Requerimento do ouvidor de Macau, Dr. António Moreira de Sousa, a [D. João V], rei de Portugal, em que pede para ser considerada nula a devassa feita pelo desembargador Luís Neto da Silveira, tido como cúmplice de Manuel Vicente Rosa; juntam-se os capítulos inclusos aos anteriormente enviados, fazendo-se de tudo nova devassa
Obs.: Tem anexo capítulos do requerimento e traslados de petições, despachos, pensões, cartas testemunháveis, etc..
Saved in:
| Format: | Manuscripts |
|---|---|
| Published: |
1735-08-24
|
| Subjects: |
Similar Items: Requerimento do ouvidor de Macau, Dr. António Moreira de Sousa, a [D. João V], rei de Portugal, em que pede para ser considerada nula a devassa feita pelo desembargador Luís Neto da Silveira, tido como cúmplice de Manuel Vicente Rosa; juntam-se os capítulos inclusos aos anteriormente enviados, fazendo-se de tudo nova devassa
- Do mesmo P. em hum papelinho incluso na carta asima.
- Requerimento do vice-rei do Estado da Índia, [Rodrigo da Silveira] (conde de Sarzedas) a [D. João IV], rei de Portugal, em que pede para ser remetido ao Dr. Diogo (...) Temudo um seu requerimento anterior em que pede para ser ouvido sobre a devassa levantada a seu irmão D. Sebastião Lobo da Silveira.
- Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, sobre a devassa levantada ao ex-juiz ordinário de Macau, João Fernandes da Silva
- Treslado da devassa que o Dr. Paulo Rebelo, ouvidor-geral do crime, tirou a Jorge da Silva, em 14 de Fevereiro de 1629, feita pelo escrivão Tomás Roiz Pereira, sobre assassinato, em Macau, com um tiro de espingarda; sobre ter espancado, na praça pública de Malaca, um almotacé, quebrando-lhe a vara; sobre ter ferido o capitão de Malaca, Diogo de Mendonça.
- Requerimento do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, a [D. Maria], rainha de Portugal, sobre a suspensão da devassa mandada tirar contra ele pelo governador da Índia
- Ofício do [governador e capitão-geral de Macau], Diogo Fernandes Salema de Saldanha, em que pede suspensão da devassa ordenada pelo Governo de Goa, visto não haver fundamento nas acusações que lhe são feitas