Carta do vice-rei ao rei de Portugal, em que afirma que tudo se fará como Sua Majestade ordena.
Representação dos oficiais da Câmara de Macau a D. João V, rei de Portugal, sobre a distribuição das viagens de Batávia, Manila e Timor. Informam que essa distribuição é feita por ordem do vice-rei do Estado da Índia
Carta do rei ao vice-rei da Índia, em que diz ter sido informado que frei Diogo Calado, religioso da Ordem de São Domingos, da província de Manila conseguira que o seu Geral lhe permitisse desmembrar o convento daquela Ordem da cidade de Macau, da sua Congregação e Província do Estado da Índia, para a pôr como "cabeça" da província de Manila, ficando o dito frei Diogo como provincial. Ora, como já muitas vezes tem sido proibida a comunicação e o comércio entre Macau e Manila, pelos grandes inconvenientes que daí resultam, recomenda que o vice-rei se informe sobre a matéria e que não consinta na referida separação.
Carta do vice-rei da Índia, a estranhar o facto de os ministros não terem cumprido as suas instruções e terem mandado cobrar os novos direitos ao Bispo de Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao rei de Portugal, sobre a transmissão da ordem régia ao Pe. jesuíta Luís Coelho.
Carta do vice-rei da Índia ao rei em que informa que procedeu como o rei mandara sobre as viagens de Macau para Manila se fazerem por conta da Fazenda Real. Depois, como o rei ordenara na outra carta, mandou fechar o comércio.
Lista de 43 cartas enviadas por Sua Majestade ao vice-rei da Índia, em que a décima primeira fala sobre o levantamento do comércio de Manila com Macau.
Carta régia [cópia], para o vice-rei da Índia, António Luís Gonçalves da Câmara Courinho, em que dá ordem para que examine o conreúdo do treslado da carta que a câmara de Macau mandou ao governador de Manila sobre o sucesso de Manjar Masse, que segue em anexo, e apure a verdade dos factos.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, em que informa observar a ordem do rei sobre os missionários para a China não deverem passar por Macau, sem passarem, primeiro, por Portugal. Fez o mesmo com os missionários franceses.
Carta de Fernão de Albuquerque, governador da Índia, ao governador de Manila em que o adverte de que serão tomadas medidas rigorosas contra o comércio que os mercadores de Manila fazem com a China e o Japão, sendo, de acordo com as determinações régias, expressamente proibido este comércio.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, sobre a dificuldade de encontrar pessoa competente para governar Macau e para agradar, também, aos naturais; opressões feitas à cidade pelos Tártaros; provocações feitas por Manila.
Carta do rei para o vice-rei da Índia em que anuncia que vai ponderar acerca do levantamento da proibição do comércio de Manila com Macau e, depois, participará a sua resolução; até lá devem cumprir-se as ordens dadas nesse sentido. Recomenda, depois, ao vice-rei que tenha sempre particular cuidado com os moradores de Macau, favorecendo-os em tudo o que puder, mas sempre com a usual cautela, para não dar lugar a abusos.
Carta do vice-rei da Índia para o príncipe regente sobre a proibição do governador de Manila de não deixar partir barcos de Macau para aquele porto.
Regimento dado pelo vice-rei, Pero da Silva, ao capitão-geral de Macau, Domingos de Câmara de N aranha, informando-o sobre os grandes inconvenientes que resultaram do ex-vice-rei, conde de Linhares, ter mandado, em 1636, uma nau inglesa para a China. Ordena que as naus mandadas pelo governador de Manila para Macau não possam carregar-se de mercadorias e de munições.
Ordem dada pelo vice-rei, D. Filipe Mascarenhas, a Diogo Coutinho Docem, capitão-geral de Macau, mandando incluir Manuel de Magalhães no número das pessoas que, segundo o regimento, deverão assistir-lhe no conselho.
Carta do rei ao vice-rei da Índia em que encarrega este de conseguir que os moradores de Macau armem, à sua custa, navios destinados a andarem "às presas nos mares do Sul e dessem guarda às embarcações que navegarem para esse Estado e Manila". À margem, a resposta do vice-rei, de 28 de Novembro de 1634, em que promete satisfazer ao que el-rei pretendia saber sobre a missão do desembargador Sebastião Soares Pais e manifesta a sua grande dúvida em conseguir que os moradores da China armem navios à sua custa.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, em que informa que as queixas dos oficiais da Câmara de Macau não têm fundamento.
Carta régia para o vice-rei da Índia, D. Francisco da Gama, em que lhe ordena que se mantenha no governo, até à chegada de D. Francisco Mascarenhas, ausente na China, que foi nomeado novo vice-rei.
Carta do vice-rei da Índia ao rei, sobre os meios que se deveriam utilizar para a conservação de Macau.
Carta do vice-rei e capitão-general do Estado da Índia, Vasco Fernandes César de Meneses, a [D. João V], rei de Portugal, em que informa que em Goa há várias pessoas capazes de ocupar o cargo de governador das ilhas de Timor e Solor. O novo governador deverá levar rigorosas instruções para que só permita a saída de sândalo para Batávia depois de os comerciantes de Macau carregarem o necessário para o seu comércio
Carta para o vice-rei da Índia em que el-rei lhe recomenda que não permita ao governador de Macau desrespeitar os privilégios da Câmara.
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal em que informa sobre as razões que o levou a comprar uma charrua ida de Macau.
Carta do vice-rei da Índia ao governador de Manila sobre vários assuntos, em que se destaca o pedido de ele mandar uma armada de galões ao estreito de Singapura, à caça dos holandeses que ali vão esperar a frota da China.
Ordem de [D. José], rei de Portugal, para se entregar 800.000 réis de tença de juro ao procurador-geral da Companhia de Jesus da vice-província da China, como administrador do almirante de Castela, D. João Tomás Cabrera.