Carta do capitão-geral de Macau, Diogo de Pinho Teixeira, a [D. João V], rei de Portugal, a informar que os barcos que apartassem a Macau não deveriam pagar os direitos aduaneiros aos chineses se não fossem de comércio. A conveniência para a Fazenda Real em serem as naus do Reino a fazer o comércio de Macau e as medidas a adoptar para esse comércio.
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| Format: | Manuscripts |
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| Published: |
1708-01-04
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| Subjects: |
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- Sobre se deixar o comércio de Macau, Timor e Solor livre para a Junta da Companhia do Comércio.
- Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para o rei, em que informa que é impossível mandar barcos, visto as dificuldades serem muitas, os moradores não terem dinheiro para os armar e os moradores de Macau estarem com o comércio do Japão suspenso. Sobre a conveniência que há em se não deixar proibir o comércio de Macau para Manila, pois que o contrato das sedas de Sevilha, origem desta proibição, não é tão importante como o comércio da China; donde poderá vir a prata que Macau necessita será só de Manila, visto não haver esperanças que ela continue a ser dada pelo Japão.
- Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a advertência dos comerciantes estrangeiros que vão a Cantão, para tratarem do seu comércio e que devem informar sobre a data da partida o mandarim sub-prefeito de Macau
- Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a advertência aos comerciantes estrangeiros que vão a Cantão, para tratarem do seu comércio e que devem informar o mandarim sub-prefeito de Macau sobre a data da sua partida
- Carta do vice-rei da Índia ao rei sobre vários assuntos, destacando o que se refere à quebra do comércio da China e à diminuição das rendas reais com o emiquecimento do inimigo. Ficou decidido que fossem à China 4 galeotas para transportar mercadores e suas fazendas.
- Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. Pedro II], rei de Portugal, sobre as medidas prejudiciais ao comércio de Macau que são a liberdade de comércio na China que acolhe muitos estrangeiros concorrentes e a instituição de tribunais chineses para a cobrança de impostos sobre todo o comércio