Proposta do Conde Almirante, Vice-Rei, arribado a Moçambique, sobre o que deve fazer no seguimento da sua viagem.
Ofício do desembargador superintendente-geral dos contrabandos e descaminhos dos reais direitos, António Joaquim de Pina Manique, sobre a devassa tirada ao navio "Neptuno Grande", por ter arribado ao porto da cidade da Beira, oriundo de Macau
Parte o Beato Padre Francisco pera Mallaca, aonde o Capitão Dom Alvaro de Ataide empede â Embaixada a Diogo Pereyra. Cap: 1
Capitulo 10. De algumas couzas de muita edificação, que o P. Jozé Fornaleto Veneziano escreveo das do Goto, aonde foi enviado a cultivar aquella Christandade.
Carta do Padre Manoel Henriques ao Padre Antonio Francisco Cardim da Companhia de JESV no Collegio de Macao ou aonde estiver e &.a. [1657 Dez. 20]
Capitulo 30. Das couzas de Amacusa, e do Xiqui: e da destruição da fortaleza de Fondo, Aonde trezentas mulheres Christās fizerão hum feito heroico e digno de perpertua memoria.
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Wei, ao procurador de Macau, sobre a intimação a um navio de Manila para sair do porto de Macau, aonde chegou com um carregamento de arroz
Tournon, Cardeal de, patriarca de Antióquia, preso e falecido em Macau, aonde fora como embaixador do Papa, por causa da questão dos ritos na China - Oração nas suas exéquias que disse Cenebe XI.
Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro] (conde das Galveias), sobre a chegada do navio "Voador" com notícia dos sucessos do exército português; o navio do contrato "Triunfo" arribado a Pulo Pinang, e a situação estável da cristandade.
Resumo do Diario, que fez o Escrivão da letra sínica: vertido em portuguez por João Francisco, que foy por Gentil-homem e Língua a Pekim; mas por ser filho de China e creado em Macao, não escreve o portuguez certo; e he necessario emendar-lhe a gramatica; ainda que no sustancial he mais exacto que o Diario de Jozeph Luís, que talvez tenha alguas equivocaçoens, por ser estrangeiro naquelle Paiz.
Requerimento do padre Polidoro de Nossa Senhora da Lapa, religioso da Ordem de São Francisco, a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede licença para viajar para Macau aonde pretende pregar a fé cristã.
Regimento de que havia de usar na viagem D. Francisco de Mascarenhas, que ia por Capitão da Nau S. José da Armada, que esse ano ia à Índia, em companhia do Conde da Vidigueira, Almirante daquelas partes, que El-Rei enviava por Vice-Rei delas.
Copia de huma que o Padre Mestre Gonçalo escreueo ao Padre Antonio de Quadros Prouincial Da Jndia de Visapor a 7 d'abril de 1561 quando la foi que he a cidade aonde estaua a corte do Ydalquão.
Requerimento do governador de Macau, coronel de Infantaria José Manuel Pinto de Faria e Meneses a [D. João] (príncipe regente de Portugal), em que pede nova patente aonde conste o posto para que foi nomeado e o seu vencimento, conforme a patente junta
Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre o termo da vereação, de 1810-12-19, aonde se deliberou sobre a ordem régia relativa ao aquartelamento dos oficiais da guarnição de Macau
Razões da Cidade de Macau para não aceitar as Provisões com que o Conde Almirante, Vice-Rei, mandou a D. Francisco de Mascarenhas por Capitão Geral dela.
Depozito da Cidade Que estava nesta Procuratura.
Lista da Livraria do P. Provincial da Provincia de Jappão, que vay em nove Caixoens para Macao nesta monção de Mayo de 1671 repartidos em dous barcos convem a saber. Cinco caixoens no barco de D. Alvaro da Sylva com a marca a margem e quatro na Galeota S. Marcos, aonde vão os P.es com outra marca a margem; e não vão os caixoens numerados por esquecimento do Jrmão Companheiro.
Inquirição de testemunhas, tirada a pedido de D. Francisco de Mascarenhas, sobre o Bando que a Câmara mandou lançar no dia 10 de Outubro de 1624, em que o havia por deposto do cargo de Capitão Geral. 2 de Novembro de 1624.
Alvará do Conde Almirante a D. Francisco de Mascarenhas ordenando que não se gaste nenhum dinheiro na fortificação de Macau e nas mais obras que forem necessárias sem parecer e consentimento do Capitão Geral.
Trata da nau que o governador das Filipinas havia enviado a resgatar Macau.
Ofício do mandarim da alfândega de Macau, Li, ao procurador de Macau, sobre a informação aos portugueses residentes em Macau de que não podem negociar, transportar alimentos, ilegalmente, nas sampanas, para um navio inglês que tinha sido expulso e estava a atracar nas águas da Taipa
Embarcasse o Beato Padre Francisco chega à Moçambique, onde invernou. Cap:10
Capitulo 58. Das cousas que havia para ver na Cidade de Miaco, e ao redor della.