Chapa do Aitão para que os Portugueses de Macau desmanchem o muro de taipa e o baluarte ou fortaleza em que está a artilharia.
Anno de 1612. Chapa do Aitao sobre que se não comprem Meninos, e Meninas.
Cap: 20. De como derrubaram as Igrejas de Nangasaqui, e do que os Christaons fizeram.
"Chapa para o Mandarim de Çôei-mi em resposta à que ele mandou sobre a soma arribada de Lieu Kien"
Do Aitao sobre que não se comprem meninos nem meninas. [1612 Jan. 17]
Do Aitao sobre que não se comprem meninos nem meninas. [1612 Jan. 17]
Protesto da Cidade ao Capitão Geral sobre a inquietação presente e trabalho grande com El-Rei da China por causa dos muros, que ele manda derrubar. Em Câmara, 26 de Março de 1625.
Certidão do que sucedeu em Macau quando veio o Mandarim Anchasu Aitão, em 15 de Maio de 1625.
Quarta chapa. Ainda he sobre os dous Angelita, e cozinheyro.
Terceyra chapa. Ainda he sobre os Angelita Giovanni Marcello, e cozinheyro.
OS 'TRÊS MOSQUETEIROS MARÍTIMOS' VISTOS PELOS CHINESES中國人視野中的“三個火槍手”
Tradução da "Chapa do Mandarim de Hiang-xan remetendo os marinheiros ingleses"
Traslado do Memorial e mais despachos que, na Corte da China, se deram contra a Cidade de Macau, sobre os muros e baluartes que os Portugueses levantaram.
Ofício do Bispo e governador de Macau, D. Alexandre [da Silva Pedrosa Guimarães], ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar], Martinho de Melo e Castro, em que anula as eleições para juiz, vereador e procurador, visto existirem laços de parentesco entre eles
"Chapa para o Mandarim de Hiang-xan dando-lhe presente de termos recebido os 5 ingleses"
Chapas dos Mandarins e resposta da Cidade.
Das cercas, ou muros, dentro das quaes edifficão, e portais, e Atrios da entrada das Cazas: $2
Tradução da chapa acerca da tutanaga para Macau
Tradução da chapa acerca da tutanaga para Macau
Copia da Chapa de El Rey de Cochinchina.
Do gouverno particular de cada Provincia.
Certidão authenticada de Antonio Lobo, e Simão Coelho Linguas da Cidade com os Mandarins, e Miguel Pinto aserca dos muros que se desfizerão que impunhão aos Padres da Companhia falçamente. [1626 Set. Nov]
Ordem que o B. P. M. Francisco fez para os homens se emcomendarem cada dia a Deos, e salvarem suas almas.
O Padroado português do Oriente visto da Índia – instrumentalização política da religião