Do que nos soccedeo em Malaca depois de nosso barco partir para Siam. [1686 Dez. 18]
Carta do conde de Aveiras, vice-rei da Índia, para o rei, em que informa que é impossível mandar barcos, visto as dificuldades serem muitas, os moradores não terem dinheiro para os armar e os moradores de Macau estarem com o comércio do Japão suspenso. Sobre a conveniência que há em se não deixar proibir o comércio de Macau para Manila, pois que o contrato das sedas de Sevilha, origem desta proibição, não é tão importante como o comércio da China; donde poderá vir a prata que Macau necessita será só de Manila, visto não haver esperanças que ela continue a ser dada pelo Japão.
Ordem do Governador de Macau, Fr. Francisco de Sena, para o P. Paulo dos Santos sair da cidade no primeiro barco que partir para a Cochinchina e não voltar sem ordem sua. Macau, 1635 Jan. 22.
Carta do Senado da Câmara de Macau a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a fixação de vencimentos das tripulações portuguesas e proibição do seu emprego em barcos chineses e estrangeiros
Sobre se deixar o comércio de Macau, Timor e Solor livre para a Junta da Companhia do Comércio.
Alevantamentos dentro do Reyno em varias Provincias. Trata o Emperador deixar a Corte do Norte. Capitulo. 2.º
Carta do vice-rei da Índia para o príncipe regente sobre a licença passada a um arménio, morador em Surrate, para poder mandar do dito porto um pataxo com fazendas para Macau.
Carta do capitão-mor de Macau, Jerónimo Pereira, para o vice-rei da Nova Espanha, avisando-o da chegada àquele porto do capitão Pedro de Unamuno, com uma nau e uma fragata.
Participação (duplicado) do procurador de Macau, José Joaquim de Barros, às autoridades sínicas sobre o navio n.º 20 que vai partir para o porto de Macau
Ofício do mandarim sub-prefeito de Macau, Chen, ao procurador de Macau, sobre a intimação para um navio espanhol, atracado no porto de Macau, partir para Whampoa, para tratar da sua medição
Carta do Bispo de Macau, Frei Manuel [de São Galdino], a [D. João] (príncipe regente de Portugal), sobre a doação dos bens das missões de Pequim aos padres da Congregação da Missão de São Vicente de Paula; sobre o pedido de recurso desta decisão que irá deixar o Bispo de Pequim sem catedral, casa de residência e respectivos bens
Carta [cópia] do príncipe regente [D. Pedro] para o vice-rei da Índia (João Nunes da Cunha, conde de S. Vicente], a ordenar boa correspondência e recíproca amizade com os ingleses, que tocarem os portos do Estado da Índia, excepto em relação a Macau.
Participação do procurador de Macau, José Joaquim de Barros, às autoridades sínicas sobre o navio n.º 20 que vai partir do porto de Macau
Observação de Macau, a partir de S. João
Edital do mandarim da alfândega de Cantão, Li, ao [procurador de Macau], sobre a proibição de os mercadores e barcos de Macau descarregarem e transportarem, ilegalmente, mercadorias de navios ingleses para Macau
Tratasse de la monarchia de Japon y como estava en aquele tiempo. Cap. 5.º
Ofício do assistente substituto do magistrado do distrito de Xiangshan, Liu, ao procurador de Macau, sobre a proibição de os estrangeiros de Macau utilizarem os barcos de pesca, para descarregar, ilegalmente, mercadorias, em Macau
Carta do príncipe regente para o vice-rei da Índia sobre a proposta feita pela Holanda para se trocar Macau por outras praças na Índia, o que parece impraticável.
Ofício do magistrado do distrito de Xiangshan, Peng, ao procurador de Macau, sobre o envio de dois barcos para inspecções nas águas do porto de Macau
Relação das diligências feitas para a entrada dos portugueses no Japão, a partir de Macau, em 1680.
Ofício do mandarim da alfândega de Macau, Wang, ao procurador de Macau, pedindo a isenção da cobrança dos impostos de um barco de Manila
Carta do vice-rei da Índia para o rei de Portugal, sobre a dificuldade em pagar os vencimentos ao Bispo de Macau, a partir de Goa, sabendo que em Macau haverá essa possibilidade.
Copia da Provizão que mandou passar o Governador e Capitam geral da Jndia na conformidade das ordens reais para os Capitaens gerais da Cidade de Macao não consentirem que vão barcos de Manila e suas Jlhas commerciar a dita Cidade nem que por ella passem para a China Religiozos Missionarios. [1681 Maio 10]
Piratas: Um Retrato Social a partir dos Jornais de Macau (1864−1933)