Ofício do [ouvidor-geral de Macau, conselheiro] Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, António de Araújo de Azevedo, conde da Barca], sobre o melhoramento das relações mercantis entre Macau e a China; a venda de algodão aos chineses e o estabelecimento de depósitos ao longo do rio Meeuri
Obs.: Ofício nº 12. Há 2ª via.
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| Format: | Manuscripts |
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| Published: |
1816-12-10
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| Subjects: |
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- 16. Que não receba depositos.
- Ofício do conselheiro Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado dos Negócios do Reino], Filipe Ferreira de Araújo e Castro, sobre a influência negativa para as relações comerciais de Macau da existência de novos depósitos para a venda do ópio, tanto os sediados em Manila, como os volantes em navios estrangeiros ao largo das ilhas: análise da situação e propostas para a melhorar
- Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre a extorsão e a desordem perpetradas pelos meirinhos dos três barcos chineses, Deng Zhao e outros, ao longo da Praia do Manduco
- Ofício (minuta) do [secretário de estado da Marinha e Ultramar. D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], a José Barreto sobre o método inglês de manufactura do ópio para experiência; a introdução e melhoramento da balança comercial com a China; a prensa para fardos de algodão; a maquinaria utilizada pelos ingleses, e o envio de ofícios para o Leal Senado da Câmara e ouvidor de Macau.
- Ofício do ouvidor-geral de Macau, desembargador Miguel de Arriaga Brum da Silveira, ao [secretário de estado da Marinha e Ultramar, D. João de Almeida Melo e Castro, conde das Galveias], sobre o fomento do comércio de Macau; o melhoramento das relações com o Sião e Camboja; o incentivo às culturas nativas, e o envio de sacerdotes para o Camboja
- Ofício do Leal Senado da Câmara de Macau ao [secretário de estado dos Negócios da Guerra e encarregado da Marinha e Ultramar, Manuel Inácio Martins Pamplona Corte Real, conde de Subserra] em que solicita castigo para os marinheiros dos navios mercantis provenientes da Europa e do Brasil que se aliaram aos revoltosos em Macau, e a assinatura de termos de responsabilidade pela conduta dos marinheiros no estabelecimento de Macau