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Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, ao vice-rei da Índia, em que se queixa da pouca atenção que têm merecido as mercês que pretende e pediu há muito tempo.
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Ofício [cópia] do vice-rei da Índia [António Luís Gonçalves da Câmara Courinho], a expor as queixas dos moradores de Macau, acerca das pesadas contribuições que pagam.
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Carta do rei de Portugal ao vice-rei da Índia, sobre se favorecerem os oficiais da Câmara de Macau, pois estão muito sobrecarregados de impostos e imposições.
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Carta régia para o vice-rei da Índia, D. Duarte de Meneses, em que, entre vários assuntos, informa dever-se aprovar a criação da Câmara de Macau
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Carta para o vice-rei da Índia em que el-rei lhe recomenda que não permita ao governador de Macau desrespeitar os privilégios da Câmara.
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Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, sobre o registo de todas as ordens dos vice-reis do Estado da Índia no cartório da Ouvidoria
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Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal em que informa sobre as razões que o levou a comprar uma charrua ida de Macau.
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Carta régia [2. ª via], para o vice-rei da Índia [António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho], sobre as queixas feitas pelos moradores de Macau acerca das contribuições que pagam. (Governo de António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho, almotacé-mor do Reino, vice-rei e capitão-geral da Índia, doc. 131, fl. 162-162v.)
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Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, ao vice-rei da Índia, em que informa do pagamento que fez com os pardaus enviados por D. André Pires Francos.
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Carta do vice-rei e capitão-general do Estado da Índia, Vasco Fernandes César de Meneses, a [D. João V], rei de Portugal, em que informa que António de Albuquerque Coelho fica domiciliado em Goa, evitando-se assim as queixas contra ele dos moradores de Macau e dos negociantes estrangeiros que ali residem
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Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa observar a ordem do rei sobre os missionários para a China não deverem passar por Macau, sem passarem, primeiro, por Portugal. Fez o mesmo com os missionários franceses.
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Carta do vice-rei ao rei sobre o pedido feito ao capitão-geral da cidade de Macau, respeitante aos oficiais que foram da Índia para aquela cidade.
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Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, sobre a distribuição das viagens de Batávia, Manila e Timor. Informam que essa distribuição é feita por ordem do vice-rei do Estado da Índia
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Carta régia ao vice-rei em que se refere ao litígio entre a cidade de Macau e o capitão da mesma, D. Filipe Lobo, abordado pelo Bispo de Cochim. Sobre a nomeação de D. Lourenço da Cunha que se recusou substituir D. Filipe Lobo, acabando por escolher D. Luís de Meneses que também não aceitou. As queixas da cidade contra D. Filipe Lobo tinham fundamento.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei em que informa que procedeu como o rei mandara sobre as viagens de Macau para Manila se fazerem por conta da Fazenda Real. Depois, como o rei ordenara na outra carta, mandou fechar o comércio.
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Carta [cópia] do [bispo de Macau] para o rei [D. Pedro II] a expor as queixas feitas pelos oficiais da Câmara de Macau sobre os excessos cometidos por Jorge da Silva, mestre-escola da Sé de Goa.
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Carta do vice-rei da Índia, conde de Aveiras, para Sua Majestade, em que informa não poder cumprir as ordens recebidas em virtude da proibição que o rei do Japão fez ao comércio que se tinha naquele Reino. E que não concedeu licença aos padres da companhia, assim como aos de qualquer ordem, para passarem à China, segundo o parecer do Conselho.
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Carta do vice-rei da Índia, conde de Vila Verde, para Sua Majestade, sobre a obra que o Pe. Francisco Espínola tem realizado em Macau e, por isso, não chegou a ir para a China.
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Carta do rei ao vice-rei da Índia, em que informa ter recebido uma carta, datada de 16 de Janeiro de 1631, do provedor e irmãos da Misericórdia de Macau, referindo às queixas dos religiosos de S. Domingos. Segundo pretendiam, os irmãos da sua confraria de Nossa Senhora do Rosário, desde que fossem, também, irmãos da Misericórdia, deveriam poder ir nas procissões do Rosário vestidos de branco, etc.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, sobre a não ida de raparigas chinesas para Goa.
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Carta régia [2. ª via] para o vice-rei da Índia [António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho], sobre as queixas feitas pelo bispo de Macau e oficiais da Câmara da mesma cidade, acerca dos procedimentos do mestre-escola da sé de Goa, José da Sylva. Ordena que, juntamente com o bispo primaz da Sé de Goa e com o Santo Ofício, tome as providências adequadas para que o dito mestre-escola cumpra os deveres a que está obrigado.
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Carta do vice-rei da Índia à cidade de Macau, em que se mostra satisfeito com os bons intentos que a cidade exterioriza; refere às queixas recebidas sobre as matérias públicas da cidade; não pretende insistir na recusa da cidade em armar navios, desobedecendo às ordens do seu rei, mas faz notar que Cochim, cidade mais pobre da Índia, os arma continuamente; recomenda bom trato com os chineses para evitar discórdias; quer que exista câmara em Macau.
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Capitulo 4.º da segunda carta a que o Padre Fontaney se remette, como a fundamento da sua independencia. Mostra-se a pouca, ou nenhuma rezão que tem.
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Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, em que informa que dois religiosos espanhóis causaram grande perturbação, em Macau, por quererem entrar na China, e censura o procedimento do governador eclesiástico a quem ordenou que recolhesse a Goa.