Carta do governador e capitão-geral de Macau, António de Amaral Meneses, a [D. João V], rei de Portugal, em que informa que o desembargador e juiz sindicante, Dr. Manuel de Macedo Neto, não quer regressar a Goa, conforme a ordem do governador da Índia Anexos: 1732-11-27 - Traslado da correspondência trocada entre o governador e capitão-geral de Macau, António de Amaral Meneses, e o desembargador e juiz sindicante sobre o regresso do juiz a Goa. 1734-02-08 - Despacho do Conselho Ultramarino ao procurador da Coroa para dar parecer sobre o assunto
Obs.: No mesmo documento o parecer do procurador da Coroa e despacho do Conselho Ultramarino de 1734-02-20.
Saved in:
| Format: | Manuscripts |
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| Published: |
1732-12-18
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| Subjects: |
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- Requerimento do doutor António Moreira de Sousa a [D. João V], rei de Portugal, em que pede mercê do cargo de desembargador da Relação de Goa, pelo que precisa que o Conselho Ultramarino apresente ao rei como tem servido bem nos cargos de ouvidor juiz sindicante e auditor da gente de guerra em Macau
- Carta do [governador e capitão-geral de Macau], João Vicente da Silveira e Meneses, a [D. Maria I], rainha de Portugal, sobre as ilegalidades cometidas pelo juiz ordinário António Botelho Homem Bernardes Pessoa e sobre a sua substituição por um juiz letrado e prudente
- Provisão (cópia) de D. João V, rei de Portugal, ao ouvidor e juiz sindicante de Macau, Dr. António Moreira de Sousa, para pôr todo o cuidado na conservação dos bens dos órfãos, não permitindo que os arrisquem nos navios da cidade. Determina os processos a utilizar na administração desses bens.
- Requerimento do ouvidor-geral de Macau, desembargador Lázaro da Silva Ferreira, a [D. Maria I], rainha de Portugal, em que pede nomeação de sindicante.
- Carta do governador e capitão-geral de Macau, António de Amaral Meneses, sobre o vice-rei de Cantão pedir para que fossem vistoriados em Macau todos os navios estrangeiros com destino à província
- Carta do ouvidor e juiz sindicante de Macau, Dr. António Moreira de Sousa, a [D. João V], rei de Portugal, em que indica a forma arbitrária como os oficiais da Câmara utilizam o rendimento dos direitos e quintos régios. Propõe que sejam apresentadas anualmente contas daquele rendimento ao ouvidor e que este seja ouvido sobre as despesas da Câmara