Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
Carta régia para o governador da Índia, D. Brás de Castro, sobre o estado de coisas de Macau e sobre os seus moradores. Pede ao governador que auxilie Macau o melhor possível.
Ofício [cópia] do vice-rei da Índia [António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho], para o rei [D. Pedro II], a confirmar o zelo e dedicação de Clemente da Cruz, morador em Cochinchina, em prol da missão aí existente, e que serão cumpridas as ordens do rei acerca do assunto.
Os religiosos ocidentais na China na época moderna : ensaio de análise textual comparada
Carta de Fernão de Albuquerque, governador da Índia, ao governador de Manila em que o adverte de que serão tomadas medidas rigorosas contra o comércio que os mercadores de Manila fazem com a China e o Japão, sendo, de acordo com as determinações régias, expressamente proibido este comércio.
Alvará de confirmação de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que os capitães-gerais mandem processar regularmente o render da guarda e os exercícios de artilharia no forte de São Paulo, revogando os anteriores alvarás que o proibiam
Carta do governador da Índia, Fernão de Albuquerque, para o ouvidor de Macau, acerca da prisão e embargo das embarcações e depósito de dinheiro dos castelhanos. Censura o ouvidor por ter permitido que se voltasse a entregar tudo aos ditos castelhanos, coisa contrária às provisões régias que proibiam tanto os castelhanos comerciarem em Macau, como os portugueses em Manila, etc.
Lista de 43 cartas enviadas por Sua Majestade ao vice-rei da Índia, em que a décima primeira fala sobre o levantamento do comércio de Manila com Macau.
Parecer (castelhano) sobre o comércio da Índia para a China, Japão e Manila. Madrid.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que informa que procedeu como o rei mandara sobre as viagens de Macau para Manila se fazerem por conta da Fazenda Real. Depois, como o rei ordenara na outra carta, mandou fechar o comércio.
Carta do Senado da Câmara de Macau ao vice-rei do Estado da Índia, [D. Pedro António de Noronha] (conde de Vila Verde), sobre o prejuízo que representa para a economia de Macau ser a cidade incluída na Companhia-Geral de Comércio fundada no Estado da Índia
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para o rei, em que informa que é impossível mandar barcos, visto as dificuldades serem muitas, os moradores não terem dinheiro para os armar e os moradores de Macau estarem com o comércio do Japão suspenso. Sobre a conveniência que há em se não deixar proibir o comércio de Macau para Manila, pois que o contrato das sedas de Sevilha, origem desta proibição, não é tão importante como o comércio da China; donde poderá vir a prata que Macau necessita será só de Manila, visto não haver esperanças que ela continue a ser dada pelo Japão.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro II], rei de Portugal, sobre as medidas prejudiciais ao comércio de Macau que são a liberdade de comércio na China que acolhe muitos estrangeiros concorrentes e a instituição de tribunais chineses para a cobrança de impostos sobre todo o comércio
Carta do vice-rei da Índia ao rei sobre vários assuntos, destacando o que se refere à quebra do comércio da China e à diminuição das rendas reais com o emiquecimento do inimigo. Ficou decidido que fossem à China 4 galeotas para transportar mercadores e suas fazendas.
Carta de Duarte Delgado Varejão, secretário da Índia, para o rei sobre os graves prejuízos do comércio das Filipinas com Macau.
Ordem do rei de Espanha para o abade Maserati a pedir para obter do príncipe regente D. Pedro uma ordem para que o governador de Macau deixe passar para a China os missionários dominicanos e franciscanos e os auxilie. Pois não é justo que missionários espanhóis não possam missionar em territórios portugueses.
Carta régia para o vice-rei da Índia, sobre o comércio do cravo, a viagem da China e a administração de Macau.
Carta do vice-rei da Índia, conde de Aveiras, para Sua Majestade, em que informa não poder cumprir as ordens recebidas em virtude da proibição que o rei do Japão fez ao comércio que se tinha naquele Reino. E que não concedeu licença aos padres da companhia, assim como aos de qualquer ordem, para passarem à China, segundo o parecer do Conselho.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, a participar como a Companhia do Comércio fora bem recebida em Macau.
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para Sua Majestade, sobre o prejuízo para a cidade de Macau motivado pelo impedimento do comércio com o Japão por causa dos holandeses. Os moradores pedem que se lhes conceda um meio para negociarem as sedas da China que têm em grande abundância.
Carta do padre Alexandre Valignano, visitador da Companhia de Jesus, para o capitão geral das ilhas Filipinas, sobre o comércio e conquista da Índia.
Carta do capitão-geral de Macau, Diogo de Pinho Teixeira, a [D. João V], rei de Portugal, a informar que os barcos que apartassem a Macau não deveriam pagar os direitos aduaneiros aos chineses se não fossem de comércio. A conveniência para a Fazenda Real em serem as naus do Reino a fazer o comércio de Macau e as medidas a adoptar para esse comércio.
Carta do governador da Índia, Fernão de Albuquerque, para os oficiais da Câmara da cidade de Macau em que os adverte pelo facto de seus antecessores, contrariamente às provisões régias, terem permitido a partida dos navios de D. Diogo de Miranda e não o terem feito prender, quando do seu regresso, não obstante estar provado que ele acompanhara os castelhanos ao Japão, culpa esta gravíssima por ser muito prejudicial ao comércio da Índia.
Ofício do mandarim substituto sub-prefeito de Macau, San, ao procurador de Macau, sobre a localização de médicos ocidentais, sejam portugueses ou estrangeiros, para tratarem da doença de uma orelha de um mandarim