Estado de matérias da Índia, em gue uma delas é sobre o que escreve Paulo Rebelo, ouvidor-geral do Crime do Estado da lndia, acerca da alçada com que ia enviado a Macau, e culpas que se impuseram a Francisco Vaz de Almada no caso da morte de António Cigala ''em que senão pode proçeder visto como não consta dellas"
Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que informa que as queixas dos oficiais da Câmara de Macau não têm fundamento.
Carta do vice-rei ao rei sobre a remessa de uma instrução régia ao ouvidor-geral do crime, Luís Mergulhão Borges, na qual lhe era ordenado averiguar as culpas de João Cavali Ferrary cometidas em Macau.
Terlado de cartas, e outros papeis da Missão de Tunkim, que não tem anno. Carta do P. Velles, ao P. Superior Francisco Rodrigues.
$4.0 Mostra-se com evidencia, que Jozê Vaz no cazo referido no § 2.0 não cometeo crime algum, mas fez o que era obrigado a fazer.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. José], rei de Portugal, sobre as acusações contra o governador e capitão-geral, Diogo Fernandes Salema de Saldanha; o impedimento da administração da justiça; a prisão e degredos sem culpa formada; permissão de estabelecimento de estrangeiros em Macau; a irregularidade na administração dos bens dos jesuítas e as desinteligências com as autoridades chinesas
Súplica do bispo de Eliopoli, sobre a resolução tomada na última Congregação de Propaganda Fide, que não sejam providos ao bispado, os naturais que não saibam a língua latina Contém: Cópia da referida resolução. [fl. 395 - 398]
O Padre V. Prouincial da Prouincia do Japam da Companhia de Jesvs Domingos de Britto tem legitimos embargos a Carta Citatoria apprezentada, e de nullidade à citação que lhe he feita e para que se julgue de nenhum effeito, diz pella melhor via de Direyto.
Carta do Arcebispo e governador de Goa, D. Sebastião, ao Adraja de Cavanor, sobre António de Albuquerque Coelho que vai governar Macau.
Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a correspondência dos padres jesuítas que tem interceptado
Alvará dos Governadores do Reino fazendo mercê a D. Francisco de Mascarenhas de que, não entrando em sua vida na Fortaleza de Sofala, em lugar da de Ormuz, de que é provido, a possa testar a um filho, ou filha, para seu casamento. 7 de Março de 1622.
Acerca do Vigario geral mendicante não o pode ser.
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para Sua Majestade, sobre o prejuízo para a cidade de Macau motivado pelo impedimento do comércio com o Japão por causa dos holandeses. Os moradores pedem que se lhes conceda um meio para negociarem as sedas da China que têm em grande abundância.
Carta do vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, para Sua Majestade, sobre a obra que o Pe. Francisco Espínola tem realizado em Macau e, por isso, não chegou a ir para a China.