Manifesto da cidade de Manila a pedir que não fique nela nenhum dos portugueses, habitantes de Macau.
Alvará do dito, em que declara que, porquanto vai Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não ha-de o Capitão da viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer a sua viagem.
Alvará do Vice-Rei em que declara que, porquanto vá ora Capitão Geral para assistir na Cidade de Macau, não há-de o Capitão da Viagem do Japão ter nenhuma jurisdição naquela Cidade, nem lugar, nem cadeira de Capitão na Igreja, nem outra preeminência alguma, nem entender mais que na nau ou embarcação em que houver de ir fazer sua viagem.
Informação de Gaspar Borges da Fonseca, Administrador da fazenda e viagens do Japão e Manila, sobre o caso do P. Paulo dos Santos. Macau, 1635 Jan. 17.
Treslado do contrato Que se fez em Goa em Abril de 616 sobre as fazendas que as Galeotas trouxerão para a China.
Treslado do contrato Que se fez em Goa em Abril de 616 sobre as fazendas que as Galeotas trouxerão para a China.
Parecer (castelhano) sobre o comércio da Índia para a China, Japão e Manila. Madrid.
Regimento dado pelo vice-rei, Pero da Silva, ao capitão-geral de Macau, Domingos de Câmara de N aranha, informando-o sobre os grandes inconvenientes que resultaram do ex-vice-rei, conde de Linhares, ter mandado, em 1636, uma nau inglesa para a China. Ordena que as naus mandadas pelo governador de Manila para Macau não possam carregar-se de mercadorias e de munições.
Ofício do assistente do magistrado do distrito de Xiangshan, Pan, ao procurador de Macau, sobre a intimação a um padre para que regresse a seu país e que embarque num navio que esta prestes a rumar a Manila
Cálculo demonstrativo dos danos provocados à Fazenda Real e aos comerciantes de Macau, na exportação que de Macau fazem os espanhóis de Manila.
Carta Do Cabbido de Manila sobre as Reliquias dos Martyres do Japão. [1630 Out. 4]
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que proíbe o contrato do comércio entre Macau e Manila
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que proíbe os contratos entre cristãos e chineses
Carta do procurador-geral da província do Japão, Pe. António Francisco Cardim, a [D. João IV], rei de Portugal, sobre enviar uma embarcação à China para o restabelecimento do comércio e conservação de Macau
Decreto de D. João IV, rei de Portugal, ao Conselho de Fazenda, em que provê o Bispo do Japão do dinheiro necessário para a expedição das suas Bulas.
Carta do Governador de Manila para o Jmperador da China. Manila y Febrero 8 de 1748.
Alvará de confirmação (cópia) de D. João V, rei de Portugal, em que ordena que os cristãos velhos e portugueses de nação e geração possam ocupar os cargos de vereadores, juízes e mais oficiais da República
Cazo da Embarcação da Jlha verde.
Carta do capitão-geral de Macau, Manuel da Câmara de Noronha, ao vice-rei da Índia, em que lamenta a perda sofrida pela frota de D. Francisco Lobo; participa que vai tentar melhorar a cidade, consertando os baluartes; dá relação de navios que partiram para Goa e para Manila; lastima o facto de o rei ter mandado extinguir a viagem para Japão, por conta da cidade; etc.
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para o rei, em que informa que é impossível mandar barcos, visto as dificuldades serem muitas, os moradores não terem dinheiro para os armar e os moradores de Macau estarem com o comércio do Japão suspenso. Sobre a conveniência que há em se não deixar proibir o comércio de Macau para Manila, pois que o contrato das sedas de Sevilha, origem desta proibição, não é tão importante como o comércio da China; donde poderá vir a prata que Macau necessita será só de Manila, visto não haver esperanças que ela continue a ser dada pelo Japão.
Regimento dado a Manuel Ramos, quando foi por administrador das viagens de Japão e Manila. (Há vários assuntos sobre Macau).
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que informa que procedeu como o rei mandara sobre as viagens de Macau para Manila se fazerem por conta da Fazenda Real. Depois, como o rei ordenara na outra carta, mandou fechar o comércio.
Termo (cópia) do Senado da Câmara de Macau que determina o aumento de 2% sobre os direitos para pagamento das dívidas da cidade de forma a evitar que as fazendas ficassem presas no Japão.
Representação das religiosas do Convento de Santa Clara das Reformadas Descalças de Macau, a [D. Maria I], rainha de Portugal, sobre a confirmação do contrato feito com a Câmara de Macau quando fundaram o seu mosteiro para receberem 1% dos direitos das fazendas grossas para sua subsistência