Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre a viagem até Pequim; os presentes ao imperador; a ausência de embaixador ou ministro russo na corte de Pequim; a dificuldade de enviar um professor de língua chinesa para o Seminário de São José de Macau; a prisão perpétua para os padres italianos entrados clandestinamente na China e a morte do procurador da Congregação da Propaganda Fide, padre Francisco José da Torre.
Saved in:
| Format: | Manuscripts |
|---|---|
| Published: |
1785-09-24
|
| Subjects: |
Similar Items: Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre a viagem até Pequim; os presentes ao imperador; a ausência de embaixador ou ministro russo na corte de Pequim; a dificuldade de enviar um professor de língua chinesa para o Seminário de São José de Macau; a prisão perpétua para os padres italianos entrados clandestinamente na China e a morte do procurador da Congregação da Propaganda Fide, padre Francisco José da Torre.
- Ofício do Bispo de Pequim, Frei Alexandre de Gouveia, ao secretário de estado da Marinha e Ultramar, Martinho de Melo e Castro, sobre a viagem até Pequim; o presente ao imperador; a dificuldade de enviar um professor de língua chinesa para o Seminário de São José de Macau e sobre o julgamento e sentença dos padres italianos clandestinamente entrados na China.
- Carta do Bispo de Macau, [D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães], a [D. José], rei de Portugal, sobre os bens dos ex-jesuítas de Pequim, a nomeação do Bispo de Pequim e sobre matemáticos, sacerdotes, cirurgiões, médicos e pintores para Pequim
- Minuta da informação de [não identificada], para [não identificada], sobre o chinês Li Ru que foi capturado, juntamente com um padre italiano, por ter ajudado este ultimo a entrar clandestinamente na China, para missionar
- Carta do Bispo de Macau, [D. Alexandre da Silva Pedrosa Guimarães], a [D. José], rei de Portugal, sobre a benção da nova igreja de Pequim e o sem fundamento das notícias de que o Pe. José Espinha aceita noviços em Pequim.
- Ofício do ouvidor-geral de Macau, [desembargador] , Lázaro da Silva Ferreira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, sobre a substituição do Pe. José Espinha pelo Bispo de Pequim como mandarim do Tribunal de Matemática de Pequim; o estabelecimento de um seminário em Pequim; e a necessidade de missionários portugueses em Pequim e Macau para evitar a influência dos propagandistas franceses
- Carta do Bispo de Pequim, Frei Alexandre [de Gouveia], a [D. João], (príncipe regente de Portugal), sobre a entrega da Casa e Igreja de São José de Pequim com seus rendimentos à Congregação da Missão de São Vicente de Paula; a administração dos bens dos ex-jesuítas e a doação da igreja catedral e residência episcopal aos Bispos de Pequim