Insignias dos Mandarins: Castigo por culpas: tempo no governo: rigor contral estranhos. Capitulo 10.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que diz que o procedimento de João Soares Vivas, capitão de companhia, merece ser premiado com o Hábito de Cristo e Foro de Fidalgo. Consta que desbaratou os holandeses quando desembarcaram em Macau em 1622.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que se pede ao vice-rei que informe sobre a resposta que a cidade de Macau dera à proposta que fora feita sobre a forma de obter a suspensão do castigo que sobre o mesmo recaíra pelo procedimento que tivera com D. Francisco Mascarenhas.
Perseguição que houve e alguns castigos.
Residencia de Lan'g côú em Xú nam, que quer dizer Provincia do Sul.
Reposta à Replica sobre o que torna à dizer sobre o primeiro Texto e Appontamento dos 37 propostos.
Da constancia dos Christãos, e alguns Castigos particulares que D' fez.
Carta do vice-rei ao rei sobre o pedido feito ao capitão-geral da cidade de Macau, respeitante aos oficiais que foram da Índia para aquela cidade.
Castigos de Deos.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que acha que o pedido que a cidade de Macau fez ao rei não deveria ser deferido, porque convém muito ao serviço real que haja naquela cidade capitão-geral, para, pouco a pouco, ir reduzindo à obediência os seus vassalos, cujo procedimento tem sido bem contrário a isso.
Carta do vice-rei ao rei sobre a remessa de uma instrução régia ao ouvidor-geral do crime, Luís Mergulhão Borges, na qual lhe era ordenado averiguar as culpas de João Cavali Ferrary cometidas em Macau.
Carta do governador da Índia, D. Rodrigo da Costa, para o rei, em que informa que remete ao rei as cópias dos alvarás que se passaram para regularizar a ordem na cidade de Macau.
§.o. 6.0. Da-se noticia de alguns castigos que tiveram os perseguidores da Sancta Ley.
Carta do Padre Jozê Monteiro ao Padre Marcos de Sylveiro sobre as missas que se ha de dizer pelos que morrem na China &c. Cantão 14 de Setembro de 1710.
Carta de guia, em nome d´El-Rei, firmada pelo Conde Almirante, Vice-Rei, mandando a D. Francisco de Mascarenhas, Capitão Geral da Cidade de Macau, que entregue a dita Cidade a D. Filipe Lobo, que vai provido na dita Capitania Geral.
Carta do vice-rei da Índia à cidade de Macau, em que se mostra satisfeito com os bons intentos que a cidade exterioriza; refere às queixas recebidas sobre as matérias públicas da cidade; não pretende insistir na recusa da cidade em armar navios, desobedecendo às ordens do seu rei, mas faz notar que Cochim, cidade mais pobre da Índia, os arma continuamente; recomenda bom trato com os chineses para evitar discórdias; quer que exista câmara em Macau.
Carta que Macau escreveu ao vice-rei da Índia, em que dizem os moradores que ao pedirem um capitão-geral e cem soldados para defender a cidade, nunca pensaram que seria a cidade a pagar esta despesa, visto que a cidade é também do rei de Portugal. Os holandeses têm procurado convencer os chineses a permitirem-lhes embarcar e carregar nos seus portos, o que causaria grandes danos a Macau.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. José], rei de Portugal, em que pede um "pastor" que assista espiritualmente a cidade.
Exemplares castigos de alguns Xpãos tibios na fe.
Carta do rei de Portugal ao vice-rei da Índia, em que ordena que a cidade de Macau não permita a ida para a China de missionários estrangeiros sem o beneplácito de Sua Majestade.
Carta régia ao vice-rei da Índia, em que o rei lhe recomenda que cumpra rigorosamente o que em cartas anteriores lhe ordenava sobre a maneira de interferir na questão entre a cidade de Macau e D. Filipe (Lobo).
Carta do vice-rei ao rei em que diz que a Fazenda Real se encontra exausta e que as necessidades na Índia são enormes e tendo que se remediar imediatamente este mal, procura por todas as formas que as cidades e os vassalos do rei lhe dêem o seu auxílio por sua livre vontade. Nesta ordem de ideias e como a cidade de Macau estava livre dos impostos obrigatórios para as outras cidades, enviou-lhe uma carta pedindo que Francisco Mascarenhas, a Companhia de Jesus, Lopo Sarmento de Carvalho e seus parentes armassem embarcações à sua custa para as vigilâncias da navegação comercial daquela cidade para a Índia e Manila ao que todos acederam.
Carta régia [cópia] com as resoluções de nove consultas do conselho de Estado sobre matérias da Índia, em que uma delas é sobre o que escreve, de Macau, D. Filipe Lobo [governador], acerca de um João Cavaly, estrangeiro "compreendido em ter trato e correspondencia com os holandeses". O rei ordena que se escreva ao vice-rei, e que caso se confirmarem as culpas de João Cavaly, o "prenda e proceda como for de justiça"
Carta do rei ao vice-rei da Índia sobre a esquadra de navios ingleses que chegaram a Goa com cartas de seu rei, para serem recebidas em conformidade com as pazes assentadas com o conde de Linhares e que nesta cidade não deram entrada por não levarem licença do vice-rei. Trata, ainda, de desavenças que os ingleses tinham tido com os chins; da responsabilidade que a cidade de Macau tomou por eles e do prejuízo que Portugal teria no trato com a China se os ingleses entrassem nela.