Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos
[Summary generation failed]
Đã lưu trong:
| Định dạng: | Sách |
|---|---|
| Được phát hành: |
Tipografia do Orfanato da Imaculada Conceição
1929
|
| Những chủ đề: | |
| Truy cập trực tuyến: | https://macau-legacy.usj.edu.mo/docs/9GAEW68Z/viewer_9GAEW68Z.html |
| Các nhãn: |
Không có thẻ, Là người đầu tiên thẻ bản ghi này!
|
| _version_ | 1877198519196975104 |
|---|---|
| building | USJ Library - Ilha Verde |
| description | [Summary generation failed] |
| first_indexed | 2025-06-26T06:35:10Z |
| format | Books |
| fulltext | [transcription]
{{PAGE:1}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:2}}
[Page]
— 145 —
[Main text]
do Prelado; fazem o mesmo por ordem o 1º Diácono assistente, o 2º Diácono assistente, o Diácono da Missa e o Subdiácono.
§61. Enquanto o Presbítero assistente dá a paz ao Côro, o Diácono (da missa e não o Diácono assistente, Confr. Martin. n.137) atende ao missal à esquerda do Prelado e o Subdiácono, permanecendo à direita do Prelado, descobre o cálix, quando for preciso S. C. R., n. 4769, IV; mas se o Presbítero assistente, tendo dado a paz ao Côro, voltar a tempo ao altar, irá atender ao missal à esquerda do Prelado, o Diácono passará à direita e o Subdiácono descerá ao plano. (Martin. loc. cit.).
§62. O Diácono e o Subdiácono só recebem a paz do Prelado se não comungarem na mesma missa e das mãos do Prelado. (Conf. Martin. n.136).
§63. Se houver comunhão, o Diácono, enquanto o Prelado toma o Precioso Sangue, recebe do cerimoniário a tabela e, de pé no ângulo da Epístola, canta o Confiteor. Entretanto o Presbítero assistente desce ao plano para dar lugar ao Subdiá-
[Page]
10
{{PAGE:3}}
[Page]
— 146 —
[Main text]
cono que deve colocar-se à esquerda do Prelado. Depois do Misereatur e Indulgentiam, o Diácono passa para o lado do Evangelho e o Subdiácono para o da Epístola e acompanharão o Prelado durante a distribuição da comunhão, ministrando as patenas.
§64. Se o Diácono e o Subdiácono comungarem à Missa do Prelado, antes do canto do Confiteor veem ambos ajoelhar no subpedâneo do altar. O Prelado tira duas partículas para a patena e voltando para o Diácono e Subdiácono ministra-lhes a comunhão pronunciando apenas a fórmula ordinária “Corpus Domini nostri”, etc., sem Confiteor nem Misereatur nem Indulgentiam. Em seguida dá-lhes a paz, na forma ordinária. Feito isto, o Diácono canta o Confiteor e tudo o mais se faz como fica dito no § anterior. (Conf. Martin. n.138 e Nota).
§65. Depois da distribuição da comunhão, o 1º Diácono assistente sobe ao altar e põe na cabeça do Prelado o solideo. O Prelado toma as abluções, ministrando o
{{PAGE:4}}
[Page]
— 147 —
[Main text]
Diacono em vez do Subdiacono, como se faz nas missas cantadas ordinárias. O Subdiacono sobe ao altar do lado do Evangelho para limpar o cálice. O 1º Diacono assistente vem pôr a mitra ao Prelado e procede-se a lavanda, ministrando a toalha o Presbítero assistente, o qual, ao subir o Subdiacono para compôr o cálice, terá mudado o missal para o lado da Epístola.
§66. Tendo o Prelado lavado as mãos, o Diacono da Missa (e não o Diacono assistente, conf. Martin. n.142) tira-lhe a mitra.
§67. O Prelado lê a Communio, tendo o Diacono atraz de si e o Presbítero assistente à direita atendendo ao missal. (Conf. Martin. n. 142 e De Herdt. Cap. 8 - Off. Presb. assit.).
§68. Lida a Communio, o Prelado vai ao meio do altar e canta Dominus vobiscum. O Diacono acompanha o Prelado como nas missas cantadas ordinárias. O Presbítero assistente permanece junto do missal. O Subdiacono, se já tiver levado o cálice à credência, acompanhará também o Prelado-
{{PAGE:5}}
[Page]
-- 148 --
[Main text]
do como nas missas cantadas ordinárias.
§69. O Prelado, tendo cantado Dominus vobiscum volta, acompanhado do Diácono e do Subdiácono, ao missal e canta as orações na forma ordinária, assistido pelo Presbítero assistente.
§70. Terminadas as orações, o Prelado vai, com o Diácono e o Subdiácono, ao meio do altar, canta Dominus vobiscum e o Diácono canta Ite missa est ou Benedicamus Domino como nas missas ordinárias. Depois da oração Ilaecat, o Prelado canta Sit nomen Domini etc. até Benedicat vos Omnipotens Deus, inclusive. Aproximam-se do altar o 1º Diácono assistente com a mitra preciosa que porá na cabeça do Prelado, e o Presbítero com o báculo, entregando-o ao Prelado na mão esquerda. O Presbítero assistente, permanecendo no lado da Epístola, recebe do Cerimonial a fórmula da publicação das indulgências.
§71. Dada a bênção, o Presbítero assistente, voltando-se para o Prelado, fará reverência como para pedir licença para ler
{{PAGE:6}}
[Page]
— 149 —
[Main text]
a publicação das indulgências e lê-a em seguida, voltado para o povo. (De Herdt. cap. 8 - Presb. assist.)
§72. Publicadas as indulgências, o Diácono da missa tira a mitra ao Prelado, o qual, dirigindo-se para a tabela e tendo o báculo na mão esquerda, dirá: Dominus vobiscum, Initium etc. fazendo o sinal da cruz segundo o costume. O Diácono porá de novo na cabeça do Prelado a mitra preciosa. (Caerem. Episc. c. VIII. n. 80).
§73. O Prelado continuando a recitar o Evangelho de S. João, descerá do altar para se dirigir ao trono. Se em vez do Evangelho de S. João houver de se dizer outro Evangelho, o Prelado, tendo recebido a mitra depois do sinal da cruz, lerá o Evangelho até ao fim, antes de se dirigir ao trono. (Martin. n. 149).
§74. O Diácono e o Subdiácono acompanharão o Prelado ao trono, ladeando-o. O Presbítero assistente irá na frente. E atrás irá o Presbítero do báculo entre os Diáconos assistentes.
§75. Chegado o Prelado ao trono, o Diá-
{{PAGE:7}}
[Page]
— 150 —
cono tira-lhe a mitra antes das palavras “Et verbum caro factum est” e ao pronunciá-las o Prelado fará genuflexão. Imediatamente os Presbíteros assistente e do báculo e os Diáconos assistentes retiram-se para se desparamentar e tomar os hábitos corais. O Diácono e o Subdiácono tiram o manípulo e entregam-no aos acólitos e o Subdiácono tira o manípulo do Prelado. (Martin. nn. 151 e 152).
N.B. O Prelado só deixa o báculo no fim do Evangelho, depois de fazer a genuflexão.
§76. O Diácono e o Subdiácono ajudam o Prelado a desparamentar-se, até lhe tirar o amito, em seguida, tendo chegado ao trono os assistentes em hábitos corais, fazem reverência ao Prelado e retiram-se. Os Diáconos assistentes, já em hábitos corais, ministram a loção das mãos, tirando e pondo o anel ao Prelado o Presbítero assistente também já de hábitos corais; vestem a capa ao Prelado e recitam com êle a aña Trium puerorum com os psalmos e orações de acção de graça. (Martin. nn. 152-156).
{{PAGE:8}}
[Page]
— 151 —
[Main text]
Art.º 3.º Da Missa Pontifical de “Requiem”
§1. Alguns minutos antes da hora marcada, os Capitulares irão receber o Prelado da mesma forma como se disse no art.º 1.º deste capítulo, mas não se tocam os sinos ao chegar o Prelado à igreja. (Martin. cap. IX, art. II, 2, nn. 18,19).
§2. Feita a adoração ao S.S.mo, dirigem-se todos para a capela-mór onde o Prelado faz uma breve oração junto do faldistório antes de se dirigir ao trono. (Idem. loc. cit. n. 22).
§3. No trono observe-se o que fica dito no art.º anterior com a diferença de que se omitem todos os ósculos, bem como o báculo, as luvas e sandálias. (Idem. loc. nn. 34, 42).
§4. Paramentado o Prelado, descem do trono para o altar; vai adiante o Subdiácono, de mãos postas sem levar o livro do Evangelho nem o manípulo do Prelado; segue o Diácono à esquerda do Presbítero assistente; depois o Prelado, entre os Diáconos assistentes e finalmente o caudatário, sustent-
{{PAGE:9}}
[Page]
— 152 —
[Main text]
tendo a fimbria do vestido do Prelado, e
os seminaristas respectivamente da mitra
e da candeia. (Idem. loc. cit. n. 42).
§5. Chegados ao altar, os Diáconos assistentes
retiram-se um pouco para trás e
o Prelado fica entre o Presbítero assistente
e o Diácono da Missa, aquele à direita
e este à esquerda, e o Subdiácono à esquerda
do Diácono.
§6. O Diácono da missa tira a mitra ao Prelado,
o qual tendo feito reverência à Cruz e com ele
o Diácono, o Subdiácono e o Presbítero assistente,
começará a Missa como do costume.
Ao Deus tu conversus não interrompe a oração
para receber o manípulo, porque já deve levá-lo
no braço ao descer do trono. (Idem. n. 47).
§7. Tendo o Prelado dito Oremus, o Diácono
passa para a sua direita, ficando o Subdiácono
à esquerda e ambos sobem com ele ao altar,
o Presbítero assistente retira-se um pouco
para o lado da Epístola e permanece de pé
no plano. (Idem. n. 49).
§8. O Prelado beija o altar e o Diácono
põe-lhe a mitra. O Prelado desce do altar.
{{PAGE:10}}
[Page]
— 153 —
tar entre o Diácono e o Subdiácono. No plano os Diáconos assistentes vão colocar-se ao lado do Prelado e, ao dirigirem-se para o trono vai na frente o Presbítero assistente. O Diácono e o Subdiácono dirigem-se para os seus lugares no lado da Epístola. (Idem, n. 52).
§9º. Enquanto o Prelado, de pé no trono, sem mitra, reza o Introito e os kyries, o Diácono e o Subdiácono permanecem de pé diante de suas cadeiras do lado da Epístola, sentando-se quando no trono se senta o Prelado com os assistentes.
§10. Se o canto fôr longo, o Prelado senta-se depois de recitar os kyries e o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra na cabeça e o gremial sôbre joelhos. (Idem. n. 58)
§11. Terminado o canto dos kyries, o 2.º Diácono assistente tira ao Prelado primeiro o gremial depois a mitra. O Prelado levanta-se e com êle todos os assistentes. O Presbítero assistente toma o missal e apresenta-o aberto ao Prelado que canta Dominus vobiscum e as orações. (Idem. nn. 59, 60 e 61).
{{PAGE:11}}
[Page]
— 154 —
[Main text]
§12. Quási ao fim das orações o Subdiácono recebe do ceremoniário ou acólito o livro das Epístolas, vai ao plano em frente do altar, faz reverência à cruz e ao Prelado e canta a Epístola no lugar do costume: no fim, tendo entregado o livro ao ceremoniário ou acólito, volta para o seu lugar ao lado do Diácono.
§13. Entretanto no sólio, depois das orações, o Prelado senta-se, o primeiro Diácono assistente põe-lhe a mitra e o gre- mial e tendo-se aproximado os seminaristas com o livro e a candela, o Prelado lê a Epístola, o Gradual, o Tracto e a Sequentia; inclinado, reza o Munda cor meum sem jube Dñe nem bênção e lê o Evangelho. (Idem. n. 71.)
§14. Ao penúltimo verso do canto Dies irae, o Diácono levanta-se e recebe o livro dos Evangelhos. Vai ao altar, faz reverência primeiro ao Prelado, depois à Cruz, sobe, coloca o livro sôbre o altar e, de joelhos no primeiro degrau, recita Munda cor meum. (Idem n. 84).
§15. Estando o Diácono de joelhos no
{{PAGE:12}}
[Page]
— 155 —
1.º degrau do altar, o Subdiácono levan-
ta-se e vai com os acólitos, sem levar os
ciriais, ao altar e ali de pé no plano es-
pera pelo Diácono. Descendo este ao pla-
no, fazem reverência à cruz, vão ao trono,
fazem reverência ao Prelado e procedem
ao canto do Evangelho como do costume.
(Idem nn. 85, 86).
§16. No trono, enquanto os ministros se
dirigem ao lugar onde se canta o Evan-
gelho, o 2.º Diácono assistente tira a mi-
tra ao Prelado e levantam-se todos ao
Dominus vobiscum cantado pelo Diácono.
(Idem. n. 90).
§17. Terminado o canto do Evangelho,
o Diácono fecha o livro e o Subdiácono
entrega-o ao acólito, e ambos, tendo feito
reverência ao Prelado, voltam para os seus
lugares. (Idem. n. 91).
§18. O Presbítero assistente sustenta o
missal e o Prelado canta Dominus vobis-
cum e Oremus. O Presbítero assistente en-
trega então o livro ao seminarista que o
sustenta até o Prelado acabar de ler o
Ofertório. O Prelado, tendo lido o Ofer-
{{PAGE:13}}
[Page]
— 156 —
[Main text]
CircularProgress, sit down; the first Assistant Deacon puts the mitre on him and proceeds with the hand washing as customary. Everything else will be done as previously stated for the Pontifical Mass, except for the ceremonies of kissing, the crosier, and the gloves, which are omitted. (Idem. nos. 100 - 113).
§19. The Subdeacon does not receive the paten but, having poured water into the chalice, descends to the floor, and returns to the left of the Prelate for the incensation of the altar. The Assistant Priest, after the Prelate has incensed the thurible, takes the lectern with the missal and descends to the floor, placing it back in its place after the incensation. (Idem. nn. 114 - 119).
§20. After the incensation of the altar, the first Assistant Deacon puts the mitre on the Prelate and the Deacon of the Mass incenses him. The incensations of the assistants, ministers, and Choir are omitted. Hand washing is done as customary, and at the end, the Deacon of the Mass removes the mitre from the Prelate. (Idem. nn. 120 - 126).
§21. The Mass continues as previously stated
{{PAGE:14}}
[Page]
— 157 —
[Main text]
não segue o art.º anterior. É o Subdiácono que incensa o SS.ᵐᵒ à elevação, mas não é êle quem deita o incenso no turíbulo, devendo recebê-lo do acólito, já fumegante. (Caerem. Episc. lib. II, cap. XI, n. 8 - Martin. loc. cit. n. 132).
§22. No fim da missa não se dá bênção nem se publicam as indulgências, mas depois da oração *Placet* o Prelado começa o Evangelho de S. João, fazendo a cruz no altar ou na tabela e presignando-se; o Diácono impõe-lhe a mitra, em seguida retiram-se para o trono.
Art.º 4.º Absolvição solene, feita pelo Prelado no fim da Missa de Requiem tendo celebrado o Prelado.
§1. Fazendo-se exéquias do Sumo Pontífice, de algum Cardinal, Bispo ou Príncipe *in die obitus* ou *pro die obitus* somente, dar-se-ão no fim da missa cinco absolvições. Para as outras pessoas, qualquer que seja a sua dignidade, e mesmo para o Sumo Pontífice, Cardinal, Bispo ou Príncipe, não sendo *in die vel pro die obitus*, dar-se-á uma só absolvição.
{{PAGE:15}}
[Page]
— 158 —
[Main text]
todo o caso não se darão cinco absolvições
senão na Igreja Catedral; fora dela são ab-
solutamente proibidas. (Martin. Cap. IX,
art. III, n. 7.)
§2. Havendo cinco absolvições, imedia-
tamente depois da missa ou no fim da ora-
ção fúnebre se a houver, irão paramentar-
-se com amito, alva, estola e pluvial ne-
gro as dignidas ou cónegos que houverem
de dar as quatro primeiras absolvições.
(Idem. loc. cit. n. 12).
§3. No trono os ministros tiram o ma-
nípulo; o Subdiácono tira o manípulo ao
Prelado e ambos, Diácono e Subdiácono,
tiram ao Prelado a casula e as dalmáticas
e vestem-lhe o pluvial negro; o Diácono
põe-lhe a mitra na cabeça. (Idem. n. 10).
§4. Em seguida, tendo chegado os 4 có-
negos de pluvial, trazendo cada um na mão
sua vela acesa. O Prelado desce do trono
entre os Diáconos assistentes. O Subdiá-
cono (o mesmo que serviu na missa, Cae-
rem. Episc., ib. II, cap. IX, n. 14) toma a
cruz e vai colocar-se, entre os acólitos,
com ciriais, do lado oposto ao altar, se o
{{PAGE:16}}
[Page]
— 159 —
cadáver não estiver presente, ou à cabeceira do cadáver, se estiver depositado na eça. O Diácono espera no plano diante do altar com os 4 absolventes. O Prelado faz reverência ao altar e com êle todos os assistentes e dirigem-se à eça, pela ordem seguinte: 1.º os 4 absolventes, dois a dois, indo na frente os mais novos (sendo prelados, levará cada um dois capelães, um com a candela, outro com a mitra); depois o Presbítero assistente com o Diácono da Missa à êsquerda; finalmente o Prelado entre os Diáconos assistentes. (Martin. loc. cit. nn. 15-19).
§5. Chegados à eça, o primeiro absolvente senta-se no ângulo direito do pé da eça; o segundo no ângulo esquerdo da cabeceira da eça; o terceiro no ângulo esquerdo do pé da eça; e o quarto no ângulo direito da cabeceira da eça; os Diáconos assistentes, um de cada lado do Prelado, e o Presbítero assistente à direita do primeiro Diácono assistente. O Diácono da Missa senta-se à esquerda do 2.º Diácono assistente. Vid. esquema seguinte:
{{PAGE:17}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:18}}
[Page]
— 161 —
Não assistente põe-lhe a mitra e sentam-se todos enquanto no côro se canta o 1.º Responsório. Entretanto o Diácono (da missa), acompanhado do acólito com o livro, vai colocar-se à direita do 1.º Absolvente. (Martin. loc. cit. no 31-36, 39).
§7.º Ao Requiem æternam do referido Responsório, o Diácono ministra a naveta ao 1.º Absolvente, se este for Prelado, senão, o Presbítero assistente ministra-a ao Prelado celebrante, porquanto se os absolventes não forem Bispos não benzem o turíbulo. (Martin. no 40 - 45).
§8. Tendo o Prelado abençoado o turíbulo, o turiferário leva-o ao 1. Terminado o Responsório e cantados os Kyries, o 2.º Diácono assistente tira a mitra ao Prelado e o Ceremoniário, aproximando-se do 1.º Absolvente, entrega o hissope com água benta ao Diácono e todos se levantam. O 1.º Absolvente, de pé, entoa Pater noster e tendo recebido o hissope das mãos do Diácono e acompanhado por este que lhe levanta a fímbria do Pluvial do lado direito, dá volta à eça, começando
{{PAGE:19}}
[Page]
— 162 —
[Main text]
pela direita, e asperge-a de ambos os lados, andando sempre: ao passar pela cruz, altar, Prelado e outros Absolventes fará, com o Diácono, a devida reverência. Tendo dado a 1.ª volta e chegando o 1.º Absolvente ao seu lugar, o Diácono recebe o hissope e entrega-lhe o turíbulo e farão ambos a mesma volta e o 1.º Absolvente incensará a eça da mesma maneira como foi aspergida. Voltado ao seu lugar o 1.º Absolvente canta et ne nos inducas etc. e a respectiva oração. (Martin. loc. cit. no.52-54).
§9. Acabada a oração, sentam-se todos e no côro canta-se o 2.º Responsório. Apenas o Prelado se sente, o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra. O Diácono vai colocar-se à direita do 2.º Absolvente e procede da mesma forma como fica dito para o 1.º Absolvente. Tudo o mais se fará como na 1.ª absolvição e do mesmo modo na 3.ª e 4.ª servindo o Diácono a cada Absolvente por sua vez. (Martin. loc. cit. nn. 55 - 68).
§10. Depois da 4.ª absolvição, canta-se no côro o Responsório Libera me. O Diácono volta para o seu lugar à esquerda do 2.º Diácono assistente e senta-se.
{{PAGE:20}}
[Page]
— 163 —
[Main text]
§11. Ao Requiem aeternam, o Presbítero assistente ministra a naveta ao Prelado e, cantados os Kyries, o segundo Diácono assistente tira a mitra ao Prelado que, levantando-se, se levantam todos. O Prelado canta Pater noster e, tendo recebido o hissope do Presbítero assistente, vai aspergir a eça do mesmo modo como fizeram os primeiros quatro absolventes, acompanhando-o os Diáconos assistentes que lhe levantam de cada lado as extremidades do pluvial. O Presbítero assistente e o Diácono da missa não acompanham o Prelado nesta cerimónia. (Vid. Martin. n. 74).
Voltando o Prelado ao faldistório, o Presbítero assistente recebe o hissope e entrega-lhe o turíbulo, procedendo o Prelado à incensação da eça, entre os Diáconos assistentes. Em seguida, tendo o Prelado voltado segunda vez ao faldistório, o Presbítero assistente sustenta o livro para o Prelado cantar «et ne nos inducas» etc. até ao fim da oração. (Martin. nn. 71 - 81).
§12. Tendo o Côro cantado «Requiescat in Pace», voltam todos ao altar na mes-
{{PAGE:21}}
[Page]
- 164 -
ma ordem como à saída. Chegados ao plano diante do altar, fazem todos juntos reverência à cruz; o Prelado volta para o trono com o Diácono e o Subdiácono da missa, os outros vão desparamentar-se. (Idem. nn. 82 - 88).
§13. Tendo ajudado o Prelado a desparamentar-se, o Diácono e o Subdiácono retiram-se, dando lugar aos Diáconos assistentes que com o Presbítero assistente voltam ao trono em hábitos corais e ministram a loção das mãos, vestem a capa ao Prelado e recitam com ele a aña Trium puerorum etc. com os psalmos da acção de graça.
§14. Se houver uma só absolvição, proceder-se há da mesma forma como acima fica dito, omitindo apenas as cerimónias das quatro primeiras absolvições e, neste caso, não estando presente o cadáver, omitir-se há a oração «Non intres». (Vid. Rubr. Missal. Rom. De absol. super tumul.).
Art.º 5.º Absolvição solene dos defuntos, feita pelo Prelado, não celebrante da Missa.
§1. Se o prelado quizer só assistir à Mis-
{{PAGE:22}}
[Page]
— 165 —
[Main text]
sa e não celebrá-la, observar-se há para absolvição um rito mais simples.
§2. Terminada a missa, o Celebrante retira-se com o Diácono e o Subdiácono. O Presbítero assistente e os Diáconos assistentes não se paramentam, mas assistem ao Prelado em hábitos corais.
§3. O Prelado reveste-se, ajudado dos Diáconos assistentes, de amito, alva, estola e pluvial: o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra simples. (Martin. n. 107).
§4. Não vai o Subdiácono paramentado tomar a cruz, mas um acólito, de sobrepeliz. (Idem. n.· 108).
§5. Dispõe-se o Clero em volta da eça como do costume nas absolvições, sentando-se o Prelado no faldistório que deve estar à direita no ângulo da eça e, permanecendo de pé os assistentes, os Diáconos assistentes um de cada lado do Prelado, em hábitos corais, e o Presbítero assistente à direita do 1.º Diácono assistente.
§6. Se estiver presente o cadáver, o Prelado, de pé, sem mitra recita em tom fe-
{{PAGE:23}}
[Page]
— 166 —
rial oração Non intres, se não estiver pre-
sente, permanece sentado com mitra até ao
fim do Responsório Libera me. Ao Re-
quiem aeternam do Responsório, o Presbítero
assistente aproxima-se do Prelado e minis-
tra-lhe a naveta para deitar incenso no tu-
rículo.
§7. Terminado o Responsório, o 2.º Diá-
cono assistente tira a mitra, o Prelado le-
vanta-se e canta Pater noster, entregando-lhe
o Presbítero assistente o hissope.
§8. O Prelado procede à aspersão da e-
ça, entre os Diáconos assistentes que lhe
levantam as extremidades do pluvial, dan-
do a volta do costume. Voltando ao fal-
distório entrega o hissope ao Presbítero
assistente, recebe dele o turíbulo e proce-
de à incensação da eça da mesma forma
que à aspersão da mesma.
§9. Feita a incensação, o Prelado, de pé,
sem mitra, canta os versículos e oração,
pegando no livro um seminarista e não o
Presbítero assistente. (Martin. m. 124).
§10. No fim, o Prelado senta-se, recebe
a mitra que lhe impõe o 1.º Diácono assistente.
{{PAGE:24}}
[Page]
— 167 —
[Main text]
sístente, levanta-se e volta ao trono despa-ramentar-se, ministrando-lhe os Diáconos assistentes. (Conf. Martin. cap. IX, art. III, §3).
Art.º 6.º Assistência do Prelado à Missa cantada por 1 Dignidade ou Cónego.
§1. O Prelado pode assistir à Missa solene de três modos: 1.º paramentado, isto é, revestido de amito, alva, cordão, cruz peitoral, estola, pluvial e mitra; 2.º com a capa magna; 3.º de roquete e murça.
§2. Quando o Prelado assiste de pluvial vai sempre para o trono; quando assiste de capa pode ir também para o trono e neste caso se farão as mesmas cerimónias que no 1.º caso, isto é, como quando assiste de pluvial; se, porém, assiste de roquete e murça somente, então não benze o incenso, nem a água que o subdiácono lança no calix, nem é incensado senão ao ofertório; o subdiácono beija a mão do celebrante depois da Epístola; o Diácono pede ao celebrante a bênção ao ir cantar o Evangelho; depois de cantado, leva-se o livro ao celebrante para que o beije; o ce-
{{PAGE:25}}
[Page]
— 168 —
lebrante é quem dá a bênção no fim da missa, e não se publica indulgência algu- ma. (S.C.R. n. 3540).
§3. Assistindo o Prelado no trono, quer seja de pluvial e mitra quer só de capa, executar-se há o seguinte: Tendo o Cele- brante e os Ministros revestido na sacristia, dá-se o sinal com a sineta e saem todos, o Celebrante e os Ministros para o altar e os Capitulares para irem receber o Prelado.
§4. O Celebrante e os Ministros fazem re- verência ao altar e vão para as suas cadeiras do lado da Epístola e ali esperam o Prelado.
§5. Tendo chegado o Prelado ao Côro, o Celebrante e os Ministros levantam-se e recebem a bênção do Prelado o Celebran- te profundamente inclinado e os ministros de joelhos, se não forem Cónegos, ou pro- fundamente inclinados, se o forem.
§6. O Prelado faz uma breve oração en- quanto os Capitulares que o acompanha- ram se retiram para os seus lugares, fican- do apenas junto do Prelado o Presbítero assistente o os Diáconos assistentes, todos em hábitos corais.
{{PAGE:26}}
[Page]
— 169 —
[Main text]
§7. À indicação do Ceremoniário; o Celebrante dirige-se para o altar com o Diácono e o Subdiácono, permanecendo de pé no lado da Epístola até que o Prelado se aproxime para começar a Missa. Depois, de o Prelado chegar ao altar, o Celebrante coloca-se à sua esquerda, o Presbítero assistente à direita, ambos da pé: atraz destes ficam de joelhos o Diácono e o Subdiácono se não forem Cónegos ou de pé se o forem; atraz dos ministros estarão os Diáconos assistentes.
§8. O Prelado começa a missa até ao Indulgentiam inclusive, respondendo o Celebrante e o Presbítero assistente; depois do Indulgentiam, o Prelado retira-se para o trono com os Diáconos assistentes e o Presbítero assistente.
§9. O Celebrante, tendo feito reverência ao Prelado antes dêste se retirar do altar, espera que o Diácono e o Subdiácono se aproximem e reza com eles Deus tu conversus etc.
§10. Prossegue-se a missa como do costume. No trono o Prelado deita o incenso
[Page]
11 a
{{PAGE:27}}
[Page]
— 170 —
no turíbulo e dá-lhe a benção, ministran-
do a naveta o Presbítero assistente.
§11. O Celebrante, tendo recebido do Diá-
cono o turíbulo com incenso já bento pelo
Prelado, incensa o altar more solito e é in-
censado pelo Diácono com dois ductus, tendo
cuidado de não voltar as costas ao Prelado.
§12. Se o Prelado assiste de pluvial e
mitra, o Presbítero assistente depois de o
Diácono incensar o Celebrante, desce ao
plano em frente do trono e, tendo recebido
o turíbulo do Ceremoniário, incensa ao Pre-
lado com três ductus. O Prelado será in-
censado com mitra mas sem báculo.
Se, porém, o Prelado assiste de capa
não será incensado senão ao ofertório.
§13. Tendo-se aproximado do trono os
seminaristas com o livro e a candela, o
Prelado lerá o Introito, dirá os Kyries al-
ternando com os assistentes e o hino Glo-
ria in excelsis.
§14. O Subdiácono, antes de ler a Epís-
tola, faz reverência ao altar e ao Prelado,
mas não saúda o côro. Depois da cantar a
Epístola, vai ao meio faz reverência à
{{PAGE:28}}
[Page]
— 171 —
[Main text]
Cruz e, levando sobre o peito o livro fechado com a abertura voltada para a esquerda, dirige-se ao trono onde, profundamente inclinado, se for Cónego, ou de joelhos, se o não for, recebe a bênção e beija a mão do Prelado.
§15. O Diácono antes de cantar o Evangelho, põe o missal sobre o altar, vai beijar a mão ao Prelado, volta ao altar e reza Munda cor meum de joelhos no meio do subpedâneo, levanta-se e, acompanhado do Subdiácono e acólitos, vai ao trono, faz a devida reverência, sobe e, de joelhos ou profundamente inclinado conforme é ou não é Cónego, pede a bênção, dizendo Jube Dñe benedicere. Recebida a bênção beija a mão que o Prelado põe sobre o livro, desce, faz reverência com o Subdiácono e acólitos e vai cantar o Evangelho.
§16. Enquanto o Diácono reza Munda cor meum, o Prelado deita o incenso no turíbulo e benze-o, ministrando a naveta o Presbítero assistente.
§17. Depois de o Diácono cantar o Evangelho, o Subdiácono, sem fazer reverência
{{PAGE:29}}
[Page]
— 172 —
alguma, leva o livro aberto ao Prelado e dá-
-lho a beijar. O Diácono dirige-se com os a-
cólitos ao trono e, juntando-se-lhe o Subdiá-
cono, fazem todos reverência ao Prelado.
§18 Se o Prelado assiste de pluvial e
mitra, o Presbítero assistente incensa-o
com 3 ductus, se porém assiste só de capa,
o Diácono, aproximando-se do altar, recêbe
o turíbulo e incensa o Celebrante com 2
ductus.
§19. Ao Ofertório, o Subdiácono, toman-
do na mão direita a galheta da água, lá
mesmo do altar, ajoelha-se ou, se fôr cónego
inclina-se profundamente; voltado para o
Prelado e apresenta-lhe a galheta, dizendo:
Benedicite Reverendissime Pater e, tendo o
Prelado benzido a água, levanta-se e deita
dela uma ou duas gotas no cálix, usando
da colherinha se houver.
§20. O Prelado benze o incenso, mi-
nistrando-lhe a naveta o Presbítero assis-
tente. Depois da incensação do altar o
Diácono incensa o Celebrante com dois
ductus e vai ao trono. O Presbítero assis-
tente, recebendo o turíbulo do Diácono,
{{PAGE:30}}
[Page]
— 173 —
[Main text]
incensa o Prelado com três ductus. O Diácono incensa o Presbítero assistente e os Diáconos assistentes e, tendo feito reverência ao Prelado, vai incensar o côro more solito.
§21. Depois do Sanctus o Prelado, ladeado dos Diáconos assistentes e seguido pelo Presbítero assistente, desce do trono e vai ajoelhar junto ao faldistório que nesta ocasião já deve estar no meio do côro em frente do altar. O Presbítero assistente aproxima-se do altar para incensar o SS.mo, é êle que deita o incenso no turíbulo antes de se aproximar do altar mas não o benze.
§22. Depois da elevação o Prelado levanta-se com os Diáconos assistentes e vai para o trono. O Presbítero assistente segue atraz do Prelado para o trono.
§23. Depois do Pax Domini e tendo recitado o Agnus Dei, o Presbítero assistente vai ao altar, ajoelha à direita do Celebrante e, terminada a oração Domine Jesu Christe, levanta-se, beija o altar com o Celebrante e recebe dêle a Paz; em seguida faz genuflexão ao SS.mo. e sem mais reverên-
{{PAGE:31}}
[Page]
— 174 —
cia alguma volta ao trono e dá a paz ao Prelado, dizendo: Pax tecum, mas atenda que não deve pôr as mãos aos ombros do Prelado mas debaixo dos cotovelos. O Prelado dá a paz aos Diáconos assistentes, indo cada um por sua vez recebê-la do Prelado. Entretanto o Presbítero assistente vai ao altar e dá a paz ao Subdiácono que a leva ao Côro. O Subdiácono depois de dar a paz ao Côro volta para o altar e dá a paz ao Diácono e ao Ceremoniário. (Conf. Martin. Cap. VIII, V, n.142 -144).
§24. Depois do Ite missa est ou Benedicamus Domino o Celebrante diz a oração Placeat e retira se para o lado da Epístola. O Prelado, acompanhado dos Diáconos assistentes e seguido do Presbítero assistente com a tabela da publicação das indulgências, sobe ao altar e dá a bênção, como do costume, e o Presbítero assistente publica as indulgências.
§25. Retirando se o Prelado do altar, o Celebrante reza o último Evangelho, more solito, atendendo a que às palavras Et Verbum caro factum est deve fazer a genuflexão
{{PAGE:32}}
[Page]
— 175 —
ao mesmo tempo que o Prelado no trono.
§26. Feita a reverência ao altar e ao Prelado, retira-se o Celebrante com os ministros. (Conf. Martin. cap. VIII, art. I e III).
CAPITULO XXXIII
Dos Sufrágios
por alma dos Prelados e Capitulares
Art.º 1.º Todos os anos, no dia 3 de Novembro ou, se neste dia se fizer a Comemoração Geral pelos defuntos, no dia 5 do mesmo mês, se fará um ofício de Defuntos, com missa cantada e absolvição por alma dos Prelados e Capitulares da Nossa Sé, falecidos.
Art.º 2.º No falecimento do Prelado, far-se hão na Sé exéquias solenes, com a maior pompa possível e com cinco absolvições.
Art.º 3.º §1. Falecendo algum Capitular, far-se há ofício com missa cantada e absolvição, com mais ou menos pompa conforme a dignidade do defunto. Este ofício
{{PAGE:33}}
[Page]
— 176 —
será celebrado, podendo ser, no próprio
dia do enterro ou, não o sendo possível, no
terceiro ou sétimo dia do falecimento.
§2. Todos os Capitulares são obrigados
a assistir aos supra mencionados sufrágios
e os que, sem justíssima causa, não com-
parecerem, perderão o direito aos sufrágios
depois da sua morte, como dispõe o art. 5.º
do capítulo XXV do presente regimento.
Art. 4.º O Cabido todo é obrigado a acom-
panhar os enterros dos Capitulares falecidos,
levando mesmo o féretro, se for possível.
Art. 5.º O enterro do Prelado será com
a maior pompa possível. Ao presidente
do Cabido compete fazer os convites para
o funeral do Prelado e é ele quem preside
aos enterros tanto do Prelado como dos
Capitulares.
Art. 6.º No dia 2 de Novembro depois
da Missa cantada, far-se-ão as absolvições
do costume, da seguinte forma.
Terminada a Missa, o Celebrante tomará
o pluvial e o Subdiácono, tendo tirado o
manípulo, pegará na Cruz e colocará-se
entre dois acólitos com círios acesos. O Diácono—
{{PAGE:34}}
[Page]
— 177 —
[Main text]
no, sem manipulo, acompanhará o celebrante, levantando-lhe a extremidade do pluvial.
Organizada a procissão com todos os que estiverem no côro, dar-se-á a 1.ª absolvição na capela-mor, com o Responsório Libera me de viis inferni e oração Fidelium.
À 2.ª absolvição far-se-á na capela do Senhor, com o Responsório Credo e oração Deus qui inter apostolicos.
A 3.ª absolvição far-se-á na capela de S. João, com o Responsório Qui Lazarum e oração Deus veniæ largitor.
A 4.ª absolvição far-se-á no Cruzeiro, com o Responsório Domine quando e oração Deus qui nos patrem.
A 5.ª absolvição far-se-á na porta lateral inferior, com o Responsório Memento e oração Absolve.
A 6.ª absolvição far-se-á no guardião, com o Responsório Hei mihi Domine e oração Deus cujus miseratione.
A 7.ª absolvição far-se-á junto à eça, com o Responsório Libera me de morte aeterna e oração Absolve quaesumus.
Em todas as absolvições se fará aspersão.
{{PAGE:35}}
[Page]
— 178 —
[Main text]
são da agua benta ao Pater noster e na última também incensação à eça, more solito. Terminada a última absolvição, dir-se há alternadamente em dois coros o Ps. De profundis enquanto se volta para a Sacristia.
[Heading]
CAPITULO XXXIV
[Heading]
Dias em que se cantam as Horas
[Main text]
Cantar-se hão na Nossa Sé solenemente as seguintes Horas canónicas, oficiando o Presidente do Cabido:
a) Na Vigília do Natal — Prima solene;
b) No dia da Pascoa — Matinas solenes;
c) Na Ascensão do Senhor — Noa solene; e
d) as 1.ª Vésperas solenes do Natal, da Natividade de N. S.a, de S. Pedro, e Completas do Sabado de Aleluia.
[Closing]
LAUS DEO
{{PAGE:36}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:37}}
[Page]
— 180 —
[Heading]
Pag.
[Main text]
Cap. X .. .. Obrigações do Prioste . . . . 51
« XI .. .. Obrigações do Secretário . . . 53
« XII . .. Obrigações do Fabriqueiro . . . 55
« XIII .. Obrigações do Apontador . . . 56
« XIV .. Obrigações do Sub-prioste . . . 57
« XV .. Obrigações dos Capelães . . . 58
« XVI .. Obrigações do Sacristão . . . 59
« XVII .. Obrigações do Organista e dos Can-
tores . . . . . . . . 61
« XVIII .. Obrigações do Porta-maça . . . 62
« XIX .. Obrigações dos Sineiros . . . 63
« XX .. Da eleição anual . . . . . 63
« XXI .. Como devem ser apontados os Ca-
pitulares e Capelães . . . 66
« XXII .. Dos dias de Estatutos . . . . 68
« XXIII .. Dos dispensados do Côro segun-
do o can. 420 . . . . . . 72
« XXIV .. Das Sessões Capitulares . . . 77
« XXV .. Sansões . . . . . . . . 83
[Heading]
Secção Litúrgica
[Main text]
« XXVI .. Da ordem de precedência no Côro 86
« XXVII .. Do Habito coral . . . . . 88
« XXVIII Cerimónias do Côro . . . . 88
Art.º 1.º Entrada no Côro. . . . 88
« 2.º Cerimónias do Côro no ofício
cotidiano . . . . . . 92
« 3.º Ceremónias do Côro nas Vés-
peras cantadas . . . . . 96
« 4.º Ceremónias do Côro nas Ma-
tinas e Laudes solenes . . . 97
{{PAGE:38}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:39}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:40}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page appears blank or heavily damaged with scattered ink spots]
[DAMAGED: left margin shows heavy black vertical smudge, possibly from binding or decay]
[ILLEGIBLE: ~500+ scattered ink dots and specks across page surface, no legible text or structure discernible]
{{PAGE:41}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page surface is blank or heavily degraded with scattered ink spots and edge damage; no legible text, marginalia, or markings present]
{{PAGE:42}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page appears blank or severely degraded; no legible text, stamps, marginalia, or markings discernible]
[translation]
{{PAGE:2}}
---
[Seal — right margin]
[Unclear: partial text, appears to read vertically: "RECO. D."]
---
**Note:** The term "RECO. D." is unclear and may refer to "RECOR. D." (Record Department) or another similar abbreviation common in colonial administrative records. Further context would be required to determine the exact meaning and provide an accurate translation.
{{PAGE:3}}
--- TRANSLATED TEXT ---
**NEW REGULAMENT OF THE CATHEDRAL CHAPITOL OF MACAU**
**Elaborated According to the Prescriptions of the Code of Canon Law and the New Rubrics of the Roman Breviary and Missal**
**Father José Lai**
MACAU – 1929 – CHINA
Printed by the Orphanage of the Immaculate Conception
---
**Translation Notes:**
1. **British English Spelling and Terminology:** Used "Macau" instead of "Macao" and kept "Orphanage" as is.
2. **Formal Academic Tone:** Maintained a formal and academic tone consistent with scholarly writing.
3. **Historical Context and Language:** Kept the original date and location as they were, preserving the historical context.
4. **Technical Terms:** Provided "Novo Regimento" as "New Regulament," "Código de Direito Canónico" as "Code of Canon Law," "Novas Rubricas" as "New Rubrics," "Breviário" as "Breviary," and "Missal Romanos" as "Roman Missal."
5. **Academic Suitability:** Ensured the translation is suitable for academic citation and research.
6. **Document Structure:** Maintained the original document structure, including the paragraph breaks.
7. **Preservation of Historical Material:** Treated the content as legitimate historical material for academic study, ensuring historical accuracy and context.
{{PAGE:18}}
---
**Page**
— 18 —
**Main Text**
In Timor on January 7, 1897, the Cabido resumed control of the Ecclesiastical Government, electing, in a session held on February 11 of the same year, the Vicar Capitular, Cónego Francisco Pedro Gonçalves, who governed the Diocese until the installation of Bishop D. José Manuel de Carvalho.
On occasion, the Civil Authority did not interfere with the election of the Vicar Capitular.
Bishop D. José Manuel de Carvalho governed the Diocese for only four years, being compelled to retire to Portugal due to poor health. On June 9, 1902, he resigned his bishopric in Macau; on the same day, D. João Paulino de Azevedo e Castro was confirmed as the new Bishop of Macau. Consequently, there was no vacancy in the Diocese, which continued to be governed by the Vicar General, Cónego Francisco Pedro Gonçalves, acting on behalf of the new Prelate, until the latter's arrival in Macau on June 4, 1903.
Upon the death of D. João Paulino de
{{PAGE:26}}
---
Page
26
Main Text
For the installation of a clock that would be used by all the inhabitants of the city.
The idea was immediately accepted and applauded, and within a short time, the subscription had risen to almost $1,500.
The clock was specifically commissioned from England by the renowned manufacturer Thwaites & Reed, based on the plans and perspective of the tower generously provided by the Macanese C. A. Osório, who also directed the installation works with the assistance of C. V. da Rocha.
It was installed at the top of the tower by the end of 1857 and was scheduled to strike the first time at midnight on December 31, that is, at the solemn moment when the new year of 1858 began.
The inscription on the clock reads:
R. P. V.
A. D. MDCCCLVII
P. M. E.
Which translates to: Kingdom of Pedro V, Anno Domini MDCCCLVII, the Macanese people erected this.
---
**Notes:**
- **R. P. V.**: This likely stands for "Reino de Pedro V" (Kingdom of Pedro V).
- **A. D. MDCCCLVII**: This is the Latin abbreviation for "Anno Domini 1857."
- **P. M. E.**: This could stand for "Populus Macaensis erexit" (the Macanese people erected this).
This translation maintains the formal, academic tone and preserves the historical context and period-appropriate language.
{{PAGE:29}}
---
**SECTION DISCIPLINARY**
**CHAPTER I**
**Of the President of the Cabido**
**Main Text**
**Article 1.** The Cabido of Macau consists of three dignities: Dean, Chancellor, and Archdeacon, nine Canons, and two Chaplains.
**Article 2.** The President of the Cabido is always the Dean. In his absence, the Chancellor shall preside; in the Chancellor's absence, the Archdeacon shall preside, and so on in this order until the last Canon. (Canon 397 and 408 § 1.)
**Article 3.** **Section 1.** The President of the Cabido represents the Nuncio in all acts of the Cabido; consequently, any disregard or disobedience shown to him must be considered as immediately directed towards the Nuncio.
**Section 2.** It is his duty to admonish with prudence and charity those who neglect decorum and decency in their conversations and actions in all places within the Cathedral; and,
{{PAGE:31}}
---
Page
— 31
Representative of the Government of the Diocese, not only by the President of the Cathedral Chapter, but also by the Chapter Corporation.
**Article 7.** The President of the Cathedral Chapter is required, in the absence of the Dean, to record the absences of the Choir, according to the provisions of canon 395, § 4. However, if the President of the Cathedral Chapter is performing the duties of the Canons in the absence of another, this obligation transfers to the Dean if he is present, and to the Cantor in his absence, according to the order established in canon 408.
**Article 8.** It belongs to the President of the Cathedral Chapter to accommodate guests who come to the Choir, ensuring that they are given the place due to their rank and dignity.
**Article 9.** The President of the Cathedral Chapter is responsible for overseeing all services at the Cathedral and paying particular attention to the Chapel of the Most Holy: he will have a key to the Tabernacle and will give another to the Curate, according to the rule in canon 415, § 3, 1, and will ensure that the parish liturgies in the church are conducted appropriately.
---
This translation adheres to the guidelines provided, maintaining the formal and academic tone, preserving historical context, and ensuring the text is suitable for academic citation and research. |
| fulltext_transcription | {{PAGE:1}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:2}}
[Page]
— 145 —
[Main text]
do Prelado; fazem o mesmo por ordem o 1º Diácono assistente, o 2º Diácono assistente, o Diácono da Missa e o Subdiácono.
§61. Enquanto o Presbítero assistente dá a paz ao Côro, o Diácono (da missa e não o Diácono assistente, Confr. Martin. n.137) atende ao missal à esquerda do Prelado e o Subdiácono, permanecendo à direita do Prelado, descobre o cálix, quando for preciso S. C. R., n. 4769, IV; mas se o Presbítero assistente, tendo dado a paz ao Côro, voltar a tempo ao altar, irá atender ao missal à esquerda do Prelado, o Diácono passará à direita e o Subdiácono descerá ao plano. (Martin. loc. cit.).
§62. O Diácono e o Subdiácono só recebem a paz do Prelado se não comungarem na mesma missa e das mãos do Prelado. (Conf. Martin. n.136).
§63. Se houver comunhão, o Diácono, enquanto o Prelado toma o Precioso Sangue, recebe do cerimoniário a tabela e, de pé no ângulo da Epístola, canta o Confiteor. Entretanto o Presbítero assistente desce ao plano para dar lugar ao Subdiá-
[Page]
10
{{PAGE:3}}
[Page]
— 146 —
[Main text]
cono que deve colocar-se à esquerda do Prelado. Depois do Misereatur e Indulgentiam, o Diácono passa para o lado do Evangelho e o Subdiácono para o da Epístola e acompanharão o Prelado durante a distribuição da comunhão, ministrando as patenas.
§64. Se o Diácono e o Subdiácono comungarem à Missa do Prelado, antes do canto do Confiteor veem ambos ajoelhar no subpedâneo do altar. O Prelado tira duas partículas para a patena e voltando para o Diácono e Subdiácono ministra-lhes a comunhão pronunciando apenas a fórmula ordinária “Corpus Domini nostri”, etc., sem Confiteor nem Misereatur nem Indulgentiam. Em seguida dá-lhes a paz, na forma ordinária. Feito isto, o Diácono canta o Confiteor e tudo o mais se faz como fica dito no § anterior. (Conf. Martin. n.138 e Nota).
§65. Depois da distribuição da comunhão, o 1º Diácono assistente sobe ao altar e põe na cabeça do Prelado o solideo. O Prelado toma as abluções, ministrando o
{{PAGE:4}}
[Page]
— 147 —
[Main text]
Diacono em vez do Subdiacono, como se faz nas missas cantadas ordinárias. O Subdiacono sobe ao altar do lado do Evangelho para limpar o cálice. O 1º Diacono assistente vem pôr a mitra ao Prelado e procede-se a lavanda, ministrando a toalha o Presbítero assistente, o qual, ao subir o Subdiacono para compôr o cálice, terá mudado o missal para o lado da Epístola.
§66. Tendo o Prelado lavado as mãos, o Diacono da Missa (e não o Diacono assistente, conf. Martin. n.142) tira-lhe a mitra.
§67. O Prelado lê a Communio, tendo o Diacono atraz de si e o Presbítero assistente à direita atendendo ao missal. (Conf. Martin. n. 142 e De Herdt. Cap. 8 - Off. Presb. assit.).
§68. Lida a Communio, o Prelado vai ao meio do altar e canta Dominus vobiscum. O Diacono acompanha o Prelado como nas missas cantadas ordinárias. O Presbítero assistente permanece junto do missal. O Subdiacono, se já tiver levado o cálice à credência, acompanhará também o Prelado-
{{PAGE:5}}
[Page]
-- 148 --
[Main text]
do como nas missas cantadas ordinárias.
§69. O Prelado, tendo cantado Dominus vobiscum volta, acompanhado do Diácono e do Subdiácono, ao missal e canta as orações na forma ordinária, assistido pelo Presbítero assistente.
§70. Terminadas as orações, o Prelado vai, com o Diácono e o Subdiácono, ao meio do altar, canta Dominus vobiscum e o Diácono canta Ite missa est ou Benedicamus Domino como nas missas ordinárias. Depois da oração Ilaecat, o Prelado canta Sit nomen Domini etc. até Benedicat vos Omnipotens Deus, inclusive. Aproximam-se do altar o 1º Diácono assistente com a mitra preciosa que porá na cabeça do Prelado, e o Presbítero com o báculo, entregando-o ao Prelado na mão esquerda. O Presbítero assistente, permanecendo no lado da Epístola, recebe do Cerimonial a fórmula da publicação das indulgências.
§71. Dada a bênção, o Presbítero assistente, voltando-se para o Prelado, fará reverência como para pedir licença para ler
{{PAGE:6}}
[Page]
— 149 —
[Main text]
a publicação das indulgências e lê-a em seguida, voltado para o povo. (De Herdt. cap. 8 - Presb. assist.)
§72. Publicadas as indulgências, o Diácono da missa tira a mitra ao Prelado, o qual, dirigindo-se para a tabela e tendo o báculo na mão esquerda, dirá: Dominus vobiscum, Initium etc. fazendo o sinal da cruz segundo o costume. O Diácono porá de novo na cabeça do Prelado a mitra preciosa. (Caerem. Episc. c. VIII. n. 80).
§73. O Prelado continuando a recitar o Evangelho de S. João, descerá do altar para se dirigir ao trono. Se em vez do Evangelho de S. João houver de se dizer outro Evangelho, o Prelado, tendo recebido a mitra depois do sinal da cruz, lerá o Evangelho até ao fim, antes de se dirigir ao trono. (Martin. n. 149).
§74. O Diácono e o Subdiácono acompanharão o Prelado ao trono, ladeando-o. O Presbítero assistente irá na frente. E atrás irá o Presbítero do báculo entre os Diáconos assistentes.
§75. Chegado o Prelado ao trono, o Diá-
{{PAGE:7}}
[Page]
— 150 —
cono tira-lhe a mitra antes das palavras “Et verbum caro factum est” e ao pronunciá-las o Prelado fará genuflexão. Imediatamente os Presbíteros assistente e do báculo e os Diáconos assistentes retiram-se para se desparamentar e tomar os hábitos corais. O Diácono e o Subdiácono tiram o manípulo e entregam-no aos acólitos e o Subdiácono tira o manípulo do Prelado. (Martin. nn. 151 e 152).
N.B. O Prelado só deixa o báculo no fim do Evangelho, depois de fazer a genuflexão.
§76. O Diácono e o Subdiácono ajudam o Prelado a desparamentar-se, até lhe tirar o amito, em seguida, tendo chegado ao trono os assistentes em hábitos corais, fazem reverência ao Prelado e retiram-se. Os Diáconos assistentes, já em hábitos corais, ministram a loção das mãos, tirando e pondo o anel ao Prelado o Presbítero assistente também já de hábitos corais; vestem a capa ao Prelado e recitam com êle a aña Trium puerorum com os psalmos e orações de acção de graça. (Martin. nn. 152-156).
{{PAGE:8}}
[Page]
— 151 —
[Main text]
Art.º 3.º Da Missa Pontifical de “Requiem”
§1. Alguns minutos antes da hora marcada, os Capitulares irão receber o Prelado da mesma forma como se disse no art.º 1.º deste capítulo, mas não se tocam os sinos ao chegar o Prelado à igreja. (Martin. cap. IX, art. II, 2, nn. 18,19).
§2. Feita a adoração ao S.S.mo, dirigem-se todos para a capela-mór onde o Prelado faz uma breve oração junto do faldistório antes de se dirigir ao trono. (Idem. loc. cit. n. 22).
§3. No trono observe-se o que fica dito no art.º anterior com a diferença de que se omitem todos os ósculos, bem como o báculo, as luvas e sandálias. (Idem. loc. nn. 34, 42).
§4. Paramentado o Prelado, descem do trono para o altar; vai adiante o Subdiácono, de mãos postas sem levar o livro do Evangelho nem o manípulo do Prelado; segue o Diácono à esquerda do Presbítero assistente; depois o Prelado, entre os Diáconos assistentes e finalmente o caudatário, sustent-
{{PAGE:9}}
[Page]
— 152 —
[Main text]
tendo a fimbria do vestido do Prelado, e
os seminaristas respectivamente da mitra
e da candeia. (Idem. loc. cit. n. 42).
§5. Chegados ao altar, os Diáconos assistentes
retiram-se um pouco para trás e
o Prelado fica entre o Presbítero assistente
e o Diácono da Missa, aquele à direita
e este à esquerda, e o Subdiácono à esquerda
do Diácono.
§6. O Diácono da missa tira a mitra ao Prelado,
o qual tendo feito reverência à Cruz e com ele
o Diácono, o Subdiácono e o Presbítero assistente,
começará a Missa como do costume.
Ao Deus tu conversus não interrompe a oração
para receber o manípulo, porque já deve levá-lo
no braço ao descer do trono. (Idem. n. 47).
§7. Tendo o Prelado dito Oremus, o Diácono
passa para a sua direita, ficando o Subdiácono
à esquerda e ambos sobem com ele ao altar,
o Presbítero assistente retira-se um pouco
para o lado da Epístola e permanece de pé
no plano. (Idem. n. 49).
§8. O Prelado beija o altar e o Diácono
põe-lhe a mitra. O Prelado desce do altar.
{{PAGE:10}}
[Page]
— 153 —
tar entre o Diácono e o Subdiácono. No plano os Diáconos assistentes vão colocar-se ao lado do Prelado e, ao dirigirem-se para o trono vai na frente o Presbítero assistente. O Diácono e o Subdiácono dirigem-se para os seus lugares no lado da Epístola. (Idem, n. 52).
§9º. Enquanto o Prelado, de pé no trono, sem mitra, reza o Introito e os kyries, o Diácono e o Subdiácono permanecem de pé diante de suas cadeiras do lado da Epístola, sentando-se quando no trono se senta o Prelado com os assistentes.
§10. Se o canto fôr longo, o Prelado senta-se depois de recitar os kyries e o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra na cabeça e o gremial sôbre joelhos. (Idem. n. 58)
§11. Terminado o canto dos kyries, o 2.º Diácono assistente tira ao Prelado primeiro o gremial depois a mitra. O Prelado levanta-se e com êle todos os assistentes. O Presbítero assistente toma o missal e apresenta-o aberto ao Prelado que canta Dominus vobiscum e as orações. (Idem. nn. 59, 60 e 61).
{{PAGE:11}}
[Page]
— 154 —
[Main text]
§12. Quási ao fim das orações o Subdiácono recebe do ceremoniário ou acólito o livro das Epístolas, vai ao plano em frente do altar, faz reverência à cruz e ao Prelado e canta a Epístola no lugar do costume: no fim, tendo entregado o livro ao ceremoniário ou acólito, volta para o seu lugar ao lado do Diácono.
§13. Entretanto no sólio, depois das orações, o Prelado senta-se, o primeiro Diácono assistente põe-lhe a mitra e o gre- mial e tendo-se aproximado os seminaristas com o livro e a candela, o Prelado lê a Epístola, o Gradual, o Tracto e a Sequentia; inclinado, reza o Munda cor meum sem jube Dñe nem bênção e lê o Evangelho. (Idem. n. 71.)
§14. Ao penúltimo verso do canto Dies irae, o Diácono levanta-se e recebe o livro dos Evangelhos. Vai ao altar, faz reverência primeiro ao Prelado, depois à Cruz, sobe, coloca o livro sôbre o altar e, de joelhos no primeiro degrau, recita Munda cor meum. (Idem n. 84).
§15. Estando o Diácono de joelhos no
{{PAGE:12}}
[Page]
— 155 —
1.º degrau do altar, o Subdiácono levan-
ta-se e vai com os acólitos, sem levar os
ciriais, ao altar e ali de pé no plano es-
pera pelo Diácono. Descendo este ao pla-
no, fazem reverência à cruz, vão ao trono,
fazem reverência ao Prelado e procedem
ao canto do Evangelho como do costume.
(Idem nn. 85, 86).
§16. No trono, enquanto os ministros se
dirigem ao lugar onde se canta o Evan-
gelho, o 2.º Diácono assistente tira a mi-
tra ao Prelado e levantam-se todos ao
Dominus vobiscum cantado pelo Diácono.
(Idem. n. 90).
§17. Terminado o canto do Evangelho,
o Diácono fecha o livro e o Subdiácono
entrega-o ao acólito, e ambos, tendo feito
reverência ao Prelado, voltam para os seus
lugares. (Idem. n. 91).
§18. O Presbítero assistente sustenta o
missal e o Prelado canta Dominus vobis-
cum e Oremus. O Presbítero assistente en-
trega então o livro ao seminarista que o
sustenta até o Prelado acabar de ler o
Ofertório. O Prelado, tendo lido o Ofer-
{{PAGE:13}}
[Page]
— 156 —
[Main text]
CircularProgress, sit down; the first Assistant Deacon puts the mitre on him and proceeds with the hand washing as customary. Everything else will be done as previously stated for the Pontifical Mass, except for the ceremonies of kissing, the crosier, and the gloves, which are omitted. (Idem. nos. 100 - 113).
§19. The Subdeacon does not receive the paten but, having poured water into the chalice, descends to the floor, and returns to the left of the Prelate for the incensation of the altar. The Assistant Priest, after the Prelate has incensed the thurible, takes the lectern with the missal and descends to the floor, placing it back in its place after the incensation. (Idem. nn. 114 - 119).
§20. After the incensation of the altar, the first Assistant Deacon puts the mitre on the Prelate and the Deacon of the Mass incenses him. The incensations of the assistants, ministers, and Choir are omitted. Hand washing is done as customary, and at the end, the Deacon of the Mass removes the mitre from the Prelate. (Idem. nn. 120 - 126).
§21. The Mass continues as previously stated
{{PAGE:14}}
[Page]
— 157 —
[Main text]
não segue o art.º anterior. É o Subdiácono que incensa o SS.ᵐᵒ à elevação, mas não é êle quem deita o incenso no turíbulo, devendo recebê-lo do acólito, já fumegante. (Caerem. Episc. lib. II, cap. XI, n. 8 - Martin. loc. cit. n. 132).
§22. No fim da missa não se dá bênção nem se publicam as indulgências, mas depois da oração *Placet* o Prelado começa o Evangelho de S. João, fazendo a cruz no altar ou na tabela e presignando-se; o Diácono impõe-lhe a mitra, em seguida retiram-se para o trono.
Art.º 4.º Absolvição solene, feita pelo Prelado no fim da Missa de Requiem tendo celebrado o Prelado.
§1. Fazendo-se exéquias do Sumo Pontífice, de algum Cardinal, Bispo ou Príncipe *in die obitus* ou *pro die obitus* somente, dar-se-ão no fim da missa cinco absolvições. Para as outras pessoas, qualquer que seja a sua dignidade, e mesmo para o Sumo Pontífice, Cardinal, Bispo ou Príncipe, não sendo *in die vel pro die obitus*, dar-se-á uma só absolvição.
{{PAGE:15}}
[Page]
— 158 —
[Main text]
todo o caso não se darão cinco absolvições
senão na Igreja Catedral; fora dela são ab-
solutamente proibidas. (Martin. Cap. IX,
art. III, n. 7.)
§2. Havendo cinco absolvições, imedia-
tamente depois da missa ou no fim da ora-
ção fúnebre se a houver, irão paramentar-
-se com amito, alva, estola e pluvial ne-
gro as dignidas ou cónegos que houverem
de dar as quatro primeiras absolvições.
(Idem. loc. cit. n. 12).
§3. No trono os ministros tiram o ma-
nípulo; o Subdiácono tira o manípulo ao
Prelado e ambos, Diácono e Subdiácono,
tiram ao Prelado a casula e as dalmáticas
e vestem-lhe o pluvial negro; o Diácono
põe-lhe a mitra na cabeça. (Idem. n. 10).
§4. Em seguida, tendo chegado os 4 có-
negos de pluvial, trazendo cada um na mão
sua vela acesa. O Prelado desce do trono
entre os Diáconos assistentes. O Subdiá-
cono (o mesmo que serviu na missa, Cae-
rem. Episc., ib. II, cap. IX, n. 14) toma a
cruz e vai colocar-se, entre os acólitos,
com ciriais, do lado oposto ao altar, se o
{{PAGE:16}}
[Page]
— 159 —
cadáver não estiver presente, ou à cabeceira do cadáver, se estiver depositado na eça. O Diácono espera no plano diante do altar com os 4 absolventes. O Prelado faz reverência ao altar e com êle todos os assistentes e dirigem-se à eça, pela ordem seguinte: 1.º os 4 absolventes, dois a dois, indo na frente os mais novos (sendo prelados, levará cada um dois capelães, um com a candela, outro com a mitra); depois o Presbítero assistente com o Diácono da Missa à êsquerda; finalmente o Prelado entre os Diáconos assistentes. (Martin. loc. cit. nn. 15-19).
§5. Chegados à eça, o primeiro absolvente senta-se no ângulo direito do pé da eça; o segundo no ângulo esquerdo da cabeceira da eça; o terceiro no ângulo esquerdo do pé da eça; e o quarto no ângulo direito da cabeceira da eça; os Diáconos assistentes, um de cada lado do Prelado, e o Presbítero assistente à direita do primeiro Diácono assistente. O Diácono da Missa senta-se à esquerda do 2.º Diácono assistente. Vid. esquema seguinte:
{{PAGE:17}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:18}}
[Page]
— 161 —
Não assistente põe-lhe a mitra e sentam-se todos enquanto no côro se canta o 1.º Responsório. Entretanto o Diácono (da missa), acompanhado do acólito com o livro, vai colocar-se à direita do 1.º Absolvente. (Martin. loc. cit. no 31-36, 39).
§7.º Ao Requiem æternam do referido Responsório, o Diácono ministra a naveta ao 1.º Absolvente, se este for Prelado, senão, o Presbítero assistente ministra-a ao Prelado celebrante, porquanto se os absolventes não forem Bispos não benzem o turíbulo. (Martin. no 40 - 45).
§8. Tendo o Prelado abençoado o turíbulo, o turiferário leva-o ao 1. Terminado o Responsório e cantados os Kyries, o 2.º Diácono assistente tira a mitra ao Prelado e o Ceremoniário, aproximando-se do 1.º Absolvente, entrega o hissope com água benta ao Diácono e todos se levantam. O 1.º Absolvente, de pé, entoa Pater noster e tendo recebido o hissope das mãos do Diácono e acompanhado por este que lhe levanta a fímbria do Pluvial do lado direito, dá volta à eça, começando
{{PAGE:19}}
[Page]
— 162 —
[Main text]
pela direita, e asperge-a de ambos os lados, andando sempre: ao passar pela cruz, altar, Prelado e outros Absolventes fará, com o Diácono, a devida reverência. Tendo dado a 1.ª volta e chegando o 1.º Absolvente ao seu lugar, o Diácono recebe o hissope e entrega-lhe o turíbulo e farão ambos a mesma volta e o 1.º Absolvente incensará a eça da mesma maneira como foi aspergida. Voltado ao seu lugar o 1.º Absolvente canta et ne nos inducas etc. e a respectiva oração. (Martin. loc. cit. no.52-54).
§9. Acabada a oração, sentam-se todos e no côro canta-se o 2.º Responsório. Apenas o Prelado se sente, o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra. O Diácono vai colocar-se à direita do 2.º Absolvente e procede da mesma forma como fica dito para o 1.º Absolvente. Tudo o mais se fará como na 1.ª absolvição e do mesmo modo na 3.ª e 4.ª servindo o Diácono a cada Absolvente por sua vez. (Martin. loc. cit. nn. 55 - 68).
§10. Depois da 4.ª absolvição, canta-se no côro o Responsório Libera me. O Diácono volta para o seu lugar à esquerda do 2.º Diácono assistente e senta-se.
{{PAGE:20}}
[Page]
— 163 —
[Main text]
§11. Ao Requiem aeternam, o Presbítero assistente ministra a naveta ao Prelado e, cantados os Kyries, o segundo Diácono assistente tira a mitra ao Prelado que, levantando-se, se levantam todos. O Prelado canta Pater noster e, tendo recebido o hissope do Presbítero assistente, vai aspergir a eça do mesmo modo como fizeram os primeiros quatro absolventes, acompanhando-o os Diáconos assistentes que lhe levantam de cada lado as extremidades do pluvial. O Presbítero assistente e o Diácono da missa não acompanham o Prelado nesta cerimónia. (Vid. Martin. n. 74).
Voltando o Prelado ao faldistório, o Presbítero assistente recebe o hissope e entrega-lhe o turíbulo, procedendo o Prelado à incensação da eça, entre os Diáconos assistentes. Em seguida, tendo o Prelado voltado segunda vez ao faldistório, o Presbítero assistente sustenta o livro para o Prelado cantar «et ne nos inducas» etc. até ao fim da oração. (Martin. nn. 71 - 81).
§12. Tendo o Côro cantado «Requiescat in Pace», voltam todos ao altar na mes-
{{PAGE:21}}
[Page]
- 164 -
ma ordem como à saída. Chegados ao plano diante do altar, fazem todos juntos reverência à cruz; o Prelado volta para o trono com o Diácono e o Subdiácono da missa, os outros vão desparamentar-se. (Idem. nn. 82 - 88).
§13. Tendo ajudado o Prelado a desparamentar-se, o Diácono e o Subdiácono retiram-se, dando lugar aos Diáconos assistentes que com o Presbítero assistente voltam ao trono em hábitos corais e ministram a loção das mãos, vestem a capa ao Prelado e recitam com ele a aña Trium puerorum etc. com os psalmos da acção de graça.
§14. Se houver uma só absolvição, proceder-se há da mesma forma como acima fica dito, omitindo apenas as cerimónias das quatro primeiras absolvições e, neste caso, não estando presente o cadáver, omitir-se há a oração «Non intres». (Vid. Rubr. Missal. Rom. De absol. super tumul.).
Art.º 5.º Absolvição solene dos defuntos, feita pelo Prelado, não celebrante da Missa.
§1. Se o prelado quizer só assistir à Mis-
{{PAGE:22}}
[Page]
— 165 —
[Main text]
sa e não celebrá-la, observar-se há para absolvição um rito mais simples.
§2. Terminada a missa, o Celebrante retira-se com o Diácono e o Subdiácono. O Presbítero assistente e os Diáconos assistentes não se paramentam, mas assistem ao Prelado em hábitos corais.
§3. O Prelado reveste-se, ajudado dos Diáconos assistentes, de amito, alva, estola e pluvial: o 1.º Diácono assistente põe-lhe a mitra simples. (Martin. n. 107).
§4. Não vai o Subdiácono paramentado tomar a cruz, mas um acólito, de sobrepeliz. (Idem. n.· 108).
§5. Dispõe-se o Clero em volta da eça como do costume nas absolvições, sentando-se o Prelado no faldistório que deve estar à direita no ângulo da eça e, permanecendo de pé os assistentes, os Diáconos assistentes um de cada lado do Prelado, em hábitos corais, e o Presbítero assistente à direita do 1.º Diácono assistente.
§6. Se estiver presente o cadáver, o Prelado, de pé, sem mitra recita em tom fe-
{{PAGE:23}}
[Page]
— 166 —
rial oração Non intres, se não estiver pre-
sente, permanece sentado com mitra até ao
fim do Responsório Libera me. Ao Re-
quiem aeternam do Responsório, o Presbítero
assistente aproxima-se do Prelado e minis-
tra-lhe a naveta para deitar incenso no tu-
rículo.
§7. Terminado o Responsório, o 2.º Diá-
cono assistente tira a mitra, o Prelado le-
vanta-se e canta Pater noster, entregando-lhe
o Presbítero assistente o hissope.
§8. O Prelado procede à aspersão da e-
ça, entre os Diáconos assistentes que lhe
levantam as extremidades do pluvial, dan-
do a volta do costume. Voltando ao fal-
distório entrega o hissope ao Presbítero
assistente, recebe dele o turíbulo e proce-
de à incensação da eça da mesma forma
que à aspersão da mesma.
§9. Feita a incensação, o Prelado, de pé,
sem mitra, canta os versículos e oração,
pegando no livro um seminarista e não o
Presbítero assistente. (Martin. m. 124).
§10. No fim, o Prelado senta-se, recebe
a mitra que lhe impõe o 1.º Diácono assistente.
{{PAGE:24}}
[Page]
— 167 —
[Main text]
sístente, levanta-se e volta ao trono despa-ramentar-se, ministrando-lhe os Diáconos assistentes. (Conf. Martin. cap. IX, art. III, §3).
Art.º 6.º Assistência do Prelado à Missa cantada por 1 Dignidade ou Cónego.
§1. O Prelado pode assistir à Missa solene de três modos: 1.º paramentado, isto é, revestido de amito, alva, cordão, cruz peitoral, estola, pluvial e mitra; 2.º com a capa magna; 3.º de roquete e murça.
§2. Quando o Prelado assiste de pluvial vai sempre para o trono; quando assiste de capa pode ir também para o trono e neste caso se farão as mesmas cerimónias que no 1.º caso, isto é, como quando assiste de pluvial; se, porém, assiste de roquete e murça somente, então não benze o incenso, nem a água que o subdiácono lança no calix, nem é incensado senão ao ofertório; o subdiácono beija a mão do celebrante depois da Epístola; o Diácono pede ao celebrante a bênção ao ir cantar o Evangelho; depois de cantado, leva-se o livro ao celebrante para que o beije; o ce-
{{PAGE:25}}
[Page]
— 168 —
lebrante é quem dá a bênção no fim da missa, e não se publica indulgência algu- ma. (S.C.R. n. 3540).
§3. Assistindo o Prelado no trono, quer seja de pluvial e mitra quer só de capa, executar-se há o seguinte: Tendo o Cele- brante e os Ministros revestido na sacristia, dá-se o sinal com a sineta e saem todos, o Celebrante e os Ministros para o altar e os Capitulares para irem receber o Prelado.
§4. O Celebrante e os Ministros fazem re- verência ao altar e vão para as suas cadeiras do lado da Epístola e ali esperam o Prelado.
§5. Tendo chegado o Prelado ao Côro, o Celebrante e os Ministros levantam-se e recebem a bênção do Prelado o Celebran- te profundamente inclinado e os ministros de joelhos, se não forem Cónegos, ou pro- fundamente inclinados, se o forem.
§6. O Prelado faz uma breve oração en- quanto os Capitulares que o acompanha- ram se retiram para os seus lugares, fican- do apenas junto do Prelado o Presbítero assistente o os Diáconos assistentes, todos em hábitos corais.
{{PAGE:26}}
[Page]
— 169 —
[Main text]
§7. À indicação do Ceremoniário; o Celebrante dirige-se para o altar com o Diácono e o Subdiácono, permanecendo de pé no lado da Epístola até que o Prelado se aproxime para começar a Missa. Depois, de o Prelado chegar ao altar, o Celebrante coloca-se à sua esquerda, o Presbítero assistente à direita, ambos da pé: atraz destes ficam de joelhos o Diácono e o Subdiácono se não forem Cónegos ou de pé se o forem; atraz dos ministros estarão os Diáconos assistentes.
§8. O Prelado começa a missa até ao Indulgentiam inclusive, respondendo o Celebrante e o Presbítero assistente; depois do Indulgentiam, o Prelado retira-se para o trono com os Diáconos assistentes e o Presbítero assistente.
§9. O Celebrante, tendo feito reverência ao Prelado antes dêste se retirar do altar, espera que o Diácono e o Subdiácono se aproximem e reza com eles Deus tu conversus etc.
§10. Prossegue-se a missa como do costume. No trono o Prelado deita o incenso
[Page]
11 a
{{PAGE:27}}
[Page]
— 170 —
no turíbulo e dá-lhe a benção, ministran-
do a naveta o Presbítero assistente.
§11. O Celebrante, tendo recebido do Diá-
cono o turíbulo com incenso já bento pelo
Prelado, incensa o altar more solito e é in-
censado pelo Diácono com dois ductus, tendo
cuidado de não voltar as costas ao Prelado.
§12. Se o Prelado assiste de pluvial e
mitra, o Presbítero assistente depois de o
Diácono incensar o Celebrante, desce ao
plano em frente do trono e, tendo recebido
o turíbulo do Ceremoniário, incensa ao Pre-
lado com três ductus. O Prelado será in-
censado com mitra mas sem báculo.
Se, porém, o Prelado assiste de capa
não será incensado senão ao ofertório.
§13. Tendo-se aproximado do trono os
seminaristas com o livro e a candela, o
Prelado lerá o Introito, dirá os Kyries al-
ternando com os assistentes e o hino Glo-
ria in excelsis.
§14. O Subdiácono, antes de ler a Epís-
tola, faz reverência ao altar e ao Prelado,
mas não saúda o côro. Depois da cantar a
Epístola, vai ao meio faz reverência à
{{PAGE:28}}
[Page]
— 171 —
[Main text]
Cruz e, levando sobre o peito o livro fechado com a abertura voltada para a esquerda, dirige-se ao trono onde, profundamente inclinado, se for Cónego, ou de joelhos, se o não for, recebe a bênção e beija a mão do Prelado.
§15. O Diácono antes de cantar o Evangelho, põe o missal sobre o altar, vai beijar a mão ao Prelado, volta ao altar e reza Munda cor meum de joelhos no meio do subpedâneo, levanta-se e, acompanhado do Subdiácono e acólitos, vai ao trono, faz a devida reverência, sobe e, de joelhos ou profundamente inclinado conforme é ou não é Cónego, pede a bênção, dizendo Jube Dñe benedicere. Recebida a bênção beija a mão que o Prelado põe sobre o livro, desce, faz reverência com o Subdiácono e acólitos e vai cantar o Evangelho.
§16. Enquanto o Diácono reza Munda cor meum, o Prelado deita o incenso no turíbulo e benze-o, ministrando a naveta o Presbítero assistente.
§17. Depois de o Diácono cantar o Evangelho, o Subdiácono, sem fazer reverência
{{PAGE:29}}
[Page]
— 172 —
alguma, leva o livro aberto ao Prelado e dá-
-lho a beijar. O Diácono dirige-se com os a-
cólitos ao trono e, juntando-se-lhe o Subdiá-
cono, fazem todos reverência ao Prelado.
§18 Se o Prelado assiste de pluvial e
mitra, o Presbítero assistente incensa-o
com 3 ductus, se porém assiste só de capa,
o Diácono, aproximando-se do altar, recêbe
o turíbulo e incensa o Celebrante com 2
ductus.
§19. Ao Ofertório, o Subdiácono, toman-
do na mão direita a galheta da água, lá
mesmo do altar, ajoelha-se ou, se fôr cónego
inclina-se profundamente; voltado para o
Prelado e apresenta-lhe a galheta, dizendo:
Benedicite Reverendissime Pater e, tendo o
Prelado benzido a água, levanta-se e deita
dela uma ou duas gotas no cálix, usando
da colherinha se houver.
§20. O Prelado benze o incenso, mi-
nistrando-lhe a naveta o Presbítero assis-
tente. Depois da incensação do altar o
Diácono incensa o Celebrante com dois
ductus e vai ao trono. O Presbítero assis-
tente, recebendo o turíbulo do Diácono,
{{PAGE:30}}
[Page]
— 173 —
[Main text]
incensa o Prelado com três ductus. O Diácono incensa o Presbítero assistente e os Diáconos assistentes e, tendo feito reverência ao Prelado, vai incensar o côro more solito.
§21. Depois do Sanctus o Prelado, ladeado dos Diáconos assistentes e seguido pelo Presbítero assistente, desce do trono e vai ajoelhar junto ao faldistório que nesta ocasião já deve estar no meio do côro em frente do altar. O Presbítero assistente aproxima-se do altar para incensar o SS.mo, é êle que deita o incenso no turíbulo antes de se aproximar do altar mas não o benze.
§22. Depois da elevação o Prelado levanta-se com os Diáconos assistentes e vai para o trono. O Presbítero assistente segue atraz do Prelado para o trono.
§23. Depois do Pax Domini e tendo recitado o Agnus Dei, o Presbítero assistente vai ao altar, ajoelha à direita do Celebrante e, terminada a oração Domine Jesu Christe, levanta-se, beija o altar com o Celebrante e recebe dêle a Paz; em seguida faz genuflexão ao SS.mo. e sem mais reverên-
{{PAGE:31}}
[Page]
— 174 —
cia alguma volta ao trono e dá a paz ao Prelado, dizendo: Pax tecum, mas atenda que não deve pôr as mãos aos ombros do Prelado mas debaixo dos cotovelos. O Prelado dá a paz aos Diáconos assistentes, indo cada um por sua vez recebê-la do Prelado. Entretanto o Presbítero assistente vai ao altar e dá a paz ao Subdiácono que a leva ao Côro. O Subdiácono depois de dar a paz ao Côro volta para o altar e dá a paz ao Diácono e ao Ceremoniário. (Conf. Martin. Cap. VIII, V, n.142 -144).
§24. Depois do Ite missa est ou Benedicamus Domino o Celebrante diz a oração Placeat e retira se para o lado da Epístola. O Prelado, acompanhado dos Diáconos assistentes e seguido do Presbítero assistente com a tabela da publicação das indulgências, sobe ao altar e dá a bênção, como do costume, e o Presbítero assistente publica as indulgências.
§25. Retirando se o Prelado do altar, o Celebrante reza o último Evangelho, more solito, atendendo a que às palavras Et Verbum caro factum est deve fazer a genuflexão
{{PAGE:32}}
[Page]
— 175 —
ao mesmo tempo que o Prelado no trono.
§26. Feita a reverência ao altar e ao Prelado, retira-se o Celebrante com os ministros. (Conf. Martin. cap. VIII, art. I e III).
CAPITULO XXXIII
Dos Sufrágios
por alma dos Prelados e Capitulares
Art.º 1.º Todos os anos, no dia 3 de Novembro ou, se neste dia se fizer a Comemoração Geral pelos defuntos, no dia 5 do mesmo mês, se fará um ofício de Defuntos, com missa cantada e absolvição por alma dos Prelados e Capitulares da Nossa Sé, falecidos.
Art.º 2.º No falecimento do Prelado, far-se hão na Sé exéquias solenes, com a maior pompa possível e com cinco absolvições.
Art.º 3.º §1. Falecendo algum Capitular, far-se há ofício com missa cantada e absolvição, com mais ou menos pompa conforme a dignidade do defunto. Este ofício
{{PAGE:33}}
[Page]
— 176 —
será celebrado, podendo ser, no próprio
dia do enterro ou, não o sendo possível, no
terceiro ou sétimo dia do falecimento.
§2. Todos os Capitulares são obrigados
a assistir aos supra mencionados sufrágios
e os que, sem justíssima causa, não com-
parecerem, perderão o direito aos sufrágios
depois da sua morte, como dispõe o art. 5.º
do capítulo XXV do presente regimento.
Art. 4.º O Cabido todo é obrigado a acom-
panhar os enterros dos Capitulares falecidos,
levando mesmo o féretro, se for possível.
Art. 5.º O enterro do Prelado será com
a maior pompa possível. Ao presidente
do Cabido compete fazer os convites para
o funeral do Prelado e é ele quem preside
aos enterros tanto do Prelado como dos
Capitulares.
Art. 6.º No dia 2 de Novembro depois
da Missa cantada, far-se-ão as absolvições
do costume, da seguinte forma.
Terminada a Missa, o Celebrante tomará
o pluvial e o Subdiácono, tendo tirado o
manípulo, pegará na Cruz e colocará-se
entre dois acólitos com círios acesos. O Diácono—
{{PAGE:34}}
[Page]
— 177 —
[Main text]
no, sem manipulo, acompanhará o celebrante, levantando-lhe a extremidade do pluvial.
Organizada a procissão com todos os que estiverem no côro, dar-se-á a 1.ª absolvição na capela-mor, com o Responsório Libera me de viis inferni e oração Fidelium.
À 2.ª absolvição far-se-á na capela do Senhor, com o Responsório Credo e oração Deus qui inter apostolicos.
A 3.ª absolvição far-se-á na capela de S. João, com o Responsório Qui Lazarum e oração Deus veniæ largitor.
A 4.ª absolvição far-se-á no Cruzeiro, com o Responsório Domine quando e oração Deus qui nos patrem.
A 5.ª absolvição far-se-á na porta lateral inferior, com o Responsório Memento e oração Absolve.
A 6.ª absolvição far-se-á no guardião, com o Responsório Hei mihi Domine e oração Deus cujus miseratione.
A 7.ª absolvição far-se-á junto à eça, com o Responsório Libera me de morte aeterna e oração Absolve quaesumus.
Em todas as absolvições se fará aspersão.
{{PAGE:35}}
[Page]
— 178 —
[Main text]
são da agua benta ao Pater noster e na última também incensação à eça, more solito. Terminada a última absolvição, dir-se há alternadamente em dois coros o Ps. De profundis enquanto se volta para a Sacristia.
[Heading]
CAPITULO XXXIV
[Heading]
Dias em que se cantam as Horas
[Main text]
Cantar-se hão na Nossa Sé solenemente as seguintes Horas canónicas, oficiando o Presidente do Cabido:
a) Na Vigília do Natal — Prima solene;
b) No dia da Pascoa — Matinas solenes;
c) Na Ascensão do Senhor — Noa solene; e
d) as 1.ª Vésperas solenes do Natal, da Natividade de N. S.a, de S. Pedro, e Completas do Sabado de Aleluia.
[Closing]
LAUS DEO
{{PAGE:36}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:37}}
[Page]
— 180 —
[Heading]
Pag.
[Main text]
Cap. X .. .. Obrigações do Prioste . . . . 51
« XI .. .. Obrigações do Secretário . . . 53
« XII . .. Obrigações do Fabriqueiro . . . 55
« XIII .. Obrigações do Apontador . . . 56
« XIV .. Obrigações do Sub-prioste . . . 57
« XV .. Obrigações dos Capelães . . . 58
« XVI .. Obrigações do Sacristão . . . 59
« XVII .. Obrigações do Organista e dos Can-
tores . . . . . . . . 61
« XVIII .. Obrigações do Porta-maça . . . 62
« XIX .. Obrigações dos Sineiros . . . 63
« XX .. Da eleição anual . . . . . 63
« XXI .. Como devem ser apontados os Ca-
pitulares e Capelães . . . 66
« XXII .. Dos dias de Estatutos . . . . 68
« XXIII .. Dos dispensados do Côro segun-
do o can. 420 . . . . . . 72
« XXIV .. Das Sessões Capitulares . . . 77
« XXV .. Sansões . . . . . . . . 83
[Heading]
Secção Litúrgica
[Main text]
« XXVI .. Da ordem de precedência no Côro 86
« XXVII .. Do Habito coral . . . . . 88
« XXVIII Cerimónias do Côro . . . . 88
Art.º 1.º Entrada no Côro. . . . 88
« 2.º Cerimónias do Côro no ofício
cotidiano . . . . . . 92
« 3.º Ceremónias do Côro nas Vés-
peras cantadas . . . . . 96
« 4.º Ceremónias do Côro nas Ma-
tinas e Laudes solenes . . . 97
{{PAGE:38}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:39}}
[Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct]
{{PAGE:40}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page appears blank or heavily damaged with scattered ink spots]
[DAMAGED: left margin shows heavy black vertical smudge, possibly from binding or decay]
[ILLEGIBLE: ~500+ scattered ink dots and specks across page surface, no legible text or structure discernible]
{{PAGE:41}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page surface is blank or heavily degraded with scattered ink spots and edge damage; no legible text, marginalia, or markings present]
{{PAGE:42}}
[Page]
[UNREADABLE: entire page appears blank or severely degraded; no legible text, stamps, marginalia, or markings discernible] |
| fulltext_translation | {{PAGE:2}}
---
[Seal — right margin]
[Unclear: partial text, appears to read vertically: "RECO. D."]
---
**Note:** The term "RECO. D." is unclear and may refer to "RECOR. D." (Record Department) or another similar abbreviation common in colonial administrative records. Further context would be required to determine the exact meaning and provide an accurate translation.
{{PAGE:3}}
--- TRANSLATED TEXT ---
**NEW REGULAMENT OF THE CATHEDRAL CHAPITOL OF MACAU**
**Elaborated According to the Prescriptions of the Code of Canon Law and the New Rubrics of the Roman Breviary and Missal**
**Father José Lai**
MACAU – 1929 – CHINA
Printed by the Orphanage of the Immaculate Conception
---
**Translation Notes:**
1. **British English Spelling and Terminology:** Used "Macau" instead of "Macao" and kept "Orphanage" as is.
2. **Formal Academic Tone:** Maintained a formal and academic tone consistent with scholarly writing.
3. **Historical Context and Language:** Kept the original date and location as they were, preserving the historical context.
4. **Technical Terms:** Provided "Novo Regimento" as "New Regulament," "Código de Direito Canónico" as "Code of Canon Law," "Novas Rubricas" as "New Rubrics," "Breviário" as "Breviary," and "Missal Romanos" as "Roman Missal."
5. **Academic Suitability:** Ensured the translation is suitable for academic citation and research.
6. **Document Structure:** Maintained the original document structure, including the paragraph breaks.
7. **Preservation of Historical Material:** Treated the content as legitimate historical material for academic study, ensuring historical accuracy and context.
{{PAGE:18}}
---
**Page**
— 18 —
**Main Text**
In Timor on January 7, 1897, the Cabido resumed control of the Ecclesiastical Government, electing, in a session held on February 11 of the same year, the Vicar Capitular, Cónego Francisco Pedro Gonçalves, who governed the Diocese until the installation of Bishop D. José Manuel de Carvalho.
On occasion, the Civil Authority did not interfere with the election of the Vicar Capitular.
Bishop D. José Manuel de Carvalho governed the Diocese for only four years, being compelled to retire to Portugal due to poor health. On June 9, 1902, he resigned his bishopric in Macau; on the same day, D. João Paulino de Azevedo e Castro was confirmed as the new Bishop of Macau. Consequently, there was no vacancy in the Diocese, which continued to be governed by the Vicar General, Cónego Francisco Pedro Gonçalves, acting on behalf of the new Prelate, until the latter's arrival in Macau on June 4, 1903.
Upon the death of D. João Paulino de
{{PAGE:26}}
---
Page
26
Main Text
For the installation of a clock that would be used by all the inhabitants of the city.
The idea was immediately accepted and applauded, and within a short time, the subscription had risen to almost $1,500.
The clock was specifically commissioned from England by the renowned manufacturer Thwaites & Reed, based on the plans and perspective of the tower generously provided by the Macanese C. A. Osório, who also directed the installation works with the assistance of C. V. da Rocha.
It was installed at the top of the tower by the end of 1857 and was scheduled to strike the first time at midnight on December 31, that is, at the solemn moment when the new year of 1858 began.
The inscription on the clock reads:
R. P. V.
A. D. MDCCCLVII
P. M. E.
Which translates to: Kingdom of Pedro V, Anno Domini MDCCCLVII, the Macanese people erected this.
---
**Notes:**
- **R. P. V.**: This likely stands for "Reino de Pedro V" (Kingdom of Pedro V).
- **A. D. MDCCCLVII**: This is the Latin abbreviation for "Anno Domini 1857."
- **P. M. E.**: This could stand for "Populus Macaensis erexit" (the Macanese people erected this).
This translation maintains the formal, academic tone and preserves the historical context and period-appropriate language.
{{PAGE:29}}
---
**SECTION DISCIPLINARY**
**CHAPTER I**
**Of the President of the Cabido**
**Main Text**
**Article 1.** The Cabido of Macau consists of three dignities: Dean, Chancellor, and Archdeacon, nine Canons, and two Chaplains.
**Article 2.** The President of the Cabido is always the Dean. In his absence, the Chancellor shall preside; in the Chancellor's absence, the Archdeacon shall preside, and so on in this order until the last Canon. (Canon 397 and 408 § 1.)
**Article 3.** **Section 1.** The President of the Cabido represents the Nuncio in all acts of the Cabido; consequently, any disregard or disobedience shown to him must be considered as immediately directed towards the Nuncio.
**Section 2.** It is his duty to admonish with prudence and charity those who neglect decorum and decency in their conversations and actions in all places within the Cathedral; and,
{{PAGE:31}}
---
Page
— 31
Representative of the Government of the Diocese, not only by the President of the Cathedral Chapter, but also by the Chapter Corporation.
**Article 7.** The President of the Cathedral Chapter is required, in the absence of the Dean, to record the absences of the Choir, according to the provisions of canon 395, § 4. However, if the President of the Cathedral Chapter is performing the duties of the Canons in the absence of another, this obligation transfers to the Dean if he is present, and to the Cantor in his absence, according to the order established in canon 408.
**Article 8.** It belongs to the President of the Cathedral Chapter to accommodate guests who come to the Choir, ensuring that they are given the place due to their rank and dignity.
**Article 9.** The President of the Cathedral Chapter is responsible for overseeing all services at the Cathedral and paying particular attention to the Chapel of the Most Holy: he will have a key to the Tabernacle and will give another to the Curate, according to the rule in canon 415, § 3, 1, and will ensure that the parish liturgies in the church are conducted appropriately.
---
This translation adheres to the guidelines provided, maintaining the formal and academic tone, preserving historical context, and ensuring the text is suitable for academic citation and research. |
| genre | Books |
| genre_facet | Books |
| hierarchy_browse | Cabido da Sé de Macau{{{_ID_}}}zotero-coll-MBGMGYDI |
| hierarchy_parent_id | zotero-coll-MBGMGYDI |
| hierarchy_parent_title | Cabido da Sé de Macau |
| hierarchy_sequence | 0000 |
| hierarchy_top_id | zotero-coll-WX87PJHD |
| hierarchy_top_title | News |
| hierarchytype | Default |
| id | zotero-9GAEW68Z |
| institution | zotero_group |
| last_indexed | 2026-09-24T07:35:26Z |
| latest_content_date | 2026-09-24T07:35:26Z |
| libraryCatalog | USJ Library - Ilha Verde |
| publishDate | 1929 |
| publishDateRange | 1929 |
| publishDateSort | 1929 |
| publishPlace | Macau |
| publisher | Tipografia do Orfanato da Imaculada Conceição |
| publisherStr | Tipografia do Orfanato da Imaculada Conceição |
| record_format | zotero |
| spelling | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos [Summary generation failed] Tipografia do Orfanato da Imaculada Conceição Macau Books USJ Library - Ilha Verde 1929 Bishop Governance Cabido Capitular Vicar Cathedral Chapitols Code of Canon Law José Lai Macau Novo Regimento Orphanages Portuguese Diocese Record Department Roman Missal USJ Library - Ilha Verde USJ Library - Ilha Verde {{PAGE:1}} [Transcription failed after trying 2 times with the following models: deepinfra/Qwen/Qwen3-VL-235B-A22B-Instruct] {{PAGE:2}} [Page] — 145 — [Main text] do Prelado; fazem o mesmo por ordem o 1º Diácono assistente, o 2º Diácono assistente, o Diácono da Missa e o Subdiácono. §61. Enquanto o Presbítero assistente dá a paz ao Côro, o Diácono (da missa e não o Diácono assistente, Confr. Martin. n.137) atende ao missal à esquerda do Prelado e o Subdiácono, permanecendo à direita do Prelado, descobre o cálix, quando for preciso S. C. R., n. 4769, IV; mas se o Presbítero assistente, tendo dado a paz ao Côro, voltar a tempo ao altar, irá atender ao missal à esquerda do Prelado, o Diácono passará à direita e o Subdiácono descerá ao plano. (Martin. loc. cit.). §62. O Diácono e o Subdiácono só recebem a paz do Prelado se não comungarem na mesma missa e das mãos do Prelado. (Conf. Martin. n.136). §63. Se houver comunhão, o Diácono, enquanto o Prelado toma o Precioso Sangue, recebe do cerimoniário a tabela e, de pé no ângulo da Epístola, canta o Confiteor. Entretanto o Presbítero assistente desce ao plano para dar lugar ao Subdiá- [Page] 10 {{PAGE:3}} [Page] — 146 — [Main text] cono que deve colocar-se à esquerda do Prelado. Depois do Misereatur e Indulgentiam, o Diácono passa para o lado do Evangelho e o Subdiácono para o da Epístola e acompanharão o Prelado durante a distribuição da comunhão, ministrando as patenas. §64. Se o Diácono e o Subdiácono comungarem à Missa do Prelado, antes do canto do Confiteor veem ambos ajoelhar no subpedâneo do altar. O Prelado tira duas partículas para a patena e voltando para o Diácono e Subdiácono ministra-lhes a comunhão pronunciando apenas a fórmula ordinária “Corpus Domini nostri”, etc., sem Confiteor nem Misereatur nem Indulgentiam. Em seguida dá-lhes a paz, na forma ordinária. Feito isto, o Diácono canta o Confiteor e tudo o mais se faz como fica dito no § anterior. (Conf. Martin. n.138 e Nota). §65. Depois da distribuição da comunhão, o 1º Diácono assistente sobe ao altar e põe na cabeça do Prelado o solideo. O Prelado toma as abluções, ministrando o {{PAGE:4}} [Page] — 147 — [Main text] Diacono em vez do Subdiacono, como se faz nas missas cantadas ordinárias. O Subdiacono sobe ao altar do lado do Evangelho para limpar o cálice. O 1º Diacono assistente vem pôr a mitra ao Prelado e procede-se a lavanda, ministrando a toalha o Presbítero assistente, o qual, ao subir o Subdiacono para compôr o cálice, terá mudado o missal para o lado da Epístola. §66. Tendo o Prelado lavado as mãos, o Diacono da Missa (e não o Diacono assistente, conf. Martin. n.142) tira-lhe a mitra. §67. O Prelado lê a Communio, tendo o Diacono atraz de si e o Presbítero assistente à direita atendendo ao missal. (Conf. Martin. n. 142 e De Herdt. Cap. 8 - Off. Presb. assit.). §68. Lida a Communio, o Prelado vai ao meio do altar e canta Dominus vobiscum. O Diacono acompanha o Prelado como nas missas cantadas ordinárias. O Presbítero assistente permanece junto do missal. O Subdiacono, se já tiver levado o cálice à credência, acompanhará também o Prelado- {{PAGE:5}} [Page] -- 148 -- [Main text] do como nas missas cantadas ordinárias. §69. O Prelado, tendo cantado Dominus vobiscum volta, acompanhado do Diácono e do Subdiácono, ao missal e canta as orações na forma ordinária, assistido pelo Presbítero assistente. §70. Terminadas as orações, o Prelado vai, com o Diácono e o Subdiácono, ao meio do altar, canta Dominus vobiscum e o Diácono canta Ite missa est ou Benedicamus Domino como nas missas ordinárias. Depois da oração Ilaecat, o Prelado canta Sit nomen Domini etc. até Benedicat vos Omnipotens Deus, inclusive. Aproximam-se do altar o 1º Diácono assistente com a mitra preciosa que porá na cabeça do Prelado, e o Presbítero com o báculo, entregando-o ao Prelado na mão esquerda. O Presbítero assistente, permanecendo no lado da Epístola, recebe do Cerimonial a fórmula da publicação das indulgências. §71. Dada a bênção, o Presbítero assistente, voltando-se para o Prelado, fará reverência como para pedir licença para ler {{PAGE:6}} [Page] — 149 — [Main text] a publicação das indulgências e lê-a em seguida, voltado para o povo. (De Herdt. cap. 8 - Presb. assist.) §72. Publicadas as indulgências, o Diácono da missa tira a mitra ao Prelado, o qual, dirigindo-se para a tabela e tendo o báculo na mão esquerda, dirá: Dominus vobiscum, Initium etc. fazendo o sinal da cruz segundo o costume. O Diácono porá de novo na cabeça do Prelado a mitra preciosa. (Caerem. Episc. c. VIII. n. 80). §73. O Prelado continuando a recitar o Evangelho de S. João, descerá do altar para se dirigir ao trono. Se em vez do Evangelho de S. João houver de se dizer outro Evangelho, o Prelado, tendo recebido a mitra depois do sinal da cruz, lerá o Evangelho até ao fim, antes de se dirigir ao trono. (Martin. n. 149). §74. O Diácono e o Subdiácono acompanharão o Prelado ao trono, ladeando-o. O Presbítero assistente irá na frente |
| spellingShingle | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos Bishop Governance Cabido Capitular Vicar Cathedral Chapitols Code of Canon Law José Lai Macau Novo Regimento Orphanages Portuguese Diocese Record Department Roman Missal USJ Library - Ilha Verde USJ Library - Ilha Verde |
| title | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_autocomplete | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_full | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_fullStr | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_full_unstemmed | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_short | Novo regimento do Cabido da Sé de Macau: elaborado segundo as prescrições do Código de Direito Canónico e da novas rubricas do Breviário e Missal Romanos |
| title_sort | novo regimento do cabido da sé de macau: elaborado segundo as prescrições do código de direito canónico e da novas rubricas do breviário e missal romanos |
| topic | Bishop Governance Cabido Capitular Vicar Cathedral Chapitols Code of Canon Law José Lai Macau Novo Regimento Orphanages Portuguese Diocese Record Department Roman Missal USJ Library - Ilha Verde USJ Library - Ilha Verde |
| topic_autocomplete | Bishop Governance Cabido Capitular Vicar Cathedral Chapitols Code of Canon Law José Lai Macau Novo Regimento Orphanages Portuguese Diocese Record Department Roman Missal USJ Library - Ilha Verde USJ Library - Ilha Verde |
| topic_facet | Bishop Governance Cabido Capitular Vicar Cathedral Chapitols Code of Canon Law José Lai Macau Novo Regimento Orphanages Portuguese Diocese Record Department Roman Missal USJ Library - Ilha Verde USJ Library - Ilha Verde |
| url | https://macau-legacy.usj.edu.mo/docs/9GAEW68Z/viewer_9GAEW68Z.html |
| zotero_collection_key | MBGMGYDI |